I, Robot (livro)

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I, Robot
Eu, Robô
Capa da primeira edição.
Autor (es) Isaac Asimov
Idioma Inglês
Género Ficção científica
Arte de capa Ed Cartier
Editora Gnome Press
Formato Impresso
Lançamento 2 de Dezembro de 1950
Páginas 253

I, Robot (em português Eu, Robô) é uma coletânea de contos escrita pelo russo Isaac Asimov. Os contos já haviam sido publicados em revistas.

Asimov amarra os contos uns aos outros, como uma pesquisa de um jornalista, que vai entrevistando as pessoas e aí entram os contos. Um dos maiores sucessos de Asimov, contém as Três Leis da Robótica, enunciadas por Asimov e amplamente aceitas até por outros autores. O título da coletânea veio do conto "I, Robot" (1939), de Eando Binder (pseudónimo de Earl e Otto Binder). Asimov queria que o título fosse Mind and Iron, e inicialmente se opôs quando a editora usou o mesmo nome do conto. Isaac Asimov foi fortemente influenciada pelo conto. Em sua introdução escrita para o conto em Isaac Asimov Presents the Great SF Stories (1979),[1] Asimov escreveu:

A obra[editar | editar código-fonte]

O livro é composto de 9 contos que, de forma sucessiva, discorrem sobre a evolução dos robôs através do tempo. A obra se inicia com o conto intitulado "Robbie", um robô-babá incapaz de falar que é discriminado e repudiado pelas pessoas da Terra, culminando com a proibição do uso de robôs no planeta. "Eu, robô" culmina no último conto, no qual a Terra é governada pelo "Coordenador Mundial" Stephen Byerley (sob o qual pairam suspeitas de ser um robô) que administra a Terra através do uso de 4 "máquinas" que ditam o funcionamento da produção, consumo e emprego da mão-de-obra.

Contos[editar | editar código-fonte]

  1. "Robbie"
  2. "Andando em Círculos"
  3. "Razão"
  4. "É Preciso Pegar o Coelho"
  5. "Mentiroso!"
  6. "Um Robozinho Sumido"
  7. "Evasão!"
  8. "Evidência"
  9. "O Conflito Evitável"

Referências

  1. John Huntington (1989). Rationalizing genius: ideological strategies in the classic American science fiction short story Rutgers University Press [S.l.] pp. 208 e 209. 
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