História da robotização

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A robotização nas fábricas, começou nas últimas décadas do século XX com o uso de computadores e robôs para a fabricação de vários produtos. Os robôs, passaram a executar um grande número de tarefas, reduzindo a possibilidade de erro. Eles também substituiram os operários em atividades que representam condições perigosas e cansativas, como soldagem de peças, pintura de veículos, operação de alto-forno em siderúrgicas, manipulação de produtos petroquímicos.

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A tecnologia da robotização é altamente sofisticada e requer muito estudo. Com o passar dos tempos, a robotização se intensificou e chegou a tomar o lugar de pessoas, primeiramente foram substituídos os idosos, até então toranar-se necessário que a mão de obra atual fosse formada unicamente, ou melhor preferencialmete por jovens e com experiência.


O processo produtivo deve-se fundamentalmente aos avanços técnicos que favorecem tanto o aumento quantitativo quanto o qualitativo. Desde que a produção industrial começou a ser feita na base de tarefas simples e repetitivas, essas se tornaram alvos de estudos visando a sua automação, ou seja: substituição de trabalho humano por máquinas. Esse processo evoluiu até a robotização industrial: a produção é cada vez mais intensiva em capital, e a quantidade de energia utilizada por pessoa empregado é cada vez maior.

Em termos da produção como um todo, a sociedade abre mão de uma parte dos recursos, tempo e esforços dedicados à produção de bens para o consumo, para a produção de máquinas e equipamentos que vão beneficiar o consumo futuro: é a indústria de bens de capital. Outros fatores que influenciavam decisivamente na forma como as pessoas satisfazem suas necessidades e desejos são a disponibilidade de recursos naturais, clima, grau de conhecimento técnico acumulado e as relações de produção. Quanto mais o preço de um produto sobe, mais estimula o crescimento de quantidade de oferta e mais restringe a quantidade procurada. Quando a quantidade ofertada supera a quantidade demandada, tende a provocar uma redução de preços, que estimula a demanda e desestimula a oferta. O jogo de forças de mercado, através das quantidades ofertadas e demandadas e dos mecanismos de formação de preço, tendem ao equilíbrio. Em outras palavras, poderia-se dizer que, na prática, o mercado vive em um permanente estado de desequilíbrio.

Quanto menos diferenciados os produtos e quanto maior for a oferta de produtores, mais se torna fluido esse jogo. Um exemplo típico é o que ocorre com os mercados de commodities.