Ibituruna

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Disambig grey.svg Nota: Para o pico na cidade de Governador Valadares, consulte Pico da Ibituruna. Se ainda procura por outras acepções, veja Ibituruna (desambiguação).
Município de Ibituruna
Bandeira indisponível
Brasão de Ibituruna
Bandeira indisponível Brasão
Hino
Aniversário 1º de março
Fundação março de 1674
Gentílico ibiturunense
Lema Berço da Pátria Mineira
Padroeiro(a) São Gonçalo
Prefeito(a) Heitor Camilo dos Santos (PP)
(2013 – 2016)
Localização
Localização de Ibituruna
Localização de Ibituruna em Minas Gerais
Ibituruna está localizado em: Brasil
Ibituruna
Localização de Ibituruna no Brasil
21° 09' 10" S 44° 44' 52" O21° 09' 10" S 44° 44' 52" O
Unidade federativa  Minas Gerais
Mesorregião Oeste de Minas IBGE/2008 [1]
Microrregião Oliveira IBGE/2008 [1]
Municípios limítrofes Bom Sucesso, Ijaci, Itumirim, Itutinga, Nazareno
Distância até a capital 220 km
Características geográficas
Área 158,618 km² [2]
População 2 966 hab. Censo IBGE/2010[3]
Densidade 18,7 hab./km²
Altitude 834m m
Clima Subtropical úmido
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,724 elevado PNUD/2000 [4]
PIB R$ 27 459,571 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 9 394,31 IBGE/2008[5]

Ibituruna é um município do estado de Minas Gerais, no Brasil. Sua população estimada em 2010 era de 2 865 habitantes.

Topônimo[editar | editar código-fonte]

"Ibituruna" é uma palavra de origem tupi que significa "serra negra", através da junção dos termos ybytyra ("serra/montanha") e un ("negro/preto")[6].

História[editar | editar código-fonte]

Conhecida como "Berço da Pátria Mineira", foi o primeiro povoado fundado em Minas Gerais, em 1674, pelo bandeirante Fernão Dias Paes Leme. Este, ao transpor o Rio Grande, estabeleceu o arraial, deixando no local um marco (pedra que marcava a sesmaria) até hoje existente e muito visitado pelos turistas. Segundo Diogo de Vasconcelos, Ibituruna significa "Serra Negra" e, para Martius, "Nuvem Negra". Em 1962, Ibituruna foi emancipada, passando à categoria de município.

Pontos Turísticos[editar | editar código-fonte]

Igreja Matriz de São Gonçalo do Amarante

Matriz de São Gonçalo do Amarante[editar | editar código-fonte]

A capela de São Gonçalo do Amarante foi criada por provisão em 1769. A partir daí, passou por diversas modificações até chegar aos dias de hoje. O tempo fez com que características do barroco fossem perdidas, pouco se vê das características originais. Dentro do templo, conserva-se a imagem primitiva de São Gonçalo do Amarante. Porém, algumas imagens foram roubadas e nunca recuperadas.

Antiga Estação Ferroviária, agora restaurada

Igreja de Nossa Senhora do Rosário[editar | editar código-fonte]

De características mais antigas que a própria igreja matriz, a igreja em honra a Nossa Senhora do Rosário tem uma característica simples e acolhedora, como casa de mãe. Hoje, devido o descaso, encontra-se interditada e escorada por grandes pedaços de madeira, já que existe o risco de desabamento.

Igreja de São Sebastião[editar | editar código-fonte]

A mais nova dentre as igrejas do município. Encontra-se no bairro São Sebastião e é pouquíssimo utilizada pela comunidade. Não se celebram mais missas na localidade.

Marco de Sesmaria[editar | editar código-fonte]

Praça Fernão Dias[editar | editar código-fonte]

Antiga Estação Ferroviária[editar | editar código-fonte]

Prefeitos[editar | editar código-fonte]

Mandato Prefeito Vice Notas
2018-2020 Heitor Camilo dos Santos Edson Gameleira (Lolé)
2017-2018 Everaldo Teixeira - Presidente da Câmara
2017 Francisco Antônio Pereira (Chico) Marli Aparecida Oliveira Mandato Cassado
2013-2016 Herbert Teixeira (Bertinho)
2009-2012 Francisco Antônio Pereira (Chico) Heitor Camilo dos Santos
2005-2008 Francisco Antônio Pereira (Chico) Romeu Ananias de Sousa

Referências

  1. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008. 
  2. IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010. 
  3. «Censo Populacional 2010». Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de novembro de 2010. Consultado em 11 de dezembro de 2010. 
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008. 
  5. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010. 
  6. http://www.fflch.usp.br/dlcv/tupi/vocabulario.htm
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