Ian Currie

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Ian Currie (Vancouver, Canadá, 19365 de Julho de 1992) foi um sociólogo e parapsicólogo canadense especializado em tanatologia, autor de A morte não existe (título original: You cannot die).[1]

Vida acadêmica[editar | editar código-fonte]

Currie graduou-se em antropologia e língua inglesa, com mestrado em sociologia pela University of British Columbia, vindo a tornar-se professor na York University, em Toronto. Em colaboração com pesquisadores de outras áreas de estudo, ele ministrou cursos interdisciplinares sobre tanatologia, além de produzir diversos artigos acadêmicos.

Posteriormente, Currie decidiu dedicar-se exclusivamente à pesquisa nessas áreas. Em 1978, publicou a sua obra-prima, A Morte Não Existe (You Cannot Die: The Incredible Findings of a Century of Research on Death), que foi bem recebida e traduzida para diversas línguas. A obra de Currie investiga evidências de sobrevivência após a morte, por meio de diversas situações reais, tais como mediunidade, memórias de vidas passadas, experiências de quase-morte, projeções da consciência, aparições de pessoas mortas, casos de possessão e locais assombrados por entidades extracorpóreas.

De acordo com o escritor canadense Joe Fisher, Currie se submenteu a sessões de regressão a vidas passadas com o psiquiatra e hipnólogo canadense Dr. Joel Whitton, além de ter realizado diversos experimentos com a médium Carole Davis.

Em 1985 Currie conheceu o escritor Bill Williams durante uma reunião na Association for Past Life Experiences, vindo a se tornarem amigos. Durante a época em que Currie esteve doente, eles fizeram um acordo no qual, quando um deles morresse, este tentaria entrar em contato por meio de um médium ou sensitivo com o propósito de trocar conhecimentos sobre o mundo espiritual.

Após a morte de Currie em 1992, a médium Muriel Williams começou a canalizar e registrar mensagens de Currie, frequentemente recebidas em resposta às questões formuladas pelo seu marido Bill Williams. Muriel veio a falecer em 2003, mas o seu esposo completou e publicou o livro Life in the Spirit World, contendo essas canalizações, em 2006.

Muriel e Bill Williams estavam ambos convencidos que Currie realmente tinha entrado em contato por meio de canalizações psíquicas.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • CURRIE, Ian. A morte não existe: um século de pesquisas e descobertas sobre a morte. Trad. Anna Maria Dalle Luche. São Paulo: Mandarim, 1996.
  • WILLIAMS, Muriel e Bill. Life in the spirit world: the mind does not die. Victoria: Trafford Publishing, 2006.

Referências

  1. «Currie, Ian (1936-1992)» (PDF). Consultado em 23 de agosto de 2009. 

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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