Igreja Matriz de Santiago do Cacém

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Fachada da Igreja Matriz de Santiago do Cacém

A Igreja Matriz de Santiago do Cacém, sob a invocação de Santiago Maior, encontra-se classificada como Monumento Nacional pelo Decreto de 16 de Junho de 1910 e pelo Decreto n.º 8518, de 30 de Novembro de 1922. Sem culto permanente, foi salva da ruína pelo Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja, graças à acção decidida de uma pequena equipa orientada por José António Falcão, que promoveu uma vasta campanha de obras de reabilitação, levadas a cabo com a colaboração da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (1993-1996), e assegurou depois a sua manutenção e abertura regular ao público, sob os auspícios de uma Comissão de Salvaguarda, fundada em 1993, que actua em cooperação com o Município.
Alberga o Tesouro da Colegiada de Santiago, núcleo primordial do Museu de Arte Sacra de Santiago do Cacém, fundado em 2002, e é um dos monumentos que integram a Rede de Museus da Diocese de Beja.[1]

Bibliografia seleccionada[editar | editar código-fonte]

  • José António Falcão, Entre o Céu e a Terra. Arte Sacra da Diocese de Beja, I-III, Beja, Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja, 1998.
  • José António Falcão & Fernando António Baptista Pereira, O Alto-Relevo de Santiago combatendo os Mouros da Igreja Matriz de Santiago do Cacém, 2.ª ed., Beja – Santiago do Cacém, Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja – Câmara Municipal de Santiago do Cacém, 2001.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Celso Mangucci, Guia dos Museus do Alentejo, Beja, Turismo do Alentejo, 2010, p. 74.