i (jornal)

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i
https://ionline.sapo.pt/images/Jornal-i-logo.png
Periodicidade Segunda a sexta
Sede TagusPark Núcleo Central, Sala 371, 2740-122 Oeiras - Portugal
País Portugal
Preço 1,50€ (Segunda a quinta) ; 2€ (Sexta)
Fundação 2009 (12 anos)
Diretor Mário Ramires
Editor Luís Claro e Mariana Madrinha[1]

O i (grafado com um I minúsculo) é um jornal diário português. O jornal sai de segunda a sexta-feira, ao contrário de todos os outros diários nacionais portugueses, à data de 2020, que saem todos os dias. O primeiro do i número foi lançado a 7 de maio de 2009.

O i tem um formato mais pequeno do que os jornais convencionais, é totalmente a cores e é agrafado. Foi distinguido com os prémios "Melhor Jornal Europeu" de 2009, atribuído pela European Newspaper Award, e "Jornal mais bem desenhado da Península Ibérica" de 2009, atribuído pela Society for News Design - España, concurso onde ganhou um total de 31 prémios. O jornal britânico The Guardian considerou o jornal i um dos jornais mais inovadores do mundo.[2]

O jornal recusa ter a circulação auditada desde 2015[3].

A 5 de novembro de 2020, o jornal passou a ter um novo logotipo - acompanhado a reformulação do logotipo do semanário-irmão, o Sol -, que acrescentou um N ao I apresentado até então. Foi igualmente acrescentada a palavra "iNEVITÁVEL" ao logotipo, que aparece escrita sobre o mesmo, na vertical.

Proprietários[editar | editar código-fonte]

O jornal i foi criado pelo Grupo Lena, que o vendeu em 2011 ao empresário Jaime Antunes. Manuel Cruz, fundador e proprietário da gráfica Sogapal, comprou o jornal em 2012. A Newshold, uma empresa angolana controlada por Álvaro Sobrinho, adquiriu a publicação em 2014[4].

Com o i a declarar um prejuízo anual de 3,8 milhões de euros, a Newshold declarou falência, encerrando a operação em 2015. Após um processo de despedimento coletivo, a redação do jornal i foi integrada na do semanário Sol. Ambas as publicações passaram a ser controladas pela Newsplex, de Mário Ramires, jornalista e administrador da Newshold que assumiu o cargo de diretor dos dois jornais[5].

O próprio i publicou a gravação do plenário de trabalhadores em que foi anunciada a reestruturação da empresa. Na reunião, Mário Ramires pediu aos trabalhadores para abdicar das indemnizações a que têm direito legal, considerando "ratos" os jornalistas que as exigissem, sublinhando que "ninguém tem direito a nada" do estipulado por lei[6].

Diretores[editar | editar código-fonte]

Foi dirigido por Eduardo Oliveira e Silva, com Ana Sá Lopes e Luís Rosa como diretores-adjuntos até setembro de 2014.[7] O primeiro diretor do i foi Martim Avillez Figueiredo, que se manteve em funções até abril de 2010.

Após um período de transição, em que o cargo foi assegurado por André Macedo, o jornalista Manuel Queiroz assumiu o cargo até 5 de julho de 2011. A partir dessa data, a direção passou a ser comandada por António Ribeiro Ferreira. Mais tarde, a direção do i foi liderada por Eduardo Oliveira e Silva, entre 26 de março de 2012 e setembro de 2014. Após essa data, o jornal passou a ter Luís Rosa como diretor.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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