Igreja Católica no Brasil

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Brasil
Basílica de Nossa Senhora Aparecida em Aparecida (SP).
Ano 2015
Santo padroeiro Nossa Senhora Aparecida
São Pedro de Alcântara[1]
São José de Anchieta
Católicos 123 000 000
População 190 755 799
Paróquia 11 011
Presbíteros 24 528
Seminaristas 11 627
Diáconos permanentes 3 308
Religiosos 10 282
Religiosas 30 528
Primaz Murilo Sebastião Ramos Krieger
Presidente da Conferência dos Bispos Católicos Walmor Oliveira de Azevedo
Núncio apostólico Giovanni d'Aniello
Códice BR

O catolicismo apostólico romano é atualmente a maior religião do Brasil, ativa no país desde o período pré-colonial, quando foi introduzida por missionários que acompanhavam os colonizadores portugueses. A Igreja Católica exerce grande influência nos aspectos político, social e cultural dos brasileiros.

O catolicismo tem sido a principal religião do Brasil desde o século XVI. Ela foi introduzida por missionários que acompanharam os exploradores e colonizadores portugueses nas terras do país recém-descoberto. O Brasil é considerado o maior país do mundo em número de católicos nominais, sua hegemonia deve ser relativizada devido ao grande sincretismo religioso existente no país. Entre as tradições populares do catolicismo no Brasil, estão as peregrinações à Igreja de Nossa Senhora Aparecida. Nossa Senhora Aparecida acabou por tornar-se a Padroeira do Brasil. Outras festas católicas importantes são o Círio de Nazaré, Festa do Divino e a Festa do Divino Pai Eterno, mais conhecida como Romaria de Trindade, em Goiás. No transcorrer do século XX, foi diminuindo o interesse pelas formas tradicionais de religiosidade no país. Um reflexo disso é o grande número de pessoas que se intitulam católicos não praticantes.[2]

As principais lideranças da Igreja Católica no Brasil são os bispos e arcebispos do país, dentro dos quais se destacam: o núncio apostólico Dom Giovanni d'Aniello, o presidente da CNBB e cardeal, Dom Raymundo Damasceno Assis, os demais cardeais brasileiros: Dom Eugênio de Araújo Sales, Dom José Freire Falcão, Dom Dimas Lara Barbosa, Dom Serafim Fernandes de Araújo, Dom Frei Cláudio Hummes (O.F.M.), Dom Geraldo Majella Agnelo, Dom Eusébio Oscar Sheid (S.C.J.) e Dom Odilo Pedro Scherer, além do primaz do Brasil, Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger (S.C.J.).

Segundo pesquisa de 2014, 81% da população brasileira foi criada no catolicismo, porém apenas 61% da população permanecia católica nesse ano, uma diferença de 20%. Um dos desafios enfrentados pela Igreja Católica no Brasil é a perda de fiéis para igrejas protestantes e, em menor medida, para a irreligião.[3]

História[editar | editar código-fonte]

O catolicismo chegou ao Brasil já no descobrimento, e lançou profundas raízes na sociedade desde o primeiro momento de interação portuguesa[4][5][6][7] com os habitantes indígenas. Durante o período de colonização, ordens e congregações religiosas assumem serviços nas paróquias e dioceses, a educação nos colégios, a evangelização do indígena e inserem-se na vida do país.

O catolicismo era a religião oficial de Portugal e de suas colônias e todos os habitantes do Brasil tinham que obrigatoriamente adotá-lo como religião: os índios foram evangelizados por meio da catequese e os colonos nascidos no Brasil aceitavam-no como pressuposto de cidadania. Os escravos africanos eram batizados no porto de procedência ou desembarque e sua religiosidade apenas conseguiu sobreviver por meio do sincretismo com o catolicismo e os judeus, sob a ameaça da Inquisição, transfiguraram-se em cristãos-novos.[8][9][10]

A primeira confraria brasileira foi a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Olinda, criada em 1539. No ano seguinte surgiu o primeiro hospital do Brasil, a Santa Casa de Misericórdia de Olinda, destinada a atender os enfermos dos navios dos portos e moradores das vilas e povoados.[11][12][13]

Frades franciscanos apareceram nas capitanias com precocidade. As missões propriamente ditas se instalaram mais tarde: em 1549 seis jesuítas (padres da Companhia de Jesus) acompanharam o governador-geral Tomé de Sousa, chefiados pelo padre Manuel da Nóbrega; ficaram famosos o padre José de Anchieta e o Padre João de Azpilcueta Navarro. Os carmelitas chegaram em 1580, as missões dos beneditinos tiveram início em 1581, as dos franciscanos em 1584, as dos oratorianos em 1611, as dos mercedários em 1640, as dos capuchinhos em 1642. Durante o século XVI e o século XVII, a legislação buscou certo equilíbrio entre Governo central e Igreja, tentando administrar os conflitos entre missionários, colonos e índios.

Até meados do século XVIII, o Estado controlou a atividade eclesiástica na colônia por meio do padroado. Arcava com o sustento da Igreja e impedia a entrada no Brasil de outros cultos, em troca de reconhecimento e obediência. O Estado nomeia e remunera párocos e bispos e concede licença para construir igrejas. Confirma as condenações dos tribunais da Inquisição e escolhe as formas de punição; em contrapartida, controla o comportamento do clero, pela Mesa da Consciência e Ordens, órgão auxiliar do Conselho Ultramarino.

Em 1707, com as Constituições Primeiras do Arcebispado da Bahia, elaboradas por bispos em uma reunião em Salvador, a hierarquia da Igreja conquista mais autonomia. As constituições uniformizam o culto, a educação, a formação do clero e a atividade missionária. Não impedem, porém, o agravamento dos conflitos entre colonos e padres, em torno da escravização dos índios, que desembocam no fechamento da Companhia de Jesus pelo Marquês de Pombal em 1759. Nas décadas de 1860 e 1870, a Santa Sé, em Roma, decreta regras mais rígidas de doutrina e culto. Bispos brasileiros, como Dom Antônio de Macedo Costa, Bispo de Belém do Pará e Dom Vital de Oliveira, Bispo de Olinda, acatam as novas diretrizes e expulsam os maçons das irmandades. Isso não é aceito pelo governo, muito ligado à maçonaria, dando início à chamada Questão religiosa, culminando com o encarceramento e trabalhos forçados destes bispos em 1875.

Em 7 de janeiro de 1890, logo após a proclamação da República, é decretada a separação entre Igreja e Estado. A República acaba com o padroado, reconhece o caráter laico do Estado e garante a liberdade religiosa. Em regime de pluralismo religioso e sem a tutela do Estado, as associações e paróquias passam a editar jornais e revistas para combater idéias anarquistas, comunistas ou protestantes.

A partir da década de 30, o projeto desenvolvimentista e nacionalista de Getúlio Vargas influencia a Igreja no sentido de valorização da identidade cultural brasileira. Assim, a Igreja expande sua base social para além das elites, abrindo-se para as camadas médias e populares. A Constituição de 1934 prevê uma colaboração entre Igreja e Estado. São atendidas as reivindicações católicas, como o ensino religioso facultativo na escola pública e a presença do nome de Deus na Constituição. Nessa época, o instrumento de ação política da Igreja é a Liga Eleitoral Católica (LEC), que recomenda os candidatos que se comprometem a defender os interesses do catolicismo.

Multidão de fiés na Basílica de Nossa Senhora Aparecida durante celebrações da visita do Papa Bento XVI ao Brasil em maio de 2007.

Contra a ascensão da esquerda, a Igreja apóia a ditadura do Estado Novo em 1937. São do período os círculos operários católicos, favorecidos pelo governo para conter a influência da esquerda.

Em 1952 é criada a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que coordena a ação da Igreja no país. No final dos anos 50, a Igreja preocupa-se com questões sociais geradas pelo modelo de capitalismo no país, como a fome e o desemprego. Em 1960, a Juventude Universitária Católica (JUC), influenciada pela Revolução Cubana, declara sua opção pelo socialismo. Pressões de setores conservadores da Igreja levam os militantes da JUC a criar um movimento de esquerda, a Ação Popular (AP). Na época, a Igreja está dividida quanto às propostas de reformas de base do presidente João Goulart.

Com o Regime Militar de 1964 crescem os conflitos entre Igreja e Estado. A partir de 1968, com o Ato Institucional nº 5 (AI-5), há uma ruptura total diante da violenta repressão - prisões, torturas e assassinatos de estudantes, operários e padres e perseguições aos bispos. Na época, a Igreja atua em setores populares, com as comunidades eclesiais de base. Inspiradas na Teologia da Libertação, elas vinculam o compromisso cristão e a luta por justiça social. Os abusos contra a ordem jurídica e os direitos humanos levam a Igreja a se engajar fortemente na luta pela redemocratização, ao lado de instituições da sociedade civil.

Ao longo dos anos 80 e 90, com a redemocratização da sociedade brasileira e com alguns de seus ensinamentos fortemente criticados pela Santa Sé, a Teologia da Libertação perde parte de sua influência. Nesse período cresce o vigor da Renovação Carismática Católica, surgida nos EUA. Em oposição à politização da Teologia da Libertação, o movimento busca uma renovação em práticas tradicionais do catolicismo pela ênfase numa experiência mais pessoal com Deus.

Contexto atual[editar | editar código-fonte]

Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil.
Nossa Senhora das Lágrimas, a aparição mariana que foi reconhecida no Brasil.

No transcorrer do século XX foi percebida uma diminuição no interesse em formas tradicionais de religiosidade. Um reflexo disso é a grande massa de católicos não praticantes hoje presente no país. No censo IBGE de 2000, 40% dos que responderam ser católicos diziam ser "não praticantes".[carece de fontes?]

Na hierarquia católica brasileira estão hoje presentes três vertentes principais: o clero tradicionalista, mais conservador e defensor da ortodoxia; os remanescentes da Teologia da Libertação, que desde os anos 70 tem formado uma espécie de "esquerda" eclesiástica; e os adeptos da Renovação Carismática ou de Comunidades Carismáticas, movimentos mais recentes e vigorosos.

Entre as tradições populares do catolicismo no Brasil estão as peregrinações à Basílica de Nossa Senhora Aparecida, o quarto santuário mariano mais visitado do mundo[14], que é capaz de abrigar até 45.000 fiéis.[15] Nossa Senhora Aparecida acabou por tornar-se a Padroeira do Brasil.[16] Outras festas católicas importantes são o Círio de Nazaré, a Festa do Divino Espírito Santo, a Festa do Divino Pai Eterno (mais conhecida como Romaria de Trindade, em Goiás), e a Romaria de Nossa Senhora Medianeira (que ocorre anualmente no segundo domingo de novembro, em Santa Maria, na região central do Rio Grande do Sul). É de destacar também o culto devocional a Nossa Senhora das Lágrimas, uma notável aparição mariana ocorrida em Campinas e que cedo obteve o reconhecimento diocesano da Igreja Católica.

A Renovação Carismática Católica tem forte presença leiga e já responde sozinha por grande parte dos católicos praticantes no país. O movimento tende a ter uma moral conservadora e assemelha-se em certos aspectos às Igrejas Pentecostais, como no uso dos dons do Espírito Santo.

Procissão de Ramos na Semana Santa em Pirenópolis, Goiás. Manifestação do catolicismo popular realizada no local desde 1728 pela Irmandade do Santíssimo .

Uma das Comunidades Carismáticas mais conhecidas é a Canção Nova que é presidida pelo Monsenhor Jonas Abib, um dos precursores da Renovação Carismática Católica no Brasil, e possui um canal de televisão e uma estação de rádio mantidos por doações; a sua sede fica na cidade de Cachoeira Paulista. Outro ícone da RCC no Brasil é Padre Marcelo Rossi, fenômeno de mídia e cultura de massas que surgiu no final da década de 90. Cantando e fazendo coreografias em programas de televisão e missas lotadas, ele se propõe a pregar a mensagem de Cristo conforme ensinada pela Igreja Católica.

Estão presentes também o Opus Dei, o Caminho Neocatecumenal e o Regnum Christi dos quais participam milhares de pessoas no Brasil, suscitam um grande empenho e aprofundamento na fé dos leigos e têm apoio do clero.

Características do catolicismo brasileiro[editar | editar código-fonte]

De acordo com a revista América, os católicos brasileiros são os que mais associam a imagem de Deus com o amor e com uma mãe, em todo o mundo. Eles também são mais propensos a verem a natureza humana como boa, em vez de corrupta, e o mundo como bom, em vez de mau. Os católicos brasileiros são menos propensos a acreditar na literalidade da Bíblia, em comparação aos evangélicos. Quase 75% rezam todos os dias, mas apenas 12% se envolvem em atividades da igreja; apenas 26% dizem que são "muito religiosos".[17]

No Brasil, os católicos são menos conservadores que os evangélicos em assuntos como sexo antes do casamento, coabitação antes do casamento, homossexualidade e aborto.[17]

Segundo pesquisa de 2014, a maioria dos católicos brasileiros (51%) são a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo, número que cresce para 54% entre os sem religião e decresce para 25% entre os evangélicos. 84% afirmam que o uso de métodos contraceptivos não é moralmente errado; 76% são contra o aborto legal em todos os casos ou na maioria deles; 47% que fazer uso de bebida alcoólica é moralmente errado; 17% que o divórcio é moralmente errado; 44% que o sexo fora do casamento é moralmente errado; 68% acreditam na evolução das espécies; 56% dizem que os padres deveriam poder se casar; 78% que mulheres deveriam poder ser ordenadas na igreja; 64% que a religião deve ser mantida separada de políticas de governo.[3]

Distribuição geográfica e perda de fiéis[editar | editar código-fonte]

Nas últimas décadas, é notável o decréscimo na participação de católicos na população brasileira, sobretudo a partir da década de 1990. Em 1872, 99,71% dos brasileiros eram católicos; 95% em 1940; 83,34% em 1991; 73,89% em 2000; 68,43% em 2009. Ao mesmo tempo, cresceu no país o número de evangélicos, de pessoas sem religião e de seguidores de outras crenças.[18]

Segundo pesquisa da FGV de 2009, o catolicismo no Brasil vem perdendo fiéis sobretudo nos bolsões de pobreza situados em regiões metropolitanas, em especial para igrejas evangélicas pentecostais e para a não religiosidade. O estudo apontou que a "velha pobreza brasileira", particularmente as áreas rurais do Nordeste, mais assistida por programas de governo, continua fortemente católica, ao passo que a "nova pobreza", isso é, a periferia das grandes cidades, menos assistidas por programas sociais, estaria migrando para o protestantismo e para a irreligiosidade.[18]

O estudo apontou que o catolicismo continua forte entre os brasileiros mais pobres (72,8% na classe E) e entre os mais ricos (69,1% nas classes A e B). As regiões mais católicas do país são o Nordeste e o Sul.[18]

Pesquisas mostram que o catolicismo perde adeptos sobretudo entre os jovens brasileiros: segundo o Instituto Data Popular, somente 44% dos brasileiros de 16 a 24 anos definiam-se como católicos. Esse fenômeno é denominado de "descatolização". Na arquidiocese de Porto Alegre, por exemplo, a quantidade de batizados, primeiras comunhões, crismas e casamentos vem diminuindo ininterruptamente. Em 2008, foram batizadas 26,8 mil crianças, contra 20,8 mil em 2013. Houve também quedas ainda maiores na primeira eucaristia (de 14,9 mil para 8,2 mil), nas crismas (de 7,6 mil para 4,8 mil) e até nos casamentos (de 3,1 mil para 1,8 mil).[19]

Segundo o sociólogo da religião Ricardo Mariano, em décadas passadas, havia uma simbiose entre ser brasileiro e ser católico. Em 1940, meio século após a separação entre Estado e Igreja, 95% dos brasileiros ainda se consideravam católicos. O Estado laico existia no papel, mas não na realidade de fato, porquanto "A Igreja Católica era muito grande. Imprensa, delegacias de polícia, juízes, intelectuais e uma série de outras categorias, além do clero, criavam dificuldades para os outros credos, que foram discriminados e perseguidos". No Brasil, muitas pessoas diziam-se católicas como resposta a uma "pressão social", fato que explica o incontável número de católicos, porém "não praticantes" no país.[19]

Apenas na segunda metade do século XX é que a liberdade religiosa no Brasil realmente se tornou realidade. Segundo o sociólogo, nesse novo cenário de pluralismo, "é natural que as pessoas façam algo que não era tão comum no passado: refletir sobre qual é a sua religião e tomar uma decisão diante das opções disponíveis". A liberdade de escolha ajuda a explicar a perda de fiéis da Igreja Católica para a irreligiosidade, bem como de pessoas que vão procurar abrigo em outras igrejas, particularmente nas evangélicas. Outra consequência do pluralismo "seria a presente amplificação de conflitos, controvérsias e debates públicos envolvendo questões como feminismo, orientação sexual, aborto e direitos das minorias".[19]

Segundo pesquisa do Datafolha de 2018, os católicos já são minoria entre os brasileiros de 16 a 24 anos (46% de católicos, 33% de evangélicos e 13% sem religião) e de 25 a 34 anos (49% católicos, 34% evangélicos e 10% sem religião). Para toda a população, a distribuição religiosa encontrada foi: 56% católicos, 30% evangélicos, 7% sem religião e 7% outras.[20]

Catolicismo por estado[editar | editar código-fonte]

Mapa da porcentagem de católicos no Brasil por estado

De acordo com a Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas, a porcentagem de católicos por Estado Federal se distribui da seguinte maneira[21]:

Posição Estado Porcentagem de católicos Religião predominante[22]
1 Piauí 87,93% Catolicismo
2 Ceará 81,08%
3 Paraíba 80,25%
4 Sergipe 79,96%
5 Maranhão 78,04%
6 Alagoas 72,3%
7 Santa Catarina 73%
8 Rio Grande do Norte 73,98%
9 Minas Gerais 73,32%
10 Bahia 71,39%
11 Rio Grande do Sul 71,37%
12 Amapá 70,89%
13 Mato Grosso 70,63%
14 Tocantins 70,60%
15 Paraná 69,82%
16 Amazonas 67,68%
17 Pará 66,55%
18 São Paulo 66,12%
19 Goiás 65,42%
20 Pernambuco 63,84%
21 Mato Grosso do Sul 63,70%
22 Espírito Santo 57,04%
23 Distrito Federal 55,88%
24 Rondônia 52,89%
25 Acre 50,73%
26 Rio de Janeiro 49,83%
27 Roraima 46,78%

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. O “Padroeiro do Brasil”, São Pedro de Alcântara Franciscanos. Página acessada em 2 de janeiro de 2016.
  2. http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=2170&id_pagina=1
  3. a b «Religion in Latin America: Widespread Change in a Historically Catholic Region» (PDF). pewforum. Consultado em 22 de agosto de 2016 
  4. Professor de história explica a presença da Igreja Católica no Brasil
  5. Religiosidade no Brasil
  6. Catolicismo na literatura brasileira: da negação na história à redescoberta
  7. SINCRETISMO RELIGIOSO NO BRASIL: UMA ANÁLISE HISTÓRICA DAS TRANSFORMAÇÕES NO CATOLICISMO, EVANGELISMO, CANDOMBLÉ E ESPIRITISMO.
  8. PLURALISMO E MULTIPLICIDADES RELIGIOSAS NO BRASIL CONTEMPORÂNEO
  9. SINCRETISMO AFRO-BRASILEIRO E RESISTÊNCIA CULTURAL*
  10. Inquisição, religiosidade e transformações culturais: a sinagoga das mulheres e a sobrevivência do judaísmo feminino no Brasil colonial — Nordeste, séculos XVI-XVII1
  11. «Catálogo - ID: 44158». IBGE. Consultado em 6 de abril de 2019 
  12. «Projeto de Extensão do curso de História começa a dar os primeiros resultados». Unicap. Consultado em 6 de abril de 2019 
  13. «A Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Olinda e seu prestigio social e político em Pernambuco». ABHR. Consultado em 6 de abril de 2019 
  14. Allen, John. "A look ahead to Benedict in Brazil". National Catholic Reporter. 3 de maio de 2007. Página visitada em 26 de dezembro de 2011.
  15. "Our Lady of Aparecida". Marie de Nazareth. 2006. Página visitada em 26 de dezembro de 2011.
  16. "Our Lady of Aparecida" Arquivado em 2 de janeiro de 2011, no Wayback Machine.. Patron Saints Index. 6 de agosto de 2010. Página visitada em 26 de dezembro de 2011.
  17. a b Scalon, Maria Celi. "Catholics and Protestants in Brazil". America Magazine. August 18, 2003.
  18. a b c FGV. "Novo Mapa das Religiões". Fundação Getúlio Vargas. 2011.
  19. a b c Zero Hora. "Ser brasileiro e ser católico não é mais a mesma coisa. Quais serão os impactos desta mudança?". Zero Hora Vida e Estilo. 2016.
  20. OPINIÃO SOBRE TEMAS DIVERSOS – INSTITUTO DATAFOLHA - OUTUBRO DE 2018
  21. Centro de Políticas Sociais - Fundação Getúlio Vargas (2009). Novo Mapa das Religiões. Acedido a 26 Agosto 2014 em [1] e [2]
  22. Source: Retratos das Religiões no Brasil, Fundação Getúlio Vargas.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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