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Ilha da Armona

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Ilha de Armona

Ilha de Armona
Ilha de Armona está localizado em: Portugal Continental
Ilha de Armona
Coordenadas: 37° 1' 11" N 7° 47' 53" O
Geografia
PaísPortugal Portugal
LocalizaçãoConcelho de Olhão
ArquipélagoIlhas da Ria Formosa
Área3,9 km²
Demografia
População53 (2021)
Densidade13,6  hab./km²

A Ilha de Armona ou, mais invulgarmente, Ilha da Armona é uma ilha da Ria Formosa no concelho de Olhão, no Algarve, Portugal.[1] A ilha está integrada no Parque Natural da Ria Formosa e apresenta superfície 3,90 km².[1] A ligação à cidade de Olhão é feita diariamente por um ferry, de hora a hora, no verão, com um horário um pouco mais reduzido no inverno. no censo de 2021, a ilha registou 53 habitantes.

A ilha é constituída por praias voltadas para a Ria Formosa e voltadas para o mar. Dispõe de um parque de campismo e de cabanas de aluguer, sendo também possível alugar casas particulares. Existem ainda restaurantes perto do molhe, alguns deles com tradição familiar já passados de geração para geração. Na ilha da Armona, não circulam veículos motorizados, exceto os de emergência e de limpeza.[1]

Os adeptos dos desportos náuticos também encontram na ilha de Armona um bom local para a sua prática. Canoagem, vela e mergulho são apenas alguns exemplos. A pesca recreativa é também bastante popular.

Para além da parte habitada da ilha, existe uma secção de cariz mais selvagem, onde é possível encontrar, por exemplo, camaleões e outros exemplares da fauna local.

Em junho de 2019 a Ilha da Armona estreou-se com a bandeira azul e é uma das praias de areal e água mais limpos.

Topónimo

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Para alguns estudiosos Armona tem origem celta. Também existem topónimos menores em Espanha na Galiza na foz do rio Minho, no País Basco[2] (Armona e Armora) e em Sevilha.[3]

Ligações externas

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O Commons possui uma categoria com imagens e outros ficheiros sobre Ilha da Armona

Referências

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  1. 1 2 3 COSTA, José Carlos; et al. (1996). «A vegetação do Parque Natural da Ria Formosa (Algarve, Portugal)» (PDF). Universidad de Salamanca. Consultado em 28 de abril de 2023
  2. Gerardo López de Guerenu (1983). «Toponimia de Contrasta» (PDF). Euskaltzaindia: 415-423. Consultado em 20 de julho de 2018
  3. María Dolores Gordón Peral (14 de outubro de 2013), Lengua, espacio y sociedad: Investigaciones sobre normalización toponímica en España, ISBN 978-3-11-031495-3, De Gruyter, pp. 250–, consultado em 20 de julho de 2018