Hipólito

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A morte de Hipólito por Lawrence Alma-Tadema (1836–1912).

Hipólito (em grego: Ἱππόλυτος; "libertador dos cavalos"[1]), na mitologia grega, é o filho de Teseu e de Hipólita rainha das amazonas, que herdou da mãe o gosto pela caça e pelos exercícios violentos. Adorava Ártemis e menosprezava Afrodite. Ela, enciumada, vingou-se fazendo Fedra, segunda esposa de Teseu, apaixonar-se por seu enteado, jovem e casto. Ao ser informado por uma serva do amor que lhe dedica a madrasta, Hipólito repele-a com veemência. Rejeitada, Fedra suicidou-se deixando uma mensagem a Teseu que acusa falsamente Hipólito de violentá-la. Teseu expulsa o rapaz e invoca a punição de Posídon que provoca um acidente com a carruagem de Hipólito. O jovem conduzia seu carro junto ao mar quando, assustado por um monstro marinho, seus cavalos precipitaram-se pelas rochas causando-lhe a morte. Enquanto Hipólito morre, ouve-se a voz de Ártemis, que revela a verdade a Teseu. Esta tragédia, "Hipólito", foi escrita por Eurípedes em 428 a.C..

Referências

  1. «Aeneid - Virgil - Google Boeken». Books.google.com. Consultado em 2013-10-16. )
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