História do Djibouti

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Habitado inicialmente por tribos nômades que se converteram ao Islamismo por volta do século IV, o atual território do Djibouti foi conquistado pela França em 1862, em uma ação de contrapartida à presença dos ingleses em Áden, tendo a região se tornado parte da Somália Francesa em 1888. Apesar do fervor nacionalista, um plebiscito em 1967 determinou que o território continuasse sob o domínio francês, embora o seu nome tenha sido modificado para Território francês dos Afars e dos Issas.

Independência[editar | editar código-fonte]

A independência do Djibouti só seria proclamada a 27 de junho de 1977 - consagrando-se como a última colônia francesa da África a conquistar a independência - com Hassan Gouled Aptidon como presidente. O nome do país foi modificado para Djibouti, o mesmo de sua capital, e entrou na Liga Árabe.

Em 1981, o presidente Hassan Gouled Aptidon, da etnia issa, torna o país num estado de partido único ao ilegalizar todos os partidos políticos excepto a União Popular pelo Progresso (RPP). Aptidon é eleito presidente nas eleições unipartidárias de 1981 e re-eleito em 1987, 1993 e 1997.

Guerra civil[editar | editar código-fonte]

Em 1991 o país é usado como base para operações bélicas pelas França, durante a primeira Guerra do Golfo. Nesse mesmo ano é criada a Frente pela Restauração da Unidade e da Democracia (FRUD), constituída por rebeldes afars com apoio da vizinha Etiópia. A FRUD lidera uma revolta armada e conquista o Norte do país, dando início a uma guerra civil. Em 1994 o movimento perde força e divide-se em duas facções; uma facção favorável à negociação com o governo e outra a fim de continuar a guerra civil. A facção moderada da FRUD assinou um acordo de paz com o governo e torna-se num partido político, mas a facção guerrilheira prossegue a luta. Em 1997 a FRUD concorre às eleições parlamentares em aliança com a RPP, conquistando as sessenta e cinco cadeiras do parlamento.

Aptidon renuncia ao cargo de presidente em 1999, aos 83 anos de idade, e o seu sobrinho e ministro-chefe de gabinete, Ismail Omar Guelleh, é eleito seu sucessor. A facção guerrilheira da FRUD inicia negociações com o novo governo em fevereiro de 2000 com vista ao fim da guerra civil, assinando em 12 de maio de 2001 um acordo de paz pondo fim a uma década de conflito armado. O general e chefe da polícia Yacin Yaben Galab é demitido do cargo e tenta um Golpe de estado, mas é preso e condenado a quinze anos de prisão.

O presidente Guelleh foi re-eleito nas eleições presidenciais de 2005.

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