Instituto Federal do Rio Grande do Norte

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Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte
IFRN
Nomes anteriores
Fundação 29 de dezembro de 2008
Tipo de instituição Pública Federal
Localização Brasão de Natal.svg Natal, Brasão do Rio Grande do Norte.svg Rio Grande do Norte.
Docentes 1.380 [1]
Reitor(a) Wyllys Abel Farkatt Tabosa[2]
Campus
Cores da escola Verde, branco e vermelho.
Orçamento anual 284.244.970,10 (2012) [3]

123.767.944,24 (2015) [4]

Página oficial ifrn.edu.br

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) é uma instituição brasileira de ensino superior, médio, técnico e outras modalidades de ensino, vinculada diretamente ao Ministério da Educação. Criado mediante transformação do Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte (CEFET-RN), o IFRN possui hoje uma estrutura multicampi, com unidades de ensino em diversas regiões estratégicas do estado.

De acordo com o Índice Geral de Cursos (IGC) de 2009, elaborado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), o IFRN foi considerado naquele ano o segundo melhor centro universitário do país.[5] Atualmente, com dados do IGC 2010, o IFRN se encontra na 17ª posição contando apenas os Institutos Federais de Educação e na 257ª na classificação geral.[6]

O IFRN possui unidades nos municípios de Natal (Campus Central, Zona Norte e Cidade Alta), Mossoró, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, Ceará-Mirim, Caicó, Currais Novos, Santa Cruz, Nova Cruz, Apodi, João Câmara, Canguaretama, Macau, Pau dos Ferros, São Paulo do Potengi, Ipanguaçu, Parelhas e Lajes.

História[editar | editar código-fonte]

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) surgiu, no ano de 1909, no contexto de uma ação político-educacional do então presidente do Brasil, Nilo Peçanha, que objetivou conceder a instrução primária e profissional a filhos de trabalhadores; criando, através do Decreto n.º 7.566, dezenove escolas de aprendizes artífices e implantando o ensino técnico industrial, em todo o território nacional.

No ano seguinte (1910), num prédio situado no bairro da Cidade Alta, onde funcionara o antigo Hospital da Caridade de Natal, foi instalada a Escola de Aprendizes Artífices do Rio Grande do Norte, formando aprendizes em suas oficinas de alfaiataria, funilaria, marcenaria, sapataria e serralharia.

Em 1914, essa escola foi transformada em Liceu Industrial e passou a funcionar na Avenida Rio Branco, uma das principais artérias da capital potiguar, onde permaneceu até o ano de 1967 (atualmente o prédio foi restaurado e abriga o Câmpus Avançado da Cidade Alta). Ao longo da sua história centenária, a instituição passou por várias mudanças decorrentes de políticas educacionais do Governo Federal, como a da década de 1940, quando incorporou o ginásio industrial aos antigos cursos e passou a ser chamada Escola Industrial de Natal; e a de 1959, quando sofreu uma reestruturação administrativa e teve seu nome mudado para Escola Industrial Federal do Rio Grande do Norte.

Porém, as mudanças mais significativas na "Escola" (como era mais conhecida) ocorreram em 1967, com a conclusão do câmpus da Avenida Senador Salgado Filho; e, em 1968, com a ascensão do ensino industrial ao nível de 2º grau, fazendo surgir a Escola Técnica Federal do Rio Grande do Norte (ETFRN).

Somente, no ano de 1994, inicia sua adequação ao modelo de ensino dos "centros de educação tecnológica" existentes no Brasil, desde 1978. Esse processo foi concluído, em 18 de janeiro de 1999, quando o então presidente do Brasil Fernando Henrique Cardoso assinou o decreto que transformou a "Escola" em Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte (identificada pela sigla CEFET-RN).

No início do presente milênio, o CEFET-RN havia se consolidado como centro de excelência em educação tecnológica no país; e afirmado a missão de formar "o trabalhador-cidadão, ético e consciente das suas responsabilidades sociais", apto para atuar no processo produtivo e participar criticamente das transformações político-sociais da comunidade nos câmpus de Natal (Câmpus sede e Zona Norte), Mossoró, Ipanguaçu e Currais Novos.

Em 2008, por força do Projeto de Lei 3775/2008 foi transformado no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) tendo passado por uma reestruturação e mudado de nome no ano seguinte.

Campi e cursos[editar | editar código-fonte]

Campus Técnico Integrado Técnico Integrado EJA Técnico Subsequente Graduação Pós Graduação
 Apodi Zootecnia Licenciatura em Química Especialização em PROEJA
 Caicó Licenciatura em Física
 Canguaretama Eletromecanica

Informatica

Eventos

 Ceará-Mirim
 Currais Novos
  • Alimentos
  • Guia de Turismo EaD
  • Segurança do Trabalho EaD
  • Licenciatura em Química
  • Sistemas para Internet
  • Tecnologia em Alimentos
 Ipanguaçu
 João Câmara
 Lajes
 Macau Licenciatura em Biologia
 Mossoró Edificações

 Natal - Central

  • Educação Profissional na Modalidade PROEJA
  • Gestão Ambiental
  • Licenciamento Ambiental On Shore
 Natal - Cidade Alta
  • Multimídia
 Natal - Zona Norte Comércio Manutenção e Suporte em Informática
 Nova Cruz
 Parnamirim
 Pau dos Ferros
 Santa Cruz
  • Manutenção e Suporte em Informática
 São Gonçalo do Amarante

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Número de docentes». Consultado em 28 de setembro de 2016 
  2. «Novo reitor do IFRN é empossado nesta quarta-feira». Consultado em 28 de setembro de 2016 
  3. Governo Federal. «Portal da Transparência». Consultado em 16 de agosto de 2013 
  4. Governo Federal. «Portal da Transparência» 
  5. «Cefet-RN se destaca como segundo melhor Centro do país». Fotec.comidia.ufrn.br 
  6. «Indicadores de instituições e cursos». Portal.mec.gov.br. 2010 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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