História do RuneScape

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O Universo de RuneScape é extenso, e pode ser lido tanto no site oficial do jogo, quanto dentro do jogo através das aventuras que os jogadores podem engedrar quanto um museu no qual os jogadores podem aprender mais sobre a história de Guilenor.

Religião[1][editar | editar código-fonte]

Runescape contém sua própria religião.

No mundo de Guilenor existem quatro tipos de divindades. Os Deuses anciãos, os deuses jovens, os Deuses secundários e os deuses do deserto. Apesar de serem divididos nessas classes, antes da 3ª era, os três últimos tipos de deuses conviviam ao mesmo tempo, logo puderam influenciar uns nos outros.

Deuses Anciãos[editar | editar código-fonte]

Os Deuses Anciãos não deixaram pistas sobre suas ações no universo. Apenas se sabe, por Guthix, que foram eles que primeiro criaram o universo e suas dimensões. Guthix apenas tomou o que estava criado e remodelou-o. São conhecidos dois dos deuses anciões (por nome), Ful e Jas. Sabe-se que existem outros três, sendo um deles conhecido como "deus ancião criador de Freneskae", por ter dado origem á uma dimensão desse nome. Também sabe-se que a maioria dos deuses anciões são do sexo feminino.

Deuses Principais[editar | editar código-fonte]

Guthix[editar | editar código-fonte]

Guthix é o Deus da tranquilidade e do equilíbrio. O desejo de Guthix é único: igualdade total. Guthix não é homem nem mulher. Guthix é comumente referido como “ele” devido à predominância do masculino na língua portuguesa. Ele não é bom, nem mau, e se usa de ambos os lados para atingir o equilíbrio com os deuses.

Após encontrar o universo criado pelos Deuses Anciães, modelou Guilenor a seu desejo, e permitiu as raças que já viviam em Guilenor tomar seu próprio caminho, inclusive os, já existentes Dragonkin. Guthix então entrou num sono profundo, escondendo-se na Pedra Mística de Jas. Quando acordou, viu Saradomin e Zamorak destruindo Guilenor por causa das Guerras Divinas. Para impedir as guerras, Guthix proibiu os outros deuses de entrarem em Guilenor e renomeou a terra como RuneScape. Porém os seus adoradores ainda permaneceram em Guilenor, e as Guerras Divinas poderiam apenas acontecer na Dimensão dos Deuses. Após terminar as Guerras Divinas, Guthix entrou num estado depressivo a ponto de chorar. Suas lágrimas escorrem até hoje numa caverna(Lágrimas de Guthix), e têm propriedades curativas e até a capacidade de retornar vida aos mortos.

Guthix é comumente representado como uma caveira com cabelos flutuante, no entanto Guthix é um transmorfo, e pode tomar a forma que desejar. Surgiu como uma borboleta em Guilenor. Quando os humanos chegaram em Guilenor, ele apareceu como um homem. Apesar de Guthix não ter um símbolo, os seus adoradores utilizam uma lagrima para representá-lo, ao contraio da crença popular de uma cobra apontada para cima.

Evidências dizem que Guthix é o mais forte dos Deuses, seguido de Zaros. No entanto a comparação é impossível pois Guthix permanecia em seu sono durante o tempo que Zaros esteve em Guilenor.

Guthix é o único deus de Guilenor. Os outros vieram de outra(s) dimensão(ões). Ele dorme dentro dos planetas, e seu pensamento é “Equilíbrio é Poder”.

Saradomin[editar | editar código-fonte]

Saradomin é o Deus da "ordem, sabedoria e agrado" e é um dos deuses mais populares. Pouco se sabe sobre seu passado, porém ele tem vários adoradores, e há mais igrejas dedicadas a Saradomin do que a Zamorak. A maior parte de seus adoradores reside em Misthalin, Asgarnia, Kandarin e Entrana, porém há vários outros grupos em outras áreas. Ao contrário de Guthix ou Zamorak, seus adoradores consistem quase completamente de humanos. Seu símbolo é uma estrela de prata ou de ouro de quatro pontas.

Apesar de alguns o considerarem um deus bom, alguns de seus adoradores parecem não ser tão bons sob os olhos de outras pessoas. Deve-se constatar que sendo Saradomin o Deus da Ordem (e não do Bem), seus adoradores "têm a liberdade" de matar, roubar e conspirar por um bem maior para a Ordem; apesar da maior parte das guerras instigadas por Saradomin serem descritas como sendo por uma boa causa, a Igreja de Saradomin é de certa forma corrupta, levando a suspeitas nos ensinamentos de Saradomin, ou, pelo menos, nas interpretações destas.

É dito que Saradomin veio a Guilenor enquanto Guthix dormia, junto com Zaros, Armadyl, Bandos e outras divindades. Ele se diz o criador do mundo (apesar das evidências comprovarem Guthix como sendo o criador), revelando uma natureza arrogante e mentirosa por trás de sua imagem. Diz-se também que o primeiro local onde Saradomin pôs os pés na terra foi na ilha de Entrana, mais especificamente no local onde hoje se encontra o Altar da Lei, sendo a ilha hoje considerada um local sagrado.

Na segunda era, os territórios de seus adoradores eram a Hallowland, com sua capital Hallowvale na parte sul do que hoje é a Morytania, algumas cidades do deserto kharidiano, e algumas áreas da atual Kandarin. Quando o império de Zaros atingiu seu pico, o Cajado de Armadyl foi roubado dele por um explorador saradominista. Ações tanto dos adoradores de Saradomin quanto de Zamorak (que na época ainda era um mahjarrá) levaram à queda de Zaros, e à ascensão de Zamorak para a condição de Deus. Saradomin participou, junto com Zamorak, da caça aos seguidores de Zaros remanescentes, com o intuito de eliminar os traços deixados por Zaros no mundo, porém Zamorak se voltou contra Saradomin, dando início assim às Guerras Divinas. Acredita-se que Saradomin deu suporte a Zamorak para que este destruísse Zaros, e deu-lhe mais poder, não prevendo que Zamorak se viraria contra ele.

No início das Guerras Divinas, mesmo após Zamorak ter se virado contra Saradomin, este cooperou com Zamorak ocasionalmente para banir os remanescentes adoradores de Zaros. Conforme as Guerras Divinas progrediram, outros deuses como Bandos e até mesmo o pacífico Armadyl entraram na guerra com seus próprios interesses. Curiosamente, mesmo Armadyl tendo sido aliado de Saradomin, pode-se observar na Masmorra da Guerra dos Deuses seguidores de Armadyl lutando contra os de Saradomin, o que retrata o panorama caótico das Guerras Divinas.

As Guerras Divinas vieram ao fim quando Guthix acordou. Os seguidores de Saradomin já se consistiam de humanos quase por completo. Nas segunda e terceira eras, ele também foi adorado por uma raça habitante de Hallowvale atualmente exinta. A última representante dos Icyene é a Comandante Zilyana, general dos exércitos de Saradomin.

Zamorak[editar | editar código-fonte]

Zamorak nem sempre foi um deus. Já foi mortal. ele veio da dimensão de Freneskae junto com os outros Mahjarrat, e era liderado por Icthlarin, apesar de ter se aliado a Zaros.

Era o general Mahjarrá do grande exército do deus Zaros, até que ele e alguns dos seus seguidores mais próximos decidiram se rebelar. Usando o Cajado de Armadyl, Zamorak pôde atingir Zaros pelas costas enquanto seus seguidores (Hazeel, Drakan, Zemouregal, Viggora e outros) lutavam contra os protetores de Zaros. Apesar de Zamorak ter sucedido em atingir Zaros com o Cajado, isso só tornou Zaros mais irritado.

Quando Zaros se levantou,atacou Zamorak.Com tudo o cajado de Armady,repeliu o ataque causando o banimento de Zaros do mundo atual,Zamorak com o poder de Armady e Zaros tentou assumir o poder total mais foi mal sucedido,pois Armady recuperou o cajado e uma pequena parte do poder de Zaros foi transmitida,pois Zamorak era apenas um mortal e não um Deus. E então Zamorak se tornou um deus. Os outros deuses o baniram, porém ele retornou triunfalmente acreditando que com Zaros fora do caminho, poderia conquistar Guilenor. Os outros deuses declararam guerra contra ele e os remanescentes adoradores de Zaros, dando início às Guerras Divinas. Recentemente Testemunhas dizem que Zaros está vivo procurando por Zamorak.

Zaros[editar | editar código-fonte]

Seus seguidores ou até não seguidores, não têm certeza se Zaros defendia o bem, o mal ou ambos. Há provas que mostram que havia possibilidades de o mesmo defender o bem, mas também há provas que mostram que também pode defender o mal. Até hoje ninguém tem certeza.

Zaros também é reconhecido como o Deus dos Feitiços Anciãos, ou o Lorde Vazio. Zaros existiu após o sono de Guthix e antes das Guerras Divinas, logo Guthix e Zaros tinham pouco conhecimento um do outro. Zaros já liderou a tribo dos Mahjarrats, vinda da dimensão de Freneskae, um plano de contínua batalha, mas foi traído e eliminado por Zamorak.

Até hoje seu legado ainda é forte, pois Saradomin não menciona nada sobre ele, e Zamorak ainda o teme.

Deuses Secundários[editar | editar código-fonte]

Armadyl[editar | editar código-fonte]

Armadyl é o Deus da pureza, da lei e da paz. Armadyl e Saradomin, considerado seu sucessor, são aliados, ao contrário de Zaros e Zamorak. Adoração a Armadyl atualmente é restrita apenas aos guardiões do Cajado de Armadyl e aos Avianteses remanescentes. Não se sabe o porquê de o número de adoradores ter diminuído tanto, pois Armadyl não perdeu território tão facilmente quanto Zaros, por exemplo. É possível que seus seguidores fizeram uma transição para o Saradominismo, por serem doutrinas semelhantes, ou se extinguiram como a raça Aviante. Esses eram as criações favoritas de Armadyl, apesar de não se ter conhecimento de outras. Os Avianteses foram designados a tomar conta de seu Cajado, junto com outras relíquias, mas encontraram a extinção durante o cataclismo das Guerras Divinas. Os últimos remanescentes permanecem batalhando até hoje na Masmorra das Guerras Divinas

Bandos[editar | editar código-fonte]

Bandos, também conhecido como o Grande Deus da Guerra, Deus Goblin ou Goblin dos Céus é o Deus da Guerra, e divindade de muitas raças menos inteligentes como goblins e ogros, apesar de orks e ogros saberem seu nome real. Até pouco tempo, Bandos não era conhecido pelos humanos de Guilenor devido ao seu desaparecimento durante as Guerras Divinas. Recentemente tentou reaver seu poder junto aos goblins, e para isso, tentou utilizar-se da personagem Zanik dos Goblins de Dorgeshuun. No entanto, sua tentativa foi frustrada, e um dos poucos itens remanescentes que ligavam Bandos a Guilenor foi destruído.

Marimbo[editar | editar código-fonte]

Marimbo é o deus patrono dos macacos. Foi uma vez o animal de estimação de um deus (acredita-se que de Guthix), e uma vez viu uma poção feita pelo seu mestre e a bebeu, ganhando assim grande sabedoria. Por causa disso, ele seguiu para uma ilha, hoje chamada de Atol dos Macacos, onde ele se tornou líder dos macacos lá. A cidade Marim, no Atol tem esse nome em homenagem a ele, e é o único lugar de adoração lá. Acredita-se que seu crânio encontra-se nas catacumbas do tempo, guardada por macacos zumbis. No entanto, não há modo algum de se obter o crânio para estudo, logo as afirmações são infundadas.

Seren[editar | editar código-fonte]

Seren é considerada a Deusa dos elfos, apesar de que ela possa ser considerada o aspecto divino do Anima Mundi. Acredita-se que ela inspirou os elfos a construírem a cidade de Prifddinas do jeito que é, de modo que pudessem se comunicar, se defender e prosperar. Ela também foi a provedora do arco e escudo de cristal. Ela aparenta estar em todos os cristais élficos. Há apenas um altar conhecido à Seren, parecido com os a Saradomin, porém de madeira, e sem símbolos divínos.

Brassica Prime[editar | editar código-fonte]

Deus dos repolhos, um repolho que alcançou a divindade de alguma forma e os representa,dizem que ele recebeu um pouco de energia de Guthix,quando ele ainda andava sobre as calmas planícies de guilenor. Pouca informação sobre o tal.

Tuska[editar | editar código-fonte]

Juntamente com Skargaroth e Saradomin, proporcionou a destruição e extermínio dos Naragi; raça original de Guthix nos Dias Antigos; deusa da destruição.

Skargaroth[editar | editar código-fonte]

Juntamente com Tuska e Saradomin, proporcionou a destruição e extermínio dos Naragi; raça original de Guthix nos Dias Antigos; ideologia do deus desconhecida.

Deuses do Deserto[editar | editar código-fonte]

Amascut[editar | editar código-fonte]

Amascut, "A Devoradora", é a Deusa da destruição. Uma vez considerada, no entanto, Deusa do renascimento. Ela se alterou ao perceber seu irmão Ichtlarin trazer os Mahjarrás a Guilenor, causando grande destruição. Ela jurou vingança contra seu irmão e disse que iria trazer obliteração física e espiritual. Foi após essa demência que ela passou a ser temida como A Devoradora.

Apmeken[editar | editar código-fonte]

Apmeken é a Deusa dos Agrados mentais. É a divindade mais alegre, brincalhona, enganadora e inesperada do deserto. Sendo deusa dos agrados mentais, ela pode enganar qualquer um, seja um mago, ou mendigo.

Crondis[editar | editar código-fonte]

Crondis é a deusa dos agrados físicos, parecida com sua irmã Apmeken. Seus adoradores são muitas vezes considerados preguiçosos e lerdos.

Elidinis[editar | editar código-fonte]

Elidinis é a Deusa da Fertilidade e da Bonança, esposa de Tumeken e mãe de Icthlarin e Amascut. Ela proveu o altar em Nardah a Nardarine, a primeira regente de Nardah e fugitiva das Guerras Divninas.

Het[editar | editar código-fonte]

Het é o deus da saúde mental e física, e o mais adorado dos deuses do deserto. Porém acredita-se que tenha sido ele que trouxe a Praga de Sophanem.

Ichtlarin[editar | editar código-fonte]

Icthlarin é o deus da morte. Ele era o líder original dos Mahjarrás. Sua tarefa principal é tomar os mortos e ter certeza de que alcancem o pós-vida, muitas vezes protegendo-os de Amascut, que tenta devorar suas almas.

Scabaras[editar | editar código-fonte]

Scabaras é o deus do isolamento. Foi banido na quarta era do panteão das divindades do deserto, e os Menafites desencorajam a sua adoração.

Tumeken[editar | editar código-fonte]

Tumeken é o deus do Deserto, marido de Elidinis e pai de Ichtlarin e Amascut.

História[2][editar | editar código-fonte]

1ª Era - Criação[editar | editar código-fonte]

Sabe-se pouco sobre a 1ª Era, pois sobre ela há alguns textos religiosos e relatos escassos apenas. O que se sabe é que a 1ª Era começou com a chegada de Guthix na forma de uma borboleta em Guilenor. Ao chegar, Guilenor já existia pois, acredita-se, havia sido criada pelos Deuses Anciães num período anterior à 1ª Era, os tempos mais obscuros na história de RuneScape. Algumas raças como a dos Tzhaar e Dragonkin já habitavam Guilenor desde os dias antigos e Guthix remodelou essa dimensão conforme ele achou melhor e trouxe outras raças de diferentes dimensões tais como a dos humanos através do chamado Portal da Vida. A 1ª era durou aproximadamente 6 000 anos. Ao final desse período, Guthix se retira para o seu sono, marcando a transição da 1ª para a 2ª era.

2ª Era - Quando os Deuses caminharam[editar | editar código-fonte]

Pelo que se sabe a 2ª Era durou aproximadamente 2000 anos. Acredita-se que foi nessa época que as raças mortais começaram as civilizações. Essa era foi marcada pela intensa interação entre deuses e mortais. O que marca o início da 2ª era é a retirada de Guthix para o seu sono e a chegada de outros deuses, em destaque Zaros, Saradomin, Bandos e Armadyl. Zaros se sobressai nesse período como o deus dominante sobre Guilenor. Seu império massivo, com capital no majestoso complexo de templos e cidades conhecido como Senntisten, se estendia desde o sul dos desertos ao norte da atual Terra Selvagem e da atual Morytania até o extremo oeste de Asgarnia. O reinado supremo de Zaros termina com a rebelião liderada pelo general Mahjarrá Zamorak que derrota e bane Zaros dessa dimensão. Zamorak se torna deus e se une a Saradomin para destruir os remanescentes do império de Zaros. A 2ª era tem fim quando Zamorak se volta contra Saradomin dando início, assim, às Guerras Divinas.

3ª Era - Guerras Divinas[editar | editar código-fonte]

Quando Guthix terminou de modelar Guilenor por completo, entrou num sono profundo. Ao dormir, não pôde mais controlar o equilíbrio entre os deuses e divindades que na época já haviam encontrado a dimensão de Guilenor. Zamorak pôde então ocupar o lugar de Zaros, seu líder, e se virar contra Saradomin, dando início às Guerras Divinas. As Guerras consistiram na liderança dos adoradores dos dois deuses ordenando batalhas entre os adoradores, muitas vezes auxiliados pelos próprios deuses, como por exemplo na criação das armaduras divinas, que duravam para sempre e protegiam os adoradores durante as guerras com o auxílio de auras lançadas pelos deuses. Consequências catastróficas das Guerras marcam o mundo até hoje. O imenso império de Zaros foi totalmente aniquilado, inúmeras raças tais como a dos Icyene, Aviantese e Ourgs foram extintas, a terra de florestas e planícies ao norte de Misthalin foi destruída e hoje se tornou a Terra Selvagem. As Guerras Divinas duraram aproximadamente 4000 anos. Guthix acordou então de seu sono e enfureceu-se com a destruição que via. Tomado por imensa fúria, Guthix socou o solo causando uma imensa destruição que terminou com as Guerra Divinas, ainda hoje há a marca no chão do local que Guthix supostamente teria socado. Uma criatura chamada Fiara guarda esse local que ainda contém a aura deixada por Guthix. Após o evento, Guthix baniu os deuses menores Armadyl e Bandos de Guilenor e proibiu Saradomin e Zamorak de interferirem diretamente nos assuntos dos mortais, e chorou. Suas lágrimas até hoje escoam numa caverna protegida por uma serpente chamada Juna (especula-se que tão amada é, que se tornou o símbolo de Guthix), que muitos acreditam ter sido um dos animais de estimação de Guthix.

Guerra da Terra Selvagem[editar | editar código-fonte]

Ate hoje se sabe que a guerra mais sangrenta foi a guerra da terra selvagem que teve o início quando os dois maiores exércitos da épocas de Saradomim e Zamorak se enfrentaram na 3ª Era.Cerca 200.000 homens morreram durante essa guerra que durou 3 dias. O conflito foi marcado também por muitos outros seres terem participado,histórias dizem que ate hoje ossos dos seres humanos daquela época são encontrados no solo da terra selvagem. A guerra só terminou quando um mago chamado de Gudestren usou uma magia sagrada dos Anciãos.Devido a grande destruição da guerra o próprio Gudestren, jogou as piores criaturas que haviam

no reino de Guilenor na Terra Selvagem sendo eles o Dragão Rei, Dragoa rainha, Fera Corpórea e Elemental Chãos.

marcando assim o fim da terceira era.

4ª Era - Era dos Mortais[editar | editar código-fonte]

Após o fim da Guerra, os deuses menores e Guthix ajudaram as raças mortais (humanos, anões, goblins, ogros, gnomos, elfos e outros) a crescerem e prosperarem, gerando avanços culturais e científicos. Porém esse crescimento gerou conflitos tanto territoriais quanto ideais. Guthix não podia simplesmente eliminar os conflitos, logo estabeleceu um equilíbrio permanente entre as raças, permitindo que convivessem o máximo possível. No início da 4ª Era os humanos viviam em tribos nômades, sempre em conflito com as outras raças. Com o tempo, passaram a estabelecer vilarejos, vilas e cidades, porém nada mudava até os humanos descobrirem as magias anciãs. Por um acaso, uma criança encontrou algumas pedras marcadas e descobriu que juntando as pedras poderia criar fogo, água, ar ou terra, e muitas outras coisas. Essa criança se tornou o primeiro estudioso das magias anciãs, permitindo os humanos a dominarem o lançamento de feitiços. Com o tempo, os magos humanos também descobriram como criar as tais pedras, e as cunharam com o nome de runas. Tal manufatura é um segredo guardado, pois se as outras criaturas houvessem descoberto como criar e utilizar as runas, o sucesso dos humanos não seria tão fácil. Nessa era os elfos migram através das intransponíveis montanhas de Arandar para Tirannwn, se isolando do mundo. Surgem as primeiras vilas e cidades e todas as raças mortais prosperam, em destaque a raça humana.

5ª Era - Era Dos Humanos[editar | editar código-fonte]

Os pequenos vilarejos humanos se tornaram grandes cidades. Eles expandiram seu território e combinaram para formar grandes reinos. Os reinos de Misthalin e Asgarnia cresceram rapidamente e se tornaram o que são hoje. Os magos que descobriram as magias rúnicas ergueram uma grande torre no sul de Misthalin e se instalaram nela. Logo essas runas circularam para as tribos humanas vizinhas formando o Reino de Kandarin. Nasceram também vilarejos menores como Al-Kharid, Catherby e Rimmington. Por um tempo as coisas iam perfeitamente bem para os reinos humanos, porém, algumas pessoas tentaram resistir à expansão dos reinos. A mais notável guerra foram as cruzadas bárbaras. Alguns povos bárbaros condenavam o uso das runas, que traziam tanta prosperidade aos humanos, pois afirmavam que esse poder deveria ser restrito aos deuses. Eles invadiram os principais reinos humanos e destruíram, um a um, os altares de criação de runa construídos pelos magos. Entretanto, mesmo destruídos materialmente, a essência dos altares permaneceu intacta, podendo ser acessada ainda hoje pelo lado de fora com o uso de talismãs especiais. Com a destruição dos altares, as runas se tornam cada vez mais escassas até que alguns seguidores de Zamorak descobriram o suprimento de runas dos magos adoradores de Saradomin, dentro da torre dos magos. Os traidores então pilharam a torre e destruíram-na juntamente com sua biblioteca, que continha os segredos da manufatura de runas. Felizmente, a distribuição das runas por Guilenor foi extensa o bastante para restarem runas suficientes disponíveis aos magos. No atual ano de 169 da 5ª Era, o segredo da criação de runas é redescoberto durante a missão Mistério das Runas.

6ª Era - Novas Guerras Divinas[editar | editar código-fonte]

A Sexta Era é um período da história do RuneScape, dando sequência cronológica da Quinta Era. É marcada pelo retorno dos deuses, após a quebra dos éditos construídos por Guthix, que bloqueavam a entrada deles em Guilenor. A Sexta Era começa logo depois da missão O Despertar do Mundo, com Guthix sendo morto pelo Mahjarrat Sliske e dando alguns conselhos ao jogador antes disso. Agora que Guthix está morto, os éditos foram quebrados, possibilitando a entrada dos deuses em Guilenor e possivelmente o recomeço das Guerras dos Deuses que poderia destruir completamente o mundo de RuneScape como o conhecemos. Uma prova de que os deuses retornam é que logo após a morte de Guthix, surge Saradomin, mostrando que agora os deuses estão livres para entrarem em Guilenor. Como insinuado pela Jagex, Zaros também pode retornar. Não se sabe quais as consequências do retorno dos deuses, mas o fracasso do jogador ao parar os deuses poderia representar a aniquilação de Guilenor. Apesar disso, o jogador pode fazer suas próprias escolhas, podendo escolher determinado deus como seguidor, as consequências serão visiveis com o tempo, apenas para o jogador no mundo de RuneScape, segundo Mod Mark. Como resultado direto da morte de Guthix, seus seguidores passaram a serem os descrentes . Para anunciar o retorno dos deuses foi feita a atualização que introduziu os Emissários Divinos. Curiosamente Sliske também está representado por um emissário, o que significa que ele pretende se tornar um deus. Sabe-se que através do cajado de Armadyl, Sliske pode ter "empalado" Guthix, assim como aconteceu com Zaros e Zamorak, transmitindo parte de seus poderes a ele, e se tornando divino.

Parte das Guerras Divinas estão relatadas como:"A BATALHA DE LUMBRIGDE"-a batalha em que saradomin trava contra Zamorak,Derrotando Zamorak e fazendo ele perder parte do seu poder e "O PÁSSARO E A FERA"-Em que o deus aviário Armadyl mata O Supremo deus da guerra Bandos,especulações dizem que Armadyl Ganha uma Brutalidade e pretende se tornar o próximo Supremo deus Galinha da Guerra(assim fala o duende que esta próximo aos restos remanescentes de Bandos)

Geografia[1][editar | editar código-fonte]

Reino de Misthalin[editar | editar código-fonte]

O reino de Misthalin é considerado um dos reinos mais antigos, com sua capital em Varrock. É cortado pelo Rio Lum. Seus limites são a Terra Selvagem ao Norte, Rio Salve ao leste, o mar ao sul e o reino de Asgarnia a oeste. Apesar de ser uma das antigas cenas de batalhas, possui vasto territórios agrícolas.

A vila de Lumbridge é um Feudo que cresceu ao redor do Castelo de Lumbridge do Duque Horacio. Antigamente o castelo foi lá construído para impedir invasões vindas do leste. Atualmente o Duque Horácio tem tido problemas com os duendes (goblins), que ocuparam a parte leste de Lumbridge.

A vila de Draynor nasceu como um pequeno condado feudal cedido pelo ancestral do Duque Horácio, e teve seu ápice com a construção do Solar de Draynor. Infelizmente, pouco se sabe do dono original do solar e ela se tornou assombrada. Mas sabe-se que seu habitante, o Conde Draynor, ficou lá ao ficar preso do lado oeste do rio Salve antes dele ser abençoado por Saradomin para impedir a passagem de criaturas do mal. Incapaz de voltar para o reino vampiro de Morytania, Draynor permaneceu na vila que leva seu nome assombrando a população.

A vila de Fronteiriça foi construída em cima das ruínas da antiga fortaleza de Zaros, Paddewwa, destruída durante as Guerras Divinas.

A cidade de Varrock é a capital do Reino, possuindo a Bolsa de Valores do Mercado Geral, o Castelo de Misthalin, A Biblioteca de Varrock, e muitas outras facilidades de uma cidade grande. Assim como as facilidades, há também a ação de gangues de ladrões, duas delas mais famosas a Comando Negro e a Phoenix. Como as gangues não são muito expressivas, os guardas não fazem muito caso delas. Devido à Bolsa de Valores, Varrock é considerada a principal cidade humana, e centro comercial.

Uma pequena vila de bárbaros, chamada de Gunnersgrunn, foi instalada entre Varrock e o Pico do Lobo Branco, ao sul de Fronteiriça. Os bárbaros que lá habitam são os descendentes dos invasores Freminnik(uma espécie de viquingues de runescape) que destruíram os altares de criação de runas.

Reino de Asgarnia[editar | editar código-fonte]

O reino de Asgarnia tem como capital a cidade de Faladore. Seus limites são a Terra Selvagem ao norte, o reino de Misthalin a leste, o reino de Kandarin a oeste e ao sul, o mar.

A cidade de Faladore é a capital do reino, contendo o Castelo de Faladore e o famoso Salão de Festas, na qual podem ocorrer festividades.

O Porto Sarim é o local de onde os navios direcionados a Misthalin e Asgarnia aportam e carregam e descarregam seus produtos. A partir do porto, uma pequena vila relacionada ao comércio de peixes cresceu.

A vila de Burthorpe é mais conhecida pela seu castelo de jogos. Lá, as pessoas podem se reunir para fazerem atividades como xadrez, damas, e outros.

Rimmington é uma pequena vila ao sul de Faladore que nasceu próximo ao Castelo de Melzar. A vila conta com lojas para artesanatos, incluindo uma coluna de fracionamento utilizável por qualquer um.

O Castelo de Melzar ainda é habitado pelo mago que o construiu. Melzar enlouqueceu depois que o dragão Elvarg destruiu sua cidade natal na ilha de Crandor. Desconsolado, Melzar estuda a necromancia e tenta, sem sucesso, reviver seus entes queridos conjurando fantasmas, demônios e zumbis que agora habitam seu castelo.

Taverley é uma vila construída pelos druidas seguidores de Guthix que estudam o poder da natureza e das ervas. Lá existem lojas para comprar e vender ervas utilizadas em poções e equipamentos para invocar a natureza.

Reino de Kandarin[editar | editar código-fonte]

O reino de Kandarin é limitado pelos bárbaros Fremminik ao norte, o reino de Asgarnia ao leste, colinas de Feldip ao sul, e Tirannwn ao Oeste.

A cidade portuária de Catherby é o porto de onde os navios vindos de Misthalin e do lado leste de Asgarnia podem aportar para ter acesso ao reino de Kandarin. A cidade também é famosa pela abundância de peixes.

A Aldeia dos Videntes foi construída como um local recluso para os druidas videntes poderem se concentrar melhor e poder ver o futuro que aguardava a raça humana.

Logo ao lado leste, o Rei Arthur, Merlin e seus Cavaleiros da Távola Redonda construíram um castelo para tirar férias da Inglaterra.

Yanille é uma fortaleza que protege o sul do reino contra os ogros vindos das colinas de Feldip. A cidade é principalmente habitada por magos.

Ardonha é a capital do Reino de Kandarin. A cidade é dividida em dois lados, Leste e Oeste. O lado oeste foi assolado por uma praga cujo Rei do Leste não pode combater, pois o rei do Oeste, Tyras, foi numa cruzada para Tirannwn e nunca voltou. Sua solução foi simplesmente isolar a área. A praga na verdade é falsa, e induzida para impedir o avanço de ambos os lados ao pelo oeste, pois o rei do Leste acredita que Tyras estaria voltando e estaria alterado, determinado a acabar com Kandarin.

Deserto Kharidiano[editar | editar código-fonte]

O deserto se divide em partes. Ao norte fica a cidade de Al-Kharid. Ao extremo sul, ficam as cidades de Menaphos e Sophanem. Entre eles, há o deserto kharidiano, com algumas cidades ou vilarejos espalhados pelo deserto: Uzer, Pollnivneach, Nardah, etc.

A cidade de Al Kharid é o último ponto de abastecimento para os aventureiros que irão ao deserto. O controle de acesso ao deserto é feito por um comerciante chamado Shantay.

A cidade de Pollnivneach é considerada uma pequena capital de ladrões, mercenários e falastrões. O próprio prefeito da cidade prefere não prestar atenção. A cidade também serve como um ponto avançado da linha de transporte de tapetes voadores.

As cidades de Menaphos e Sophanem são as cidades localizadas ao sul do deserto. Sophanem é assolada por uma praga não contagiosa cuja origem é associada ao deus Het. A cidade de Menaphos é a cidade natal dos mercenários Menaphitas.

A pequena cidade de Nardah foi construída por Nardarine em conjunto com a deusa Elidinis. A religião principal é Elidianismo, porém já houve tentativas frustradas de mudar a religião para o Saradominismo.

Morytania[editar | editar código-fonte]

Morytania tem sua entrada e saída barrada pelo Rio Salve. O território de Morytania é evitado pela maior parte dos humanos, pois lá reinam raças perigosas como a vampira e a lobisomem, semeando o caos e a destruição. Poucas cidades sobrevivem e os humanos que lá vivem não escolheram lá ficar. Segundo diz a história, o pântano que lá se encontra foi uma vez uma floresta rica, mas pelas influências do deus Zamorak, se tornou o pântano chamado Mort Myre.

A cidade de Canifis originalmente era uma fortaleza de Zaros, Kharyrll, mas hoje é habitada por lobisomens.

O Porto de Phasmatys já foi um porto agitado, mas sempre com a ameaça de morte vinda de Morytania. Uma certa vez, no entanto, foi descoberta a fonte da vida eterna, que lhes salvaria da ameaça vampira, e todos os habitantes da cidade esqueceram-se das suas preocupações e se viraram para a tal fonte. A vida eterna que lhes foi garantida pelo mago Necrovarus, porém, era uma maldição que matou todos os habitantes e os prendeu a esse mundo como almas sem corpo, impedidas de prosseguirem para o além.

A cidade de Rottemburgo é a última vila de humanos livres em Morytania. Por ficar numa região isolada, não recebe tanta atenção dos vampiros que ocasionalmente vão lá para se alimentar do sangue de seus habitantes, em eterno medo de serem descobertos e levados para a cidade vampira de Meyerditch, onde ficariam em criadouros destinados a alimentár os vampiros.

A pequena vila de Mor'ton costumava ser uma pequena congregação pagã dedicada à exploração do sistema de catacumbas embaixo da cidade, porém uma substância misteriosa liberada pelos esgotos de Meyerditch nos pântanos ao redor da cidade enlouqueceu seus habitantes, que se encontram num estado semelhante a zumbis. Posteriormente a cidade foi dominada por espíritos e sombras.

Ao extremo leste fica o complexo de casas Meyerditch, governada por Lord Drakan, o Lord dos vampiros, e patrulhada pelos Vyrewatchs, que são uma raça de vampiros. Nesse território, os humanos vivem em criadouros simplesmente aguardando a próxima coleta de sangue.

Tirannwn[editar | editar código-fonte]

O reino de Tirannwn é o reino dos elfos. Limita-se pelo mar ao norte, oeste e sul, e pelo reino de Kandarin ao leste. Tirannwn foi um reino que teve contato quase nulo com as Guerras Divinas, pois os elfos e todo o reino se escondia atrás das montanhas de Arandar durante a guerra, evitando assim que as demais tropas chegassem a alcançar Tirannwn. Os elfos passaram recentemente por uma guerra civil, onde o clã de Lord Iorwerth traiu os demais clãs, assumindo controle sobre a cidade de Prifddinas.

Pouco se sabe sobre a raça, porém o rei Tyras de Kandarin foi numa cruzada para investigar a área, e nunca mais voltou.

A floresta de Isafdar é na verdade um recluso campo onde os elfos preferem ficar a sós. Viagens para lá muitas vezes resultam em mortes devido às armadilhas preparadas pelos elfos.

A vila de Lletya é habitada pelos elfos rebeldes que se opõem à tirania do clã Iorwerth. Humanos são bem vindos em Lletya.

A cidade élfica de Prifddinas está fechada para os humanos enquanto os elfos do clã de Iorwerth não criarem uma trégua com os elfos de Lletya. Prifddinas é provavelmente a cidade mais antiga do mundo, estando em pé desde que foi construída na 1ª Era.

Colinas de Feldip[editar | editar código-fonte]

Este é o território dos ogros, e o território de uma espécie de ave chamada Bicudo, pelos ogros. Ao sul do território encontram-se as lagoas de Oo'glog, que atualmente são aproveitadas como um spa pelos humanos.

Karamja[editar | editar código-fonte]

Essa enorme ilha tropical abriga duas cidades e um vilarejo. Brimhaven, um porto freqüentado por piratas e membros de gangues, a Vila de Shilo, uma cidade no meio da selva de Karamja cuja principal atividade é exploração de pedras semi-preciosas, atualmente assombrada por uma praga de mortos-vivos e a vila de Tai Bwo Wannai, habitada por homens tribais. Ao sul, encontra-se uma densa floresta ainda não mapeada, enquanto a leste de Brimhaven, encontra-se o porto de Ponto da Musa, o primeiro porto que os jogadores podem acessar através de viagens navais. Entre o Ponto da Musa e Brimhaven, encontra-se o vulcão de Karamja, atualmente dormente, mas ainda expelindo lava. Dentro do vulcão fica a intricada cidade dos Tzhaar, uma das raças mais antigas do mundo, estando presentes desde antes da 1ª era.

Atol dos Macacos[editar | editar código-fonte]

Essa ilha é dedicada ao deus Marimbo, deus dos macacos. Nessa ilha está seu único altar de adoração.

Miscelânia E Etceteria[editar | editar código-fonte]

São dois pequenos reinos independentes, governados por um rei e uma rainha, separados nos extremos da ilha. O rei de Miscelânia declarou guerra à rainha de Etceteria após um desentendimento entre os dois, mas por não terem exércitos, a guerra não é levada a sério. Em uma missão, o jogador fica encarregado de promover a paz entre os dois monarcas.

Ilhas Fremmenik[editar | editar código-fonte]

A história diz que duas personagens históricas bárbaras Essim e Nenão(Jatiszo e Neitznot em inglês)se instalaram nas partes leste e oeste, respectivamente dessas ilhas, e para sempre houve um conflito entre as duas populações. A ilha de Essim foca mais na mineração, enquanto Nenão pode explorar iaques, árvores árticas e plantações.

Kalaboss[editar | editar código-fonte]

Kalaboss (Daemonheim em inglês) é uma Península ligada às terras selvagens. A história de Kalaboss começa no meio da 4ª era, quando um Mahjarrat chamado Bilrach encontrou um castelo abandonado construído por Dragonkins; Como os Mahjarrat tem um ritual de rejuvenescimento, e nesse ritual um tem que morrer, Bilrach descobriu que em baixo de Kalaboss há uma coisa chamada ruptura (uma espécie de portal para Mundos Paralelos) para chamar Zamorak de volta, então ele construiu milhares de túneis para se preparar para o ritual, voltando aos dias de hoje(ano 169 da quinta era) um estranho poder feito pela fenda ascendeu ao corpo de todos no mundo de RuneScape. Os Fremennik estão acampando ali e estão recrutando aventureiros em Al-Kharid e Lumbridge.

Referências

  1. a b «Cartas dos Deuses» (em english). Jagex. 22 de agosto de 2008. Consultado em 25 de fevereiro de 2009  Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome "Geografia" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes
  2. «História do Runescape - Eras» (em english). Jagex. 22 de agosto de 2008. Consultado em 25 de fevereiro de 2009 

Alguns dos fatos aqui expostos são obtidos através do jogo, não estando completamente disponíveis no site oficial do jogo.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

RuneScape Wiki - Em português
RuneScape Wiki - Em inglês
Site Oficial do Jogo - Em inglês
Site Oficial do Jogo - Em português