História das relações internacionais do Brasil

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A história das relações internacionais do Brasil é a cronologia de eventos envolvendo a política externa brasileira em tratados, reivindicações e conflitos.

Período colonial[editar | editar código-fonte]

Período monárquico[editar | editar código-fonte]

Questões Platinas[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Questão do Prata

As chamadas Questões Platinas foram intervenções por parte do Império do Brasil nos países vizinhos a fim de controlar possíveis invasões em seu território e assegurar a hegemonia brasileira na América do Sul. Foram estas:

Os tratados de 1851-1853 com o Uruguai, de 1856 com a Argentina e de 1856-1858 com o Paraguai incluíam cláusulas acerca dos limites lindeiros.

No contexto da Guerra da Tríplice Aliança contra o Paraguai, pelos termos do Tratado da Tríplice Aliança (1865), o Império do Brasil comprometeu-se a não reivindicar vantagens territoriais além das já reivindicadas antes do conflito, especificamente a delimitação da fronteira no rio Apa. Tendo em vista a intransigência argentina na reivindicação de territórios, o governo Imperial descumpriu cláusula do Tratado da Tríplice Aliança e celebrou a paz em separado com o vencido em 1872.

Período republicano[editar | editar código-fonte]

República Velha e Era Vargas[editar | editar código-fonte]

Embora os limites territoriais brasileiros estivessem, em termos gerais, definidos pelos compromissos diplomáticos firmados pelo Império, restavam pontos controvertidos que viriam inevitavelmente à tona, quando de procurasse fazer a delimitação integral das fronteiras e sua consequente demarcação.

Esclarecer e solucionar estes pontos controvertidos, delimitar e demarcar as fronteiras, era a tarefa da Primeira República Brasileira (1889-1930), que seria continuada pela Segunda República (1930-1985).

Durante a Primeira República, a figura do barão do Rio Branco, filho do também diplomata visconde do Rio Branco - o chefe do Gabinete mais duradouro do Império, de 1871 a 1875 -, na qualidade de plenipotenciário do país entre 1893 e 1902,[1] foi o responsável pela maior parte da tarefa de condução das chamadas Questões de Limites.

Durante o Estado Novo, destacou-se a participação brasileira na Segunda Guerra Mundial:

República Nova e Ditadura Militar[editar | editar código-fonte]

A integração do território nacional conduziu à ocupação efetiva das fronteiras ocidentais, aumentando a necessidade de sua efetiva delimitação e demarcação, como, por exemplo, as questões diplomáticas suscitadas em torno do Salto das Sete Quedas ou do Guaíra (1965-1966) entre o Brasil e o Paraguai.

Nova República[editar | editar código-fonte]

Mais modernamente, ganharam peso as questões ligadas à Antártida e aos limites do mar territorial (Zona Econômica Exclusiva do Brasil).

Notas

  1. Foi chanceler nos governos dos presidentes Rodrigues Alves, Afonso Pena, Nilo Peçanha e Hermes da Fonseca.
  2. Ver também: Força Expedicionária Brasileira

Ver também[editar | editar código-fonte]