House, M.D.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de House, M.D)
Ir para: navegação, pesquisa
House M.D.
Dr. House / House (PT)
Dr. House (BR)
House logo.svg
Informação geral
Formato Série
Gênero Drama médico
Duração 43 min. (aproximadamente)
Estado Finalizada
Criador(es) David Shore
País de origem  Estados Unidos
Idioma original Inglês
Produção
Produtor(es) executivo(s) Paul Attanasio
Katie Jacobs
David Shore
Bryan Singer
Thomas L. Moran
Russel Friend
Garrett Lerner
Distribuída por NBCUniversal Television Distribution
Elenco Hugh Laurie
Lisa Edelstein
Omar Epps
Robert Sean Leonard
Jennifer Morrison
Jesse Spencer
Olivia Wilde
Peter Jacobson
Kal Penn
Anne Dudek
Amber Tamblyn
Odette Annable
Charlyne Yi
Tema de abertura "Teardrop"
Compositor da música tema Massive Attack
Empresa(s) de produção Heel and Toe Films
Shore Z Productions
Bad Hat Harry Productions
NBC Universal Television Studio (2004-07)
Universal Media Studios (2007-11)
Universal Television (2011-12)
Exibição
Emissora de televisão original Fox Broadcasting Company
Formato de exibição 480i (SDTV)
1080i (HDTV)
Transmissão original 16 de novembro de 2004 - 21 de maio de 2012
N.º de temporadas 8
N.º de episódios 177 (Lista de episódios)

House, M.D.[1] ou simplesmente House (no Brasil, Dr. House)[2], é uma aclamada série médica norte-americana criada por David Shore e exibida originalmente nos Estados Unidos pela Fox de 16 de novembro de 2004 a 21 de maio de 2012. Seu personagem principal é o Dr. Gregory House, interpretado pelo ator inglês Hugh Laurie. A série passa-se num hospital universitário fictício chamado Princeton-Plainsboro Teaching Hospital, na cidade de Princeton no estado de Nova Jersey, nos Estados Unidos.

House é um infectologista e nefrologista que se destaca não só pela capacidade de elaborar excelentes diagnósticos diferenciais, como também pelo seu mau humor, ceticismo e pelo seu distanciamento dos pacientes, comportamento anti-social (misantropia), já que ele tasidera completamente desnecessário interagir com eles. House comumente entra em conflito com os médicos do hospital, incluindo sua própria equipe de diagnóstico, porque a maior parte de seus diagnósticos a respeito das doenças dos pacientes são baseados em hipóteses controversas e pouco prováveis. Seu descaso com as regras e procedimentos padrão do hospital frequentemente geram atrito com sua chefe, administradora do hospital e reitora da faculdade de medicina Drª. Lisa Cuddy (Lisa Edelstein. O único amigo verdadeiro de House é o Dr. James Wilson (Robert Sean Leonard), chefe do departamento de Oncologia. Durante as três primeiras temporadas, a equipe de diagnósticos de House consiste em Dr. Robert Chase (Jesse Spencer), Drª. Alisson Cameron (Jennifer Morrison) e Dr. Eric Foreman (Omar Epps).

Ao final da terceira temporada a equipe se separa, remanescendo apenas Foreman. Gradualmente, House seleciona três novos membros para a equipe: Drª Remy "Treze" Hadley (Olivia Wilde), Dr. Chris Taub (Peter Jacobson) e Dr. Lawrence Kutner (Kal Penn). Kutner faz sua última aparição ao final da 5ª temporada e então só retorna no 22º episódio da 8ª temporada. Chase e Cameron continuam aparecendo em diversos papeis no hospital até o início da 6ª Temporada. À essa altura, Cameron decide sair do hospital e Chase retornar à equipe. Treze se afasta durante boa parte da 7ª Temporada, e seu espaço é preenchido pela estudante de medicina Martha M. Masters (Amber Tamblyn). Cuddy e Masters saem da série antes do início da 8ª Temporada. Foreman se torna o novo Reitor de Medicina, enquanto Drª Jessica Adams (Odette Annable) e Drª Chi Park (Charlyne Yi) se juntam à equipe de House.

House esteve entre as 10 melhores séries dos Estados Unidos de sua à sua 4ª Temporada. Em territórios lusófonos, o programa é transmitido em vários canais: no Brasil na Universal Channel e na Rede Record, e em Portugal na FOX Portugal e na TVI. House também fora o programa de televisão mais assistido do mundo em 2008 [3]. A série recebeu inúmeros prêmios, incluindo cinco Emmys, dois Globos de Ouro, um Prêmio Peabody, e nove People's Choice Awards.

A série conta com oito temporadas completas. No dia 8 de fevereiro de 2012, a Fox anunciou que a 8ª temporada seria a última da série.[4], tendo sua estreia em 3 de outubro de 2011 nos EUA[5] e no Brasil em 3 de novembro do mesmo ano, encerrando-se em 21 de maio de 2012.

Produção[editar | editar código-fonte]

Conceito[editar | editar código-fonte]

Em 2004, David Shore e Paul Attanasio, juntamente com o parceiro de negócios de Attanasio, Katie Jacobs, apresentaram a série (sem nome definido até o momento) à Fox como um programa de médico-detetive no estilo de CSI, um drama investigativo ambientado em um hospital sobre médicos analisando sintomas e tentando descobrir suas causas. Attanasio foi inspirado a produzir um seriado médico após ler a coluna "Diagnóstico", escrita em uma revista do The New York Times pela médica Lisa Sanders, residente no Hospital da Universidade Yale em New Haven, cujo Princeton-Plainsboro Teaching Hospital fora inspirado. A Fox comprou a ideia, contudo, o então presidente, Gail Berman, disse à equipe criativa: "Eu quero uma série médica, mas não quero ver jalecos subindo e descendo pelos corredores"[6]. Jacobs disse que essa obrigação foi uma das principais influências que levaram a série a tomar sua forma final como foi apresentada.

“Nós sabíamos que a emissora buscava uma série processual, e Paul (Attanasio) veio com a ideia de uma série médica que funcionava como um processual policial. Os suspeitos eram as doenças. Contudo, rapidamente eu percebi que nós necessitávamos do elemento de um personagem. Quero dizer, bactérias não possuem motivações.”

David Shore para a revista Writer's Guild [7]

Assim que a Fox aceitou o show, também adquiriu os títulos de produção "Chasing Zebras" e "Circling the drain" ("zebra", no jargão médico – em inglês -, é utilizado para diagnósticos obscuros e não-usuais, enquanto "circling the drain" se refere a pacientes irreversíveis, em casos terminais). A premissa original do show consistia em uma equipe de médicos trabalhando em conjunto para “diagnosticar o indiagnosticável”. Shore percebeu que seria importante para a série possuir um personagem central forte, com a capacidade de examinar as características pessoais de cada paciente, conseguindo diagnosticar suas doenças a partir das mentiras que contavam e dos segredos que guardavam de seus médicos. Assim que Shore e o resto da equipe criativa exploraram as possibilidades de personagens, o conceito do programa se tornou menos processual e sim focado em um papel central de liderança. O personagem foi chamado de “House”, que também foi adotado como o nome da série. Shore, posteriormente, desenvolveu a fundo o restante dos personagens e escreveu o roteiro para o episódio piloto. Bryan Singer, que dirigiu o primeiro episódio e teve um papel importante em apresentar os papeis principais disse que o título era "Todo mundo Mente" ("Everybody Lies", em inglês), e que esta frase fazia parte da premissa da série. Shore disse que o enredo de muitas das primeiras histórias fora baseado no trabalho de Berton Roueché, um escritor do The New Yorker, entre 1944 e 1994, que se especializou na publicação de diagnósticos médicos incomuns.

Enredo[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.
Hugh Laurie, protagonista da série

House é um médico conceituado do estado de Nova Jersey, nos Estados Unidos. Além de conseguir elaborar excelentes diagnósticos, as suas especialidades médicas são a infectologia e a nefrologia. O seu carácter é marcado pelo seu mau-humor, comportamento antissocial, cepticismo, narcisismo e sarcasmo. O local da ação é Princeton-Plainsboro, um moderno hospital universitário público norte-americano.

Quase todos os episódios começam fora do hospital, em aberturas do gênero cold open, com pessoas anônimas a ter um ou vários sintomas de uma doença tratada em cada um desses episódios. House e a sua equipe iniciam o diagnóstico diferencial de um paciente apenas quando o diagnóstico do mesmo falha nos outros hospitais ou durante situações de urgência de Plainsboro, tornando os casos complexos. Apesar de serem raras, as doenças são reais.[8] Os sintomas conhecidos são enunciados e escritos no quadro branco em que no mesmo são deliberadas várias doenças ou outros sintomas que vão surgindo. Como House gosta de mostrar aos outros que tem razão, recorre muitas vezes ao Método socrático. No início de cada tratamento, é muito frequente os médicos associarem um sintoma a uma doença vulgar como lupus, cancro ou infecção.

É muito comum também haver discussões entre House e Dr. Foreman, pois este o-acha um convencido e um "estupor manipulador". Às vezes, os sintomas não são bem definidos porque os pacientes escondem ou simplesmente mentem levando o Dr. House a utilizar muitas vezes a frase "Toda a gente mente / Todo mundo mente" (Everybody lies) corroborando muitas vezes com a frase "os sintomas nunca mentem" (The symptoms never lie). Além do Dr. Eric Foreman, também trabalha com House a Dra. Allison Cameron, conhecida pela forma próxima com que lida com seus pacientes, muitas vezes se envolvendo intensamente com os doentes. Durante a primeira temporada ela diz estar apaixonada pelo Dr. House, mas, depois de um jantar desastroso entre os dois ela desiste dele. Já Durante a terceira temporada, ela se envolve com o Dr. Robert Chase, inicialmente apenas mantendo relações sem sentimentos mas no final da temporada eles começam a namorar. O Dr. Robert Chase é considerado pelos colegas e pelo próprio chefe um "puxa-saco" que sempre concorda com House e aceita suas ideias. Ele é filho de um renomado médico australiano que visita ele na primeira temporada durante seu tratamento contra um câncer mas morre na segunda temporada.

Dadas as teorias de House serem extremamente controversas, as autorizações para as suas práticas são muitas vezes banidas pela diretora, a Dr.ª Lisa Cuddy, sobretudo quando envolvem altos riscos e, por vezes, faltas de ética. No entanto, o médico consegue através da chantagem ou de apostas, contrariar as decisões de Cuddy.

Os tempos livres de House são principalmente passados em conversas com o Dr. Wilson,em que um não vive sem o outro. Às vezes, para atingir certos objetivos, House usa-o recorrendo a desculpas e argumentos falaciosos. House conheceu Wilson durante uma convenção de Medicina em New Orleans que participou pouco tempo depois de concluir a sua graduação de medicina. Wilson acidentalmente partiu uma peça antiga, um espelho, começando assim, uma luta. House pagou-lhe a fiança (depois deste ter acabado por ser preso) pois achou-o interessante.

Outros passatempos favoritos de House são ouvir música clássica ou comercial, assistir a novelas medicinais na sua televisão portátil (que traz sempre consigo) ou ainda jogar jogos eletrônicos numa consola portátil ou no quarto de um paciente em coma, ou ainda tocar guitarra eléctrica.

Cuddy, a sua chefe, é amiga de House desde os tempos da faculdade. Apesar do seu relacionamento ser temperado de ciúmes, segredos, situações engraçadas e desrespeito por parte dele, existe sempre um companheirismo muito grande quando se trata da reitora proteger o médico em casos mais complicados. De modo a poder aumentar o nível social de House, Cuddy obriga frequentemente o médico a interagir com pacientes de clínica geral cumprindo horários. Porém, o médico tenta sempre evitar essa prática com desculpas. Durante as consultas de clínica geral, House consegue determinar, através dos sintomas, o estilo de vida de cada paciente criticando, argumentando, com tratamentos pouco ortodoxos ou com prescrições excêntricas mas consegue impressionar as pessoas com a velocidade e destreza do seu diagnóstico.

Outra característica central é o facto de House estar constantemente a ingerir um medicamento chamado Vicodin para poder controlar as dores pós-operatórias a que a sua perna direita se submeteu anos antes e que o obriga a andar com uma bengala. Uma operação que foi mal sucedida por causa de uma necrose no músculo quadríceps. House admite estar viciado naquele medicamento mas afirma não se tratar de um problema pois "(Os comprimidos) deixam-me trabalhar e levam as dores consigo".[9] O médico já foi aconselhado a fazer uma desentoxicação de modo a poder se livrar do hábito mas nunca conseguiu diminuir a sua dependência. Quando House não tem acesso ao Vicodin, por não lhe ser receitado ou quando se esquece de pedir uma nova embalagem, recorre a outros produtos farmacêuticos narcóticos tais como oxicodona ou morfina. Além destas características, o médico não gosta de usar a bata medicinal/jaleco, achando-a inapropriada à sua imagem.

Gtk-paste.svg Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo.

Influência de Sherlock Holmes[editar | editar código-fonte]

Existem várias semelhanças entre a personagem House e Sherlock Holmes.[10] O próprio nome dos personagens tem similitude (Holmes é similar a Home = casa/lar; House = casa). O criador David Shore considera-se fã do personagem clássico criado por Sir Arthur Conan Doyle.[11]

As semelhanças entre os dois personagens são evidentes em vários episódios da série, como o carácter psicológico que House usa para resolver os casos (bem como evitar aceitá-los) e a morada do médico (apartamento 221B, o mesmo número do apartamento de Holmes).[12] House, assim como Holmes, apoia-se em um extremo poder de observação e dedução para solucionar os casos com que é confrontado. Outras semelhanças incluem o passatempo de House: o médico toca guitarra e piano, Holmes toca violino; bem como na dependência de drogas: House em Vicodin e Holmes em cocaína. Além de ser mau humorado e ao mesmo tempo engraçado. A amizade com Dr. James Wilson também é semelhante à amizade entre Holmes e o Dr. John Watson, e mesmo as iniciais dos amigos são as mesmas: J. W.[13]. Inclusive o fim da série se assemelha muito com o fim das histórias do detetive, uma vez que ambos forjam sua própria morte.

Algumas personagens no universo de House provêm também de Sherlock Holmes: Moriarty, o homem que atirou em House, é o nome do maior inimigo de Holmes, o Professor Moriarty. Em um dos episódios Wilson inventa, como gozação para enganar Taub e Kurtner, que House conheceu "a mulher" chamada Irene Adler e que nunca se recuperou da morte desta por não ter descoberto a tempo qual sua enfermidade. Irene Adler é personagem dos romances de Holmes e sempre é referida como "a mulher".

Elenco e Personagens[editar | editar código-fonte]

Os personagens desta série conta vários atores. Antes da equipa final ter sido escolhida, o produtor Bryan Singer quis que House fosse interpretado por um ator norte-americano.[14] Durante as provas de selecção para a série, Hugh Laurie estava nas filmagens de Flight of the Phoenix. Laurie enviou uma gravação vídeo como sua prova de casting conseguindo evitar o uso de sotaque britânico da língua inglesa, usando mais o norte-americano. Embora outros atores estivessem referenciados para o papel, tais como Denis Leary (Rescue Me), Rob Morrow (Numb3rs) e Patrick Dempsey (Grey's Anatomy), todos foram postos de parte e Laurie foi o escolhido pela sua interpretação, cativando assim o interesse do produtor.[15]

O ator Robert Sean Leonard (para o papel James Wilson), recebeu, além do convite para o papel na série, um outro convite para a série Numb3rs da CBS que, no entanto, rejeitou pelo facto da personagem em Numb3rs aparecer demasiadas vezes. Quanto menos apareço, melhor!, afirmou. O ator também afirmou sentir-se familiar com o ambiente médico, dado que o seu sogro pratica medicina.[16]

O produtor Singer era fã de Lisa Edelstein no papel de prostituta no filme The West Wing e enviou-lhe uma cópia do guião original. Edelstein gostou da personagem Cuddy e foi ao casting para testar a personagem.[17]

O agente do ator australiano Jesse Spencer sugeriu-o para que fosse a uma audição para a personagem Chase, embora tenha mostrado resistência no início. Spencer receava que a série pudesse a vir a ser demasiado similar a General Hospital. Mal viu o guião, o ator mudou de ideia e persuadiu os produtores para mudar a personagem para um australiano.[18]

Omar Epps, que interpreta o papel de Dr. Eric Foreman, diz que inspirou-se no seu papel de interno turbulento na série da NCB ER.[19] Jennifer Morrison afirmou ter feito a pior audição da sua vida. No entanto, o produtor observou o seu papel noutras séries, uma delas era Dawson's Creek, antes dela mesmo ser testada para o papel.[20]

Ator Personagem Temporadas

Elenco Regular[editar | editar código-fonte]

Hugh Laurie Gregory House Regular
Robert Sean Leonard James Wilson Regular
Omar Epps Eric Foreman Regular
Jesse Spencer Robert Chase Regular
Lisa Edelstein Lisa Cuddy Regular
Jennifer Morrison Allison Cameron Regular Convidada
Peter Jacobson Chris Taub Recorrente Regular
Olivia Wilde Remy "Treze" Hadley Recorrente Regular Recorrente
Odette Annable Jessica Adams Regular
Charlyne Yi Chi Park Regular

Elenco Recorrente[editar | editar código-fonte]

Sela Ward Stacy Warner Recorrente Convidada
Currie Graham Mark Warner Recorrente
Chi McBride Edward Vogler Recorrente
David Morse Michael Tritter Recorrente
Kal Penn Lawrence Kutner Recorrente Convidado
Anne Dudek Amber Volakis Recorrente Participação Convidada
Edi Gathegi Jeffrey Cole Recorrente
Andy Comeau Travis Brennan Recorrente
Carmen Argenziano Henry Dobson Recorrente
Michael Weston Lucas Douglas Recorrente
Jennifer Crystal Foley Rachel Taub Participação Recorrente
Andre Braugher Darryl Nolan Jr. Recorrente Convidado
Lin-Manuel Miranda Juan "Alvie" Alvarez Recorrente
Amber Tamblyn Martha M. Masters Recorrente Convidada
Candice Bergen Arlene Cuddy Recorrente
Karolina Wydra Dominika Petrova House Recorrente

Cargos dos Personagens[editar | editar código-fonte]

Episódios[editar | editar código-fonte]

Resumo da série[editar | editar código-fonte]

Temporada Episódios Exibição Original
Início Final
1 22 16 de novembro de 2004 24 de maio de 2005
2 24 13 de setembro de 2005 23 de maio de 2006
3 24 5 de setembro de 2006 29 de maio de 2007
4 16 25 de setembro de 2007 19 de maio de 2008
5 24 16 de setembro de 2008 11 de maio de 2009
6 22 21 de setembro de 2009 17 de maio de 2010
7 23 20 de setembro de 2010 23 de maio de 2011
8 22 3 de outubro de 2011[5] 21 de maio de 2012

O genérico[editar | editar código-fonte]

O genérico (sequência de abertura) começa com o título e uma ressonância magnética, cuja forma da cabeça desfoca-se e aparece o personagem Dr. House que foi filmada no primeiro episódio da primeira temporada. A abertura emprega um número de cenários que acompanham os nomes dos atores. As imagens mostradas são representações anatômicas antigas e antigos raios-x bem como desenhos de partes corporais. A produtora executiva, Katie Jacobs, afirmou que a ordem da sequência não tem significado necessário; no entanto, o nome do criador David Shore aparece em cima de um pescoço, representando assim o cérebro da série.[21]

No que concerne à sequência musical, nos Estados Unidos e em alguns países, é uma parte do single Teardrop, do grupo Massive Attack.[22] Nos países europeus, a versão do genérico tem uma sequência musical chamada House. Os produtores, por motivos de direitos de autor e de políticas de copyright, não conseguiram que a sequência original dos Massive Attack fosse utilizada nas versões europeias da série. O tema europeu de House foi utilizado na 1ª temporada no Brasil. Já a versão brasileira e de Singapura, é totalmente diferente, sem nome ou artista definido. Foi utilizado após a 1ª temporada da série. Além de ser utilizado em Singapura e no Brasil, este tema de abertura também foi utilizado na versão Europeia da série.

Prêmios[editar | editar código-fonte]

De renome internacional, a série venceu vários prêmios e foi nomeada noutros.[23] Ganhou vários Emmys para melhor realizador e melhor argumento, ambos na categoria de séries, bem como o prémio de melhor caracterização (maquilhagem) na categoria de séries.

Em 2006 e em 2007, Hugh Laurie é aclamado melhor ator, título atribuído pelos Globos de Ouro. A série ainda venceu o Prêmio Humanitas na categoria 60 Minutos.

Entre as nomeações, estão as de melhor ator secundário (David Morse) e melhor realizador dos Emmys.

A série foi nomeada para os Globos de Ouro 2009 nas categorias de melhor série dramática e melhor ator em série dramática (Hugh Laurie).[24]

Referências

  1. M.D., em inglês Medicae Doctor (Doutor em Medicina), significa que a pessoa, cujo nome leva essas siglas no fim, é licenciado em Medicina.
  2. Dr. House Rede Record, página visitada dia 16 de junho de 2012.
  3. Eurodata TV Worldwide, Agence France Presse (12 de Junho de 2009). «'House' is the world′s most popular TV show (em inglês. Arquivado desde o original em 1º de Abril de 2012. Consultado em 11 de Setembro de 2016. 
  4. http://tvbythenumbers.zap2it.com/2012/02/08/current-season-to-be-the-last-for-house/119252/.  Falta o |titulo= (Ajuda)
  5. a b «Fox announces 2011-2012 premiere dates». 
  6. MacIntyre, April (17 de Novembro de 2008). «'House M.D.' interview: Katie Jacobs talks Cuddy, Cameron and House triangle (em inglês)» Monsters and Critics [S.l.] Arquivado desde o original em 11 de Janeiro de 2009. Consultado em 11 de Setembro de 2016. 
  7. Challen, p. 41.
  8. Medical Science of House, M.D, Andrew Holtz
  9. Temporada 1, episódio 1
  10. «Academia de Televisão». 
  11. «Desenvolvendo o conceito». 
  12. «Full House». 
  13. «Criar House é difícil». 
  14. «Antes de Hugh Laurie». 
  15. Challen, p.39
  16. «A summer away from House». 
  17. Challen, p.65
  18. «A Young Doctor». 
  19. «Omer Epps volta em Grande!». 
  20. Challen, p. 83
  21. «House, perguntas e respostas». Variety. 
  22. «Pop Matters Television». 
  23. «Lista de galardões». 
  24. «Nomeações para os Globos de Ouro 2009». 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Wikiquote
O Wikiquote possui citações de ou sobre: House, M.D.
Commons
O Commons possui imagens e outras mídias sobre House, M.D.