Horacio Guarany

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Horacio Guarany
Horacio Guarany nos anos 1970
Informação geral
Nome completo Eraclio Catalín Rodríguez Cereijo
Também conhecido(a) como Horacio Guaraní
Nascimento 15 de maio de 1925
Local de nascimento Las Garzas, Santa Fé
 Argentina
Data de morte 13 de janeiro de 2017 (91 anos)[1]
Local de morte Luján, Província de Buenos Aires
Gênero(s) Música folclórica argentina
Ocupação(ões) Cantor e escritor
Instrumento(s) guitarra, voz
Período em atividade 1943 – 2017
Gravadora(s) Philips Records, EMI
Página oficial Site oficial

Eraclio Catalin Rodríguez Cereijo, conhecido como Horacio Guarany (Las Garzas, 15 de maio de 1925Luján, 13 de janeiro de 2017), foi um cantor nativista e escritor argentino.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Filho de José Rodriguez, um índio correntino, e de Feliciana Cereijo de Rodriguez, nascida em León, Espanha.[2]

Com 14 filhos, seu pai trabalhou como lenhador para a empresa britânica La Forestal.

Em 1943, viajou a Buenos Aires para tentar a carreira de cantor. Passa a morar em uma pensão e cantar em La Boca, Buenos Aires, no botequim La Rueda, ganhando para subsistência. Trabalhou, depois, de marinheiro embarcado e foguista, antes de seguir sua carreira bem-sucedida.[2]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Em 1957, debuta na Radio Belgrano, conseguindo que sua composição "El mensú", de Ramón Ayala, fosse executada nas emissoras de radio.

Foi pioneiro do Festival Nacional de Cosquín em 1961, e ano após ano salientou-se com: "Guitarra de medianoche", "Milonga para mi perro", "La guerrillera, "No sé por qué piensas tú", "Regalito", "Si se calla el cantor".

Gravou mais de 80 discos e compôs mais de 600 canções.[3]

No cinema[editar | editar código-fonte]

En 1972 filma seu primeiro longametragem Si se calla el cantor, com Olga Zubarry, sobre o triunfo de um cantor, após más experiencias.

Em 1974, dirigido pelo mesmo director Enrique Dawi, filma La vuelta de Martín Fierro, com Onofre Lovero, da obra de José Hernández.

Durante o período ditatorial na Argentina, exilou-se na Espanha. Com a redemocratização do pais em 1983, retomou os recitais e aprentações em televisão.[2] Em 1987 atua na "Fiesta Nacional da Tradición Frente al Mar" em Miramar (Província de Buenos Aires).

Compôs "Balderrama", que fez parte da trilha sonora de Che cantada por Mercedes Sosa.

Novelas[editar | editar código-fonte]

De 1992 a 1993 escreveu:

  • El loco de la guerra
  • Las cartas del silencio
  • Sapucay

Referências

  1. «Murió Horacio Guarany» (em espanhol). Clarín. 13 de janeiro de 2017. Consultado em 13 de janeiro de 2017 
  2. a b c «El folklorista Horacio Guarany cumple hoy 87 años» (em espanhol). Cadena3. Consultado em 14 de janeiro de 2017 
  3. «Horacio Guarany» (em espanhol). Fundacion Konex. Consultado em 14 de janeiro de 2017 
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