Ibirité

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Ibirité
  Município do Brasil  
Praça do Forúm de Ibirité
Praça do Forúm de Ibirité
Símbolos
Bandeira de Ibirité
Bandeira
Brasão de armas de Ibirité
Brasão de armas
Hino
Gentílico ibiritenense[1]
Localização
Localização de Ibirité em Minas Gerais
Localização de Ibirité em Minas Gerais
Ibirité está localizado em: Brasil
Ibirité
Localização de Ibirité no Brasil
Mapa de Ibirité
Coordenadas 20° 01' 19" S 44° 03' 32" O
País Brasil
Unidade federativa Minas Gerais
Região metropolitana Belo Horizonte
História
Fundação 1 de março de 1963 (59 anos)
Aniversário 25 de fevereiro
Administração
Prefeito(a) William Parreira Duarte (Avante, 2021 – 2024)
Características geográficas
Área total [3] 72,573 km²
População total (estimativa IBGE/2021[1]) 184 030 hab.
Densidade 2 535,8 hab./km²
Clima Tropical de altitude (Cwa)
Altitude 872 m
Fuso horário Hora de Brasília (UTC−3)
CEP 32400-000 a 32449-999[2]
Indicadores
IDH (PNUD/2000[4]) 0,729 alto
PIB (IBGE/2008[5]) R$ 989 768,302 mil
PIB per capita (IBGE/2008[5]) R$ 6 373,68
Outras informações
Padroeiro(a) Nossa Senhora das Graças[6]
Sítio http://www.ibirite.mg.gov.br/ (Prefeitura)
http://www.camaraibirite.mg.gov.br/ (Câmara)

Ibirité é um município do estado de Minas Gerais, Brasil. Sua população em julho de 2021 foi estimada em 184 030 habitantes.[1] Integra a Região Metropolitana de Belo Horizonte e limita-se com os municípios de Belo Horizonte, Betim, Brumadinho, Contagem, Mário Campos e Sarzedo.[7] Sua área é de 73,83 quilômetros quadrados. A sede do município, a 882 metros de altitude, tem sua posição determinada pelas coordenadas geográficas de 20º 01'15" de latitude sul e 40º 03'52" de longitude oeste (Próxima a antiga Estação Ferroviária).

Localizado na zona metalúrgica, de acordo com a classificação de hierarquia urbana adotada pela Fundação João Pinheiro para o estado de Minas Gerais, em 1988, Ibirité foi identificada como centro local de 9º nível, integrando a região polarizada por Belo Horizonte.

O município é cortado pela Linha do Paraopeba da antiga Estrada de Ferro Central do Brasil, atualmente concedida à MRS Logística para o transporte de cargas. [8]

Até abril do ano de 2017, a cidade possuía um CEP único para todo o município, a partir de então, cada rua da cidade passa a ter um CEP individual, segundo os correios isso foi feito para facilitar e agilizar o processo de entrega de correspondências na cidade.

História[editar | editar código-fonte]

Durante os séculos 17 e 18, a região foi desbravada pelos bandeirantes em busca de ouro, pedras preciosas e escravos índios. A região de Ibirité passou então a ser ocupada por fazendas que forneciam gêneros alimentícios aos bandeirantes.[9] Desde 1810, a região era conhecida como "Vargem da Pantana" ou "Várzea do Pantana", em referência a um dos primeiros moradores da região, Manoel Galvão Pantana.[10]

Ainda nos tempos do Primeiro Império, as terras de Ibirité foram concedidas aos cidadãos por D. Pedro I através de cartas de sesmaria por meio de petição requerida ao governador da capitania de Minas Gerais. As primeiras cartas da referida terra foram concedidas ao alferes português Antônio José de Freitas, abrangendo do alto da serra do Rola Moça à Fazenda do Pintado e do Barreiro incluindo a região de Vargem do Pantana.

O primeiro conselho de Vargem do Pantana foi formado pelo agraciado com as terras Antônio José de Freitas, Hilário Ferreira de Freitas e José Pedro de Souza Campos. Este Conselho conseguiu fundar a primeira escola da Vila e adquiriu mais seis alqueires de terra para servir de logradouro público para construção de moradias.

O assentamento inicial do novo povoado transcorreu ao longo do ribeirão do Pantana, às margens de onde hoje é a rodovia estadual MG-040 e a ferrovia que atende a cidade. A inauguração da estrada e da ferrovia promoveram o desenvolvimento de Ibirité, trouxeram novas famílias que trabalhavam em empreendimentos diretamente ligados a esses meios de transporte e acabavam por ali residir com seus descendentes, povoando assim as novas terras.

Nas últimas décadas Ibirité se desenvolveu, sofreu um crescimento urbano acelerado e instalou um Distrito Industrial em 1996. O município caminha hoje para uma diversificação da economia, fortalecendo principalmente o Setor de Serviços. [11]

Linha do tempo[editar | editar código-fonte]

  • 1890 – O povoado foi elevado a Distrito de Sabará.
  • 1890 – No mesmo ano passa à categoria de Vila, ainda pertencendo a Sabará.
  • 1897 – Passou a pertencer ao município de Santa Quitéria (Esmeraldas).
  • 1911 – Passa a pertencer ao município de Contagem.
  • 1923 – Tem sua denominação mudada para Ibirité, palavra indígena que significa “Terra Firme”.
  • 1938 – Passa a pertencer ao município de Betim como Distrito.
  • 1962 – Eleva-se à categoria de Município, com dois distritos: Distrito Sede e Sarzedo.
  • 1963 – Ocorre a 1° eleição para Prefeito, sendo eleito o Sr. José Wanderlei Cabral de Barros.
  • 1976 – É criado o distrito de Durval de Barros
  • 1985 – É criado o distrito de Mário Campos.
  • 1988 – Ibirité passa à categoria de Comarca.
  • 1990 – Dá-se a implantação da Comarca.
  • 1995 – Dá-se a emancipação dos Distritos de Sarzedo e Mário Campos. [12]

Prefeitos eleitos[editar | editar código-fonte]

1° eleito em 1963 José Wanderlei Cabral de Barros, sendo os sucessores:

Brasão do Município[editar | editar código-fonte]

Brasão da Cidade

A idealização do Brasão do Município foi realizada pelo professor Fernando Pierucetti, renomado desenhista e ilustrador Belo Horizontino.

Na parte superior, a letra M estilizada e dispersando raios, representa Maria Santíssima, padroeira da cidade a qual o povo apelidou de Nossa Senhora das Graças, como é conhecida por ter vindo de uma fazenda que existia na região de Rio Acima chamada Fazenda das Graças. A imagem foi trazida pela primeira proprietária de terras em Ibirité - Dona Eulália do Nascimento. Os raios representam as graças de Maria a lançarem sobre a nossa Terra.

Em seu centro possui dois ramos de hortaliças, sustentados por duas hastes. Estes ramos simbolizam a atividade primária nos primórdios do município a horticultura. A esquerda, dois martelos de mineração cruzados e a direita uma cascata, que falam sobre à abundância de minérios e de águas puras que nascem na Serra do Rola-Moça que cerca o município.

Aos lados do Brasão dois coqueiros que simbolizam as terras da Fazenda do Rosário, criada por D. Helena Antipoff notável educadora, e figura primordial no implemento da educação no município. Acima de tudo uma coroa de cinco pontas que é o símbolo da categoria da cidade e abaixo uma faixa com o nome da cidade, composto por duas datas: 1980 - elevação do povoado de Vargem da Pantana à categoria de Vila e 1962 - data de sua elevação a município. [15]

Geografia[editar | editar código-fonte]

Centro da cidade e fórum de Ibirité

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

O município faz parte da Bacia do Paraopeba. Os principais cursos d'água são o Ribeirão Ibirité e o Córrego Capão da Serra. Existe também uma lagoa de tamanho considerável: a Lagoa da Petrobrás. Ibirité também possui vários mananciais e pequenos córregos.

Relevo[editar | editar código-fonte]

A cidade de Ibirité possui bastante relevo, tem um aspecto predominante que é a formação do maciço ao Sul com a denominação de Serra do Rola-Moça. Essa formação limita o município com Brumadinho e atinge picos que superam 1.400m. Na divisa entre essas duas cidades a serra decresce para a passagem do rio Paraopeba que a atravessa. [16]

Clima[editar | editar código-fonte]

Maiores acumulados de precipitação em 24 horas
registrados em Ibirité por meses (INMET)
Mês Acumulado Data Mês Acumulado Data
Janeiro 120 mm 14/01/1981 Julho 43,9 mm 13/07/1972
Fevereiro 135,2 mm 15/02/1961 Agosto 35,3 mm 26/08/1984
Março 81 mm 13/03/2011 Setembro 62 mm 26/09/2012
Abril 92,8 mm 05/04/1984 Outubro 93,4 mm 19/10/2007
Maio 72,2 mm 19/05/1965 Novembro 113 mm 15/11/2008
Junho 46 mm 19/06/1971 Dezembro 112,6 mm 12/12/1992
Período: 01/01/1961 a 31/12/1984, 01/01/1986 a 31/12/1987,
01/01/1991 a 30/11/1995 e 01/03/2001 a 31/12/2015[17]

Ibirité possui duas estações meteorológicas, sendo uma delas do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), situado no campus da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), e outra próxima aos bairros Vista Alegre e Bosque. A primeira estação está situada a 816 metros de altitude e tem um clima ameno graças à vegetação densa desta parte da cidade.

Conforme dados da estação do INMET, referentes aos períodos de 1961 a 1984, 1986 a 1987, 1991 a 1995 e 2001 a 2015, a menor temperatura registrada em Ibirité foi de −1,2 °C em 22 de junho de 1963,[18] e a maior atingiu 37 °C em 21 de outubro de 2003 e 28 de outubro de 2008.[19] O maior acumulado de precipitação em 24 horas foi de 135,2 milímetros (mm) em 15 de fevereiro de 1961. Outros grandes acumulados iguais ou superiores a 100 mm foram 120 mm em 14 de janeiro de 1981, 116,4 mm em 28 de janeiro de 1991, 114 mm em 2 de fevereiro de 1966, 113 mm em 15 de novembro de 2008, 112,6 mm em 12 de dezembro de 1992, 110,8 mm em 14 de janeiro de 1964, 110,7 mm em 27 de novembro de 2011, 107,2 mm em 12 de novembro de 1961 e 100,8 mm em 16 de dezembro de 1984.[17] Dezembro de 2011, com 685,1 mm, foi o mês de maior precipitação.[20]

Dados climatológicos para Ibirité
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima recorde (°C) 36,2 36,1 35 33,5 32,4 30,6 32,1 34,2 36,4 37 36,7 35,2 37
Temperatura máxima média (°C) 29,7 30,4 30 29 27,2 26,1 26,3 27,7 28,7 29,9 29,6 29,2 28,7
Temperatura média compensada (°C) 23 23,2 22,9 21,6 19,2 17,7 17,4 19 21,1 22,5 22,8 22,7 21,1
Temperatura mínima média (°C) 18,1 17,6 17,6 15,5 12,7 10,1 9,7 11,4 14,4 16,1 17,1 17,9 14,9
Temperatura mínima recorde (°C) 10,6 10,6 10,1 5 3,7 −1,2 0,4 2 1,2 5,1 6,2 9,9 −1,2
Precipitação (mm) 286 165,4 175,3 67,6 29,9 11,7 5,7 13,2 53,3 121,5 205,3 349,9 1 484,8
Dias com precipitação (≥ 1 mm) 17 11 12 6 3 2 1 2 4 7 14 18 97
Umidade relativa compensada (%) 80,6 77,6 77,6 77,1 77,8 76,5 72,8 68 68,2 69,3 75,6 80,4 75,1
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) (normal climatológica de 1981-2010;[21] recordes de temperatura:
01/01/1961 a 31/12/1984, 01/01/1986 a 31/12/1987, 01/01/1991 a 30/11/1995 e 01/03/2001 a 31/12/2015)[18][19]


Subdivisões[editar | editar código-fonte]

O município de Ibirité é formado pelos distritos de Ibirité (sede) e Parque Durval de Barros. Estes por sua vez, são divididos em diversos bairros.

Bairros[editar | editar código-fonte]

Economia[editar | editar código-fonte]

A economia de Ibirité não é de grande peso se comparada à sua população. Há até alguns que apelidam o lugar de "cidade dormitório". Grande parte dos residentes de Ibirité trabalha em cidades vizinhas, principalmente Belo Horizonte, Contagem e Betim. Suas principais atividades econômicas são a plantação de hortaliças e a mineração.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, as maiores produções são de: banana (30 toneladas em 2003), cana-de-açúcar (133 toneladas em 2003), cebola (610 toneladas em 2003), feijão (15 toneladas em 2003), mandioca (70 toneladas em 2003), milho (240 toneladas em 2003), tomate (3691 toneladas em 2003). A pecuária representa pouco para o município: em 2003 Ibirité possuía 1 225 cabeças de gado bovino, 78 cabeças de equinos, 9 cabeças de bubalinos e 295 cabeças de vacas ordenhadas (IBGE).

O comércio é uma atividade bastante limitada no município, com grande parte dos estabelecimentos comerciais no centro. A cidade está bem abastecida de estabelecimentos variados, principalmente nos grandes bairros em torno da área central. Conta com grandes lojas de renome nacional e um shopping em plena expansão.

Na década de 1990, instalou-se, no município, um distrito industrial que abriga empresas de diversos ramos. Há também algumas indústrias que atuam fora do distrito. Os principais setores de produção são: confecção de artigos para vestuário, extração de minerais, fabricação de peças para veículos automotores, fabricação de artigos de borracha e plástico, fabricação de máquinas e equipamentos, fabricação de móveis, fabricação de produtos alimentícios e bebidas, fabricação de produtos de madeira, fabricação de produtos têxteis, fabricação de aparelhos elétricos e fabricação de produtos de metal. Um ponto de destaque para a indústria de Ibirité é a Ibiritermo, usina termoelétrica a gás inaugurada no ano de 2002. Mais da metade da área ocupada pela Refinaria Gabriel Passos, da Petrobras, está em território Ibiritenense.

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Educação[editar | editar código-fonte]

Ensino fundamental

Ibirité possui 49 escolas de ensino fundamental, sendo 22 municipais, 16 estaduais e 11 privadas.

Ensino médio

O município possui 13 escolas de ensino médio, sendo todas elas estaduais. Possui ainda o IFMG campus Ibirité Instituto Federal de Minas Gerais que oferece ensino médio integrado a curso técnico (Mecatrônica, Automação Industrial e Sistema de Energia Renovável).

Ensino superior

Existem cinco instituições de nível superior na cidade de Ibirité: A atual Universidade do Estado UEMG - Universidade do Estado de Minas Gerais, IFMG campus Ibirité Instituto Federal de Minas Gerais, Universidade Fundação Mineira de Educação e Cultura, Universidade Norte do Paraná Universidade Cruzeiro do Sul e EADCOM.

Educação especial

A Associação Pestalozzi de Minas Gerais é uma obra de renome mundial, fundada por Helena Antipoff. É a única de suas obras que ainda se mantém fiel aos princípios de sua fundadora.

Transporte[editar | editar código-fonte]

As principais vias de acesso à Ibirité são a MG-040 e a rodovia Renato Azeredo.

Lazer[editar | editar código-fonte]

Em Ibirité, existem poliesportivos e áreas de lazer, além de várias academias na rua.

Referências

  1. a b c «Ibirité». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 24 de janeiro de 2022 
  2. Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. «Busca Faixa CEP». Consultado em 1 de fevereiro de 2019 
  3. IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 dez. 2010 
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  5. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 dez. 2010 
  6. Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC). «Lista por santos padroeiros» (PDF). Descubra Minas. p. 14. Consultado em 14 de setembro de 2017. Cópia arquivada (PDF) em 14 de setembro de 2017 
  7. Erro de citação: Etiqueta <ref> inválida; não foi fornecido texto para as refs de nome ALMG
  8. «Ibirité -- Estações Ferroviárias do Estado de Minas Gerais». www.estacoesferroviarias.com.br. Consultado em 25 de setembro de 2020 
  9. Prefeitura de Ibirité. Disponível em http://www.ibirite.mg.gov.br/prefeitura.html Arquivado em 25 de julho de 2015, no Wayback Machine.. Acesso em 8 de junho de 2015.
  10. City Brazil. Disponível em http://www.citybrazil.com.br/mg/ibirite/historia-da-cidade Arquivado em 4 de março de 2016, no Wayback Machine.. Acesso em 8 de junho de 2015.
  11. https://www.camaraibirite.mg.gov.br/historia-de-ibirite
  12. https://www.camaraibirite.mg.gov.br/historia-de-ibirite
  13. https://www.camaraibirite.mg.gov.br/historia-de-ibirite
  14. https://www.ibirite.mg.gov.br/detalhe-da-materia/info/historia/6506
  15. https://www.ibirite.mg.gov.br/detalhe-da-materia/info/brasao-municipal/6507
  16. https://www.camaraibirite.mg.gov.br/aspectos-gerais-do-municipio-
  17. a b «BDMEP - série histórica - dados diários - precipitação (mm) - Ibirité». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 3 de julho de 2018 
  18. a b «BDMEP - série histórica - dados diários - temperatura mínima (°C) - Ibirité». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 3 de julho de 2018 
  19. a b «BDMEP - série histórica - dados diários - temperatura máxima (°C) - Ibirité». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 3 de julho de 2018 
  20. «BDMEP - série histórica - dados mensais - precipitação total (mm) - Ibirité». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 3 de julho de 2018 
  21. «NORMAIS CLIMATOLÓGICAS DO BRASIL». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 3 de julho de 2018 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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