Hugo de Vries

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Hugo de Vries
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Nascimento 16 de fevereiro de 1848
Haarlem
Morte 21 de maio de 1935 (87 anos)
Lunteren
Cidadania Reino dos Países Baixos
Alma mater
Ocupação botânico, biólogo, geneticista, professor, professor universitário,
Prêmios
Empregador Universidade de Amsterdã
Obras destacadas De ademhaling der planten, Het leven der bloem, De voeding der planten

Hugo Marie de Vries ( Haarlem, 16 de fevereiro de 1848 - Lunteren, 21 de maio de 1935) foi um biólogo neerlandês, um dos três cientistas a quem se atribui o redescobrimento do trabalho de Mendel no ano de 1900, sobre as leis da hereditariedade.

O holandês Hugo de Vries foi precursor do estudo experimental da evolução dos seres vivos e lançou os fundamentos da pesquisa genética.

Educado nas universidades de Leiden, Heidelberg e Würzburg, ocupou em 1878 um posto de professor na Universidade de Amsterdam, no qual se manteve durante trinta anos. Em 1886, observou nítidas diferenças entre a rosa natural Oenothera lamarckiana e espécies cultivadas, o que o levou a analisar o problema da evolução sob enfoque experimental, em substituição ao método de observação e inferência. Cultivando essa espécie, descobriu novas variedades botânicas da planta que apareciam aleatoriamente entre os espécimes normais. Concebeu então a evolução como série de mudanças radicais abruptas que dariam surgimento a novas espécies. Deu ao fenômeno o nome de mutação.

Como resultado de seu interesse pela genética, Vries redescobriu em 1900, ao mesmo tempo que Carl Correns, da Alemanha, e Erich von Tschermak-Seysenegg, da Áustria, os princípios da hereditariedade conhecidos como leis de Mendel. Em Die Mutationstheorie (1901-1903; A teoria das mutações) resumiu o conteúdo das descobertas que o haviam levado a resgatar as ideias do monge Gregor Mendel sobre a herança genética. De Vries estudou também o trânsito por osmose dos alimentos e dos sais através das membranas dos vegetais.[1]

Referências

  1. «Hugo de Vries - BioMania». www.biomania.com.br. Consultado em 26 de agosto de 2016 

Bibliografía[editar | editar código-fonte]