Ilhas Cayman

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As ilhas Cayman[1][2] (em português brasileiro) [nota 2] ou Caimão (em português europeu) (em inglês: Cayman Islands) são um território ultramarino britânico no Caribe (Caraíbas, em português europeu)[3], a sul de Cuba. Relativamente isoladas e afastadas umas das outras, as ilhas têm em Cuba e na Jamaica, 300 km a sudeste, os vizinhos mais próximos. Compreendem a Grande Caimão, Caimão Brac e a Pequena Caimão. A capital é George Town. Até meados dos anos 60 do século XX, estas ilhas dedicavam-se à agricultura e à pesca. Atualmente, este arquipélago é um conhecido paraíso fiscal. O turismo é também um dos principais atrativos destas ilhas, representando cerca de 70% do produto interno bruto. A população residente é maioritariamente de origem afro-europeia, sendo cerca de 20% jamaicana. Possui uma elevada taxa de alfabetização (98%), e a esperança média de vida é de 79 anos.

História[editar | editar código-fonte]

As ilhas Cayman foram descobertas por Cristóvão Colombo em 10 de maio de 1503, durante a sua quarta viagem à América. O primeiro inglês a visitar oficialmente as ilhas foi Francis Drake, em 1586. Foi governada juntamente com a Jamaica até 1962, quando esta última conseguiu a sua independência e as ilhas Cayman passaram a ser um território ultramarino britânico.


Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. Salmos 24:2
  2. Às vezes também chamadas de Caimans, Caimã ou Caimanes.

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. «Folha de S.Paulo» 
  2. «Acordo entre o Brasil e as Ilhas Cayman» 
  3. http://www.visitecayman.com.br

Ligações externas[editar | editar código-fonte]