Hornero

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Hornero foi um cavalo extraordinário e representa o chefe-maior da raça crioulo na América do Sul[1]. Sua história transcorreu-se principalmente em Uruguaiana, Bagé e Dom Pedrito, municipios do Estado do Rio Grande do Sul, no Brasil. La Invernada Hornero foi importado do Chile pelos criadores Flávio Bastos Tellechea e Dirceu dos Santos Pons.

Contada nos versos de Rodrigo Bauer e canta por músicos regionais, como Joca Martins e José Cláudio Machado, o Hornero e seu patrimônio genético continuam vivos em seus descendentes conquistando Freios de Ouro e aperfeiçoando a raça. Através da sua progênie tornou-se o mais importante reprodutor da raça crioula até nossos dias. Sabe-se que, para uma boa função, é necessária uma morfologia equina correta, porém uma boa morfologia não está sempre acompanhada de uma função eficiente.

O talento zootecnista Flávio Bastos Tellechea, aliado à visão empresarial de Roberto Bastos Tellechea, consolidaram o sucesso da marca: 77% dos vencedores do Freio de Ouro e do ranking morfológico da Expointer têm genética BT.

Em 1982 com a morte de Roberto Bastos Tellechea, seus sucessores passaram a utilizar a marca BT do Junco. Em 1990, com a falta de Flávio Bastos Tellechea, seus descendentes herdaram o afixo BT.

Referências