Hino Olímpico

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Ολυμπιακός Ύμνος(grego)
Hymne olympique(francês)
Olympic Anthem(inglês)
Português:  Hino Olímpico

Hino Nacional COI
Letra Kostís Palamás, 1800
Composição Spyridon Samaras, 1896
Adotado 1958
Olympic flag.svg
Símbolos olímpicos
Carta
Lema
Bandeira
Chama
Hino
Mascotes

O Hino Olímpico (Grego: Ολυμπιακός Ύμνος) foi composto pelo grego Spyridon Samaras, com letra do poeta romano Kostís Palamás em 1800. O hino foi adotado pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) em 1958. É executado durante a Cerimônia de Abertura de cada edição, quando a Bandeira Olímpica é hasteada, e na Cerimônia de Encerramento, quando ela é arriada.

O hino começou a ser cantado em grego, mas em várias edições foi traduzido para o idioma do país anfitrião. Em Sydney 2000, o hino voltou a ser cantado em grego na Cerimônia de Abertura, o que foi repetido em Pequim 2008.

Letra[editar | editar código-fonte]

Grego lírico Transliteração ao alfabeto latino Versão em Português Versão em Português (Brasil)
Αρχαίο Πνεύμ' αθάνατο, αγνέ πατέρα
του ωραίου, του μεγάλου και τ'αληθινού,
κατέβα, φανερώσου κι άστραψ'εδώ πέρα
στην δόξα της δικής σου γης και τ'ουρανού.

Στο δρόμο και στο πάλεμα και στο λιθάρι,
στων ευγενών Αγώνων λάμψε την ορμή,
και με τ' αμάραντο στεφάνωσε κλωνάρι
και σιδερένιο πλάσε κι άξιο το κορμί.

Κάμποι, βουνά και θάλασσες φέγγουν μαζί σου
σαν ένας λευκοπόρφυρος μέγας ναός,
και τρέχει στο ναό εδώ, προσκυνητής σου,
Αρχαίο Πνεύμ' αθάνατο, κάθε λαός.
Arkhéo Pnévma athánato, aghné patéra
tou oraéou, tou meghálou kai t'alithinoú,
katéva, phanerósou ki ástraps'edhó péra
stin dhóksa tis dhikís sou ghis kai t'ouranoú.

Sto dhrómo kai sto pálema kai sto lithári,
ston evghenón Aghónon lámpse tin ormí,
kai me t'amáranto stefánose klonári
kai sidherénio pláse ki áksio to kormí.

Kámpi vouná kai thálasses féngoun mazí sou
san énas levkopórfyros méghas naós,
kai trékhei sto naó edhó, proskynitís sou,
Arkhaéo Pneúm' athánato, káthe laós.
Oh! Arcaico espírito imortal, imaculado
Pai da beleza, da grandeza e da veracidade
Desça, se faça presente e faça brilhar aqui e
Mais além, na Glória de sua Terra e Céu

Na corrida, na luta e no arremesso, faça
brilhar o ímpeto das nobres competições
Modelando com aço e dignidade o corpo
Coroando-o com a imperecível rama do louro

Campos, montanhas e mares se vão contigo
Tal como um alvirrubro magno templo

Para o qual se conduz aqui como seu peregrino
Oh, arcaico espírito imortal, cada nação..

Espírito imortal da antiguidade:
Criador augusto da verdade, beleza e bondade!
Desça aqui, apresente-se e radie sua luz sobre nós,
por este nobre campo e debaixo deste céu,
que primeiro testemunharam sua fama imperecível.

Traga vida e entusiasmo para estes nobres jogos,
atire coroas de flores com frescor eterno
aos vitoriosos da corrida e da luta.
E crie em nossos peitos corações de aço!

Em sua luz, planícies, montanhas e mares,
brilham em matizes rosados e formam um vasto templo,
no qual as multidões de todas as nações vão adorá-lo:
Ó espírito imortal da antiguidade!

Ligações externas[editar | editar código-fonte]