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História da ópera no Brasil

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A história da ópera no Brasil se inicia com a colonização portuguesa no século XVI. Apesar da primeira ópera composta no Brasil, Le due Gemelle, do padre José Maurício Nunes Garcia, ter sido feita em 1809,[1] algumas montagens e espetáculos unindo arte cênicas e musicais – os autos – já era realizados desde 1583.[2]

Antecedentes

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Colonização, autos e teatros

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Apesar de não possuir natureza operística, os autos que eram realizados nos primeiros povoamentos da colônia utilizavam de elementos cênicos e musicais para a realização das obras. O auto – em especial, o auto sacramentale – era uma das formas mais populares de instrução religiosa e entretenimento utilizado pelos jesuítas. Além dos autos, a catequização dos nativos se deu com a criação de tragédias, comédias e diálogos interpretados por estudantes nos colégios, sempre utilizando da música.[2][3]

O crescimento econômico da colônia significou a abertura de novos mercados – incluindo os referentes à música – possibilitando também o início da propagação de músicas e autos "profanos", expandindo juntamente com os as músicas e autos religiosos pelos centros urbanos do Brasil.[2][3] Nos dois séculos seguintes, autoridades eclesiásticas e civis tiveram atritos em relação às peças profanas estarem sendo apresentadas nas igrejas, que refletia a falta de espaço próprio para a realização de atividades ligadas ao teatro e à música, acabando transferidas para as ruas e praças. Em épocas de festas tradicionais, como o Triunfo Eucarístico, em 1733, era quase impossível distinguir o que era conteúdo religioso e profano, uma vez que os artistas que apresentavam nas praças eram egressos de grupos religiosos e revezavam nas funções de músicos, cantores, atores e dançarinos.[3]

No fim do século XVIII, cidades que não haviam construído teatros ainda continuavam a apresentar em praças públicas. No ano de 1790, em Cuiabá, houve a encenação de um libreto de Pietro Metastasio.[3] Um relato da época disse:[4]

"Foi a ópera Ézio em Roma, apresentada pelos pardos [...]. Tudo se fez com muito asseio, as damas bem armadas, asseadas e com riqueza sólida como nas outras comédias [...]. Cantaram muitas árias que executaram bem, pois eles são todos curiosos na cantoria, além do que a dama que fazia o papel de Honória é músico de profissão, de voz e estilo. A orquestra é numerosa e tocou muitas sonatas."

Tal apresentação foi apenas uma das cinco comédias e duas óperas que aconteceram em virtude da celebração da chegada do novo governador Luís Pinto de Sousa Coutinho e seu auditor. Um ano antes, como pretexto o aniversário do auditor, cerca de 20 obras dramáticas teriam sido encenadas, afim de serem apresentadas em espetáculos pagos e gratuitos, em apenas um mês.[3][5] Com o crescimento da colônia, a expansão musical europeia continuou a acontecer, alcançando agora locais remotos do território. Relatos do século XVIII, na Amazônia, afirmava que um senhor de engenho de Cametá, junto com seus filhos, dedicava à música, formando com mais de 100 escravizados um grupo instrumental e vocal, com coros infantis e em idiomas como o espanhol e o latim, assim como o português.[4]

As primeiras casas e a consolidação da ópera

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Com a ascensão do rei José I, em 1750, que havia um interesse em particular pela ópera, o teatro em Portugal adquiriu um impulso, parte também de responsabilidade do Marquês de Pombal. O terremoto que atingiu Lisboa em 1755 havia destruído quase todos os teatros da capital, o que levou à criação da Sociedade Estabelecida para a Subsistência dos Teatros Públicos da Corte, estimulando a reconstrução e a criação de novos teatros, tanto na metrópole quanto na colônia. Em 1771, Marquês de Pombal recomendou “o estabelecimento de teatros públicos bem regulados” na colônia, além de retirar o estigma que tinha sobre o trabalho do ator e dos artistas de modo geral, profissões que eram vistas como indignas.[3]

A ópera já estava presente na Brasil desde o século XVII, mas a secularização se deu no século XVIII.[6] Nas primeiras décadas deste século, casas de ópera já estavam sendo construídas no Rio de Janeiro, São Paulo, Belém, Porto Alegre, Salvador, nas Minas Gerais e outros centros coloniais.

Rio de Janeiro

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Teatro São João, por Jean-Baptiste Debret

Apesar da capital da colônia ter sido transferida de Salvador para o Rio de Janeiro em 1763, a vida social na cidade do Rio era pequena, apresentando pouca atividade cultural. Com a chegada da corte de João VI no Brasil em 1808, a construção de escolas, academias, bibliotecas, museus, bancos e teatros foram feitas, transformando totalmente as atividades culturais brasileira.[7]

Teatro Municipal do Rio de Janeiro

Músicos da corte foram incorporados à Capela da Sé, que tinha o padre José Maurício Nunes Garcia como Mestre de Capela, e o Rio de Janeiro foi considerado "a cidade de mais brilhante vida musical, em todo o continente". As óperas eram realizadas no Teatro São João.[8] Mais para o final do século XIX, quase todos os dias contavam com apresentações no Teatro Lírico Fluminense, Teatro Gymnasio Dramático, Teatro Fênix e no Teatro São João.[6] Em 1909, a construção do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, tornou um marco para a cidade e para a ópera, se tornando um celebrado palco do Brasil.[2]

São Paulo

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Em São Paulo, o mais antigo Mestre de Capela conhecido era Antônio Manso, músico natural da cidade de Sabará, foi elogiado pelo então governador Luís António de Sousa Botelho Mourão, pelo seu repertório "provido das melhores solfas de bom gosto do tempo presente". Antônio atuou na Sé e na Casa de Ópera paulistana na década de 70 do século XVIII. A Casa de Ópera paulistana estava localizada ao lado da Igreja dos Jesuítas no Pátio do Colégio. Foi demolida em 1870, existindo por quase um século.[9]

Theatro Municipal de São Paulo

Outras casas de ópera do mesmo período, que também foram demolidas, eram o Theatro São José, localizado na Praça João Mendes, funcionando de 1864 a 1898 – posteriormente sendo demolido em um incêndio – e um segundo Theatro São José, onde hoje está localizado o Shopping Light, funcionando de 1909 a 1919.[9]

Inaugurado em 1911, o Theatro Municipal é considerado o melhor espaço operístico da cidade de São Paulo.[9] A vida cultural da cidade floresceu e São Paulo entrou na rota das grandes óperas internacionais, espaço esse que era dominado pelos teatros do Rio de Janeiro. Idealizado pela Ópera de Paris, o teatro foi construído para satisfazer o padrão da elite e se espelhava nos grandes centros culturais da época.[10]

Theatro da Paz, em Belém

Anteriormente ao Theatro da Paz, a cidade de Belém contava com uma Casa de Ópera projetada por Antônio José Landi, localizada ao lado do Jardim do Palácio. Construída em 1774, foi demolido em 1812, por falta de condições de uso.[3] No dia 15 de fevereiro de 1878, foi fundado o Theatro da Paz, durante o período áureo do Ciclo da borracha. A cidade contou com um grande crescimento econômico, vindo a ser considerada "A Capital da Borracha", porém, não contava com um teatro de grande porte capaz de satisfazer o anseio cultural da sociedade da época, que não tinha onde assistir os espetáculos teatrais e líricos. José Tibúrcio de Magalhães foi o responsável pelo projeto arquitetônico do teatro, que se inspirou no Teatro alla Scala, de natureza neoclássica.[11]

Porto Alegre

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Theatro São Pedro, em Porto Alegre

Durante o mandato de José Marcelino de Figueiredo entre 1773 e 1780, foi ordenado a construção de um teatro, destinado somente para óperas. Instalado na Rua Uruguai, no centro da cidade de Porto Alegre, o teatro contava com 36 camarotes e lugares para mais de 400 espectadores.[3][12] Com estrutura considerada precária, foi fechado em 1804 reaberto em 1805, depois de passar por reformas, sob tutela de um padre português, contudo, não mantendo uma regularidade nas apresentações.[3]

Com o fechamento do único teatro que havia na cidade em 1834, a recém criada Sociedade Dramática Particular se organizou na compra de um novo terreno na cidade e na construção de um novo teatro, para suprir essa lacuna cultural em Porto Alegre. Seguindo os modelos de outras cidades do Rio Grande do Sul, como Rio Grande e Pelotas, os teatros surgiram devido à iniciativa privada, e assim foi feita a construção do Theatro São Pedro no ano de 1838.[3]

Teatro São João, Salvador

No início das atividades teatrais do Brasil, Salvador foi uma das primeiras cidades que converteu um aposento em um edifício público para realização de apresentações teatrais, adaptando uma das salas da Câmara dos Vereadores da cidade, em 1729. Somente em 1760 que um teatro propriamente dito seria inaugurado na cidade – o Teatro da Praia – com 28 camarotes e áreas reservadas para aristocratas e representantes do povo comum.[3]

Inaugurado em 1812, o Teatro São João tinha capacidade para abrigar cerca de 800 espectadores, tendo como justificativa “o entretenimento geralmente adotado pelas nações civilizadas”. Apesar disso, o público não costumava ser numeroso, ficando cheio apenas nos dias de cerimônias de gala.[3] Foi destruído em um incêndio em 1923 e hoje está localizado a Praça Castro Alves no mesmo local que era o teatro.

Minas Gerais

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Interior do Teatro Municipal de Ouro Preto

Em Minas Gerais, mais especificamente na cidade de Vila Rica (atual Ouro Preto), a Casa de Ópera (Teatro Municipal de Ouro Preto) foi inaugurada em 1770. Considerada uma das mais importantes da América portuguesa, pelo nível e pela frequência de seus espetáculos, sua construção é um marco nas práticas teatrais e artísticas de modo geral. Após essa época dourada no século XVIII, a Casa de Ópera de Vila Rica sofreu um período de decadência associada ao declínio econômico.[3]

Outras localidades, como São João del-Rei, Diamantina e Sabará também foram de importância lírica e teatral, contando com casas de óperas e encenações completas do século XVIII.[3]

A ópera no Brasil no século XX e XXI

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Os anos de 1909 a 1929 foram os "anos dourados" da ópera no Brasil. A inauguração do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e do Theatro Municipal de São Paulo, em 1909 e 1911, respectivamente, contou com temporadas líricas oficiais, que passaram a ser promovidos e subvencionados pelas prefeituras. No contrato destas temporadas líricas oficiais, uma cláusula obrigava os empresários a produzir ao menos uma ópera nova de autor brasileiro, o que deu um grande estímulo à produção lírica.[13]

Mário de Andrade (1931)

Após a Revolução de 1930, com o forte sentimento do nacionalismo, diversos compositores, críticos musicais e musicólogos estiveram juntos num forte engajamento político, colaborando com o governo de Getúlio Vargas e assumindo cargos nas instituições de ensino, produção e divulgação musical. Surgia o "nacionalismo musical brasileiro", substituindo a importação da música europeia a favor de uma música nacional composta por brasileiros. Mário de Andrade foi um dos principais defensores destes ideais.[13][14] Elementos nacionalizantes, como o folclore, foram ganhando autonomia e conquistando cada vez mais espaço na ópera brasileira.

Em 1º de setembro de 1942, Getúlio Vargas assina um decreto-lei que determina que nos dias de festas nacionais, as companhias líricas do Brasil deveriam apresentar óperas de compositores brasileiros, com libreto em português.[15] Na mesma década, ideias vanguardistas começavam a surgir, defendendo o uso da música popular folclórica ou urbana associada ao uso de técnicas modernas de composição. O Grupo Música Viva, formado por Claudio Santoro, Guerra Peixe, Eunice Katunda, Edino Krieger e outros, estiveram em nítida oposição ao nacionalismo musical brasileiro. O nacionalismo e o modernismo ainda estavam presentes nas décadas seguintes, mas as ideias vanguardistas estavam aos poucos se instalando.[13]

Teatro Amazonas, em Manaus

Com o Golpe em 1964, as óperas brasileiras, a primeira vista, pareciam evitar um confronto direto com as questões políticas, sendo a maioria adaptações de clássicos da literatura nacional e com temáticas históricas. Com o fim da era militar, a busca pela democratização e pela estabilidade econômica, além da uma renovação e libertação da arte, a ópera brasileira não se sente na obrigação em seguir modelos e tradições. Algumas destas óperas, principalmente as comprometidas com a renovação da linguagem, eram realizadas em teatros secundários, não contando com grandes públicos.[13]

Na virada do século XX para o século XXI, a ópera brasileira já era dotada de uma grande diversidade de estilos, com os autores não sendo obrigados a seguir nenhuma corrente em particular.[13] Em 1997, no Teatro Amazonas, passou a contar com Festival Amazonas de Ópera, sendo realizado anualmente desde então.[16] Outros festivais, como o Festival de Ópera do Theatro da Paz e Festival de Ópera do Paraná também vieram ganhando reconhecimento nos últimos anos, com a primeira apresentação em 2002 e 2015, respectivamente.[17][18]

Repertório

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Século XVIII até o Século XIX

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Nos primeiros teatros do Brasil, quase metade das obras apresentadas eram óperas com libretos de autoria do poeta italiano Pietro Metastasio, com versões musicadas por diferentes compositores e contando com adaptações para o idioma português. Entre os tradutores, estavam o Cláudio Manuel da Costa e Basílio da Gama. As obras de Carlo Goldoni também faziam aparições recorrentes nas casas de ópera da colônia. Entre os autores franceses, não era raro as aparições de adaptações musicadas de textos de Voltaire e Molière.[3]

As obras em português eram maioria de autoria anônima, sendo predominante a comédia. Entre os conhecidos, estavam o Nicolau Luís da Silva, autor de Os maridos peraltas e as mulheres sagazes, e o de maior relevância, António José da Silva, conhecido como "o Judeu", chegando a rivalizar com Metastasio na frequência que suas obras eram apresentadas.[3]

Durante o período anterior a 1860, o repertório operístico no Brasil consistia quase inteiramente em óperas de compositores europeus. No Rio de Janeiro, associações francesas executavam obras de Herold, Boieldieu, Auber, Adolphe e outros compositores franceses, mas as óperas italianas eram a febre nas casas de ópera de todo o Brasil. As óperas de Bellini, Donizetti, Meyerbeer, Pacini e Ricci eram executadas com frequência, mas as óperas de Gioachino Rossini superaram as obras de todos os outros compositores em popularidade durante meados do século.[6]

A primeira ópera feita por um nativo brasileiro foi a Le Due Gemelle, de autoria do padre José Maurício Nunes Garcia, sendo apresentado no Teatro São José em 1809. Manuel de Araújo Porto-Alegre, autor da ópera Véspera dos Guararapes, também foi de sucesso considerável. Baseado na invasão holandesa de Pernanbuco, o texto encorajou Francisco Manuel da Silva, autor do hino nacional brasileiro, a promover o uso de textos vernaculares e temas brasileiros.[6] Em 1857, a Imperial Academia de Música e Ópera Nacional foi criada para o desenvolvimento do gênero no país. No dia 14 de dezembro de 1860, A Noite de São João, uma ópera totalmente brasileira e cantada em português foi apresentada no Teatro São Pedro de Alcântara, contando com a presença do imperador Dom Pedro II.[6][19]

Nos anos seguintes, a ópera brasileira viria a conhecer os progressos em obras de autores como Alberto Nepomuceno, Leopoldo Miguez, Henrique Oswald, José Pedro de Sant'Ana Gomes, Francisco Braga, Glauco Velásquez, João Gomes de Araújo, José Cândido da Gama Malcher, José de Araújo Viana, Chiquinha Gonzaga e outros.[2]

Século XX

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O sentimento nacionalista, marcado pelo romantismo e o simbolismo, levou a uma grande quantidade de eventos no sentido de obter uma música tanto mais nacional possível, em oposição à música europeia comumente corrente no Brasil. Uma dessas iniciativas foi o movimento modernista, que lançou a Semana de Arte Moderna, partindo das obras de Heitor Villa-Lobos e dos trabalhos estéticos de Mário de Andrade. Assim, muito tinha que ser incorporado à cultura musical brasileira, e a ópera no Brasil começou a enxergar o que realmente deveria ser a "Ópera Brasileira", com Villa-Lobos, Oscar Lorenzo Fernández, Francisco Mignone, Gianfrancesco Guarnieri, José de Lima Siqueira, José de Lima Siqueira e outros, com "com suas técnicas, processos, temáticas, elementos constituintes, estilo e estética de raízes e frutos brasileiros".[2]

Na década de 1930, óperas brasileiras cantadas em português eram estreadas, como Ponain (1935), de Victor Neves, Farrapos (1936), de Roberto Eggers, A Vida de Jesus (1937), de Assis Republicano e Iracema (1937), de João Otaviano.[13]

A partir da década de 1950, a ópera incorpora novos elementos de linguagem, com o uso de efeitos eletrônicos, uso da atonalidade, do minimalismo, e de ritmos modernos como o jazz e o rock, notando-se um grande hibridismo nas composições.[13] A preocupação com elementos nacionais na música é uma constante e a presença destes elementos eram frequentemente cobrados nas críticas jornalísticas da época. Foram estreadas Anita Garibaldi (1950), de Heinz Geyer, Pedro Malazarte (1952), de Camargo Guarnieri, A Boiúna (1955) de Walter Schültz Portoalegre, A Menina das Nuvens (1960), de Villa-Lobos, A Compadecida (1961) de José de Lima Siqueira e Um Homem Só (1962) de Camargo Guarnieri.[13]

Durante a Era Militar, evitando um confronto direto com as questões políticas, os de temas históricos eram A vocação de Colombo (1964), de Ático Rubini e O Chalaça (1976), de Francisno Mignone. As adaptações de clássicos da literatura nacional eram A moreninha (1979), de Ernst Mahle e O Sargento De Milícias (1978), de Francisco Mignone. Yerma (1971), de Villa-Lobos e Siloé (1980), de Oswaldo Cabral, foram adaptações da literatura e dramaturgia internacional.[13]

A partir da década de 1960, houve uma experimentação mais radical por parte de compostiores como Jorge Antunes, com Contato (1966–68), Vivaldia MCMLXXV (1975) e Qorpo-Santo (1983), e Jocy de Oliveira, com Música no Espaço (1982–83). Outros artistas, como Livio Tragtenberg e José Alberto Kaplan também utilizavam a música eletrônica em suas óperas.[13]

Ver também

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Referências

  1. Bernardes, Ricardo (30 de dezembro de 2007). «Real Capela de Música do Rio de Janeiro, 1808 - As transformações na linguagem de José Maurício Nunes Garcia (1767 - 1830)». Convergência Lusíada (24): 128. ISSN 2316-6134. Consultado em 10 de outubro de 2025 
  2. a b c d e f Brandão, José Maurício (2012). «Ópera no Brasil: um panorama histórico». Música Hodie (2). ISSN 1676-3939. doi:10.5216/mh.v12i2.22543. Consultado em 10 de outubro de 2025 
  3. a b c d e f g h i j k l m n o p Santos, Claudio Figueiredo; Melhem, Núbia (6 de setembro de 2021). Panorama da Ópera no Brasil. Rio de Janeiro, RJ: Funarte 
  4. a b Páscoa, Márcio (2008). «Ópera na Amazônia duranteo século XVIII». Universidade do Estado do Amazonas. Música em Perspectiva. 1 (1): 46. Consultado em 10 de outubro de 2025 
  5. Brescia, Rosana de Moraes Marreco Orsini (dezembro de 2010). «C'est là que l'on joue la comédie: les casa da opera en Amérique Portugaise (1719-1819)»: 61. Consultado em 10 de outubro de 2025 
  6. a b c d e Appleby, David P. (1983). The music of Brazil. Internet Archive. Texas: Austin : University of Texas Press. ISBN 0-292-75068-4. Consultado em 10 de outubro de 2025 
  7. Castello, José Aderaldo (1965). A literatura brasileira: manifestações literárias da era colonial (1500-1808/1836). São Paulo: Cultrix. p. 194. 255 páginas 
  8. Azevedo, Luiz Heitor Corrêa de (1950). Música e músicos do Brasil: história - crítica - comentários. [S.l.]: Livraria-editôra da casa do estudante do Brasil. p. 24. Consultado em 11 de outubro de 2025 
  9. a b c Kobayaski, Ricardo (2 de abril de 2024). «A ópera em São Paulo -». A Terra é Redonda. Consultado em 12 de outubro de 2025 
  10. «Conheça a história do centenário Theatro Municipal de São Paulo». Prefeitura de São Paulo. 2 de maio de 2011. Consultado em 12 de outubro de 2025 
  11. «O Da Paz». Theatro da Paz. Consultado em 12 de outubro de 2025 
  12. «BECO DA ÓPERA (RUA URUGUAI)». 6 de abril de 2017. Consultado em 12 de outubro de 2025 
  13. a b c d e f g h i j Hartkopf, Alessandra Lucas Lopes (2010). «ÓPERA BRASILEIRA NOS SÉCULOS XX E XXI DE 1950 A 2008». UNIRIO. Consultado em 14 de outubro de 2025 
  14. «CONCERTO | 'Ensaio sobre música brasileira', de Mário de Andrade, ganha edição». CONCERTO | ‘Ensaio sobre música brasileira’, de Mário de Andrade, ganha edição. Consultado em 14 de outubro de 2025 
  15. «Portal da Câmara dos Deputados». www2.camara.leg.br. Consultado em 14 de outubro de 2025 
  16. «A história do Festival Amazonas de Ópera». Diário da Capital. 29 de fevereiro de 2024. Consultado em 14 de outubro de 2025 
  17. «Retrospectiva Festival de Ópera». Theatro da Paz. Consultado em 14 de outubro de 2025 
  18. «Edições Anteriores | Festival de Ópera do Paraná». Festival de Ópera. Consultado em 14 de outubro de 2025 
  19. «A primeira ópera cantada em português – Arte de Toda Gente». artedetodagente.com.br. Consultado em 13 de outubro de 2025 

Ligações externas

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