In Peccatum

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In Peccatum
Informação geral
Origem Fajã de Baixo, Açores
País  Portugal
Gênero(s) Doom metal, heavy metal, metal gótico
Período em atividade 1998 - actualmente
Integrantes Hélder Almeida
André Gouveia
António Neves
Bruno "Spell" Santos
João Oliveira
Página oficial www.inpeccatum.com

In Peccatum é uma banda portuguesa de doom metal e metal gótico, formada em 1998 por André Gouveia, António Neves e Hélder Almeida (integrando em 2006, Bruno Santos e em 2007, João Oliveira). Originária de Fajã de Baixo (Açores) integrou o movimento que ficou conhecido como a segunda vaga do Heavy Metal Açoriano. O nome original da banda era Hades, que foi posteriormente alterado para Peccatum e, em 1999, para In Peccatum. Esse nome é uma expressão latina que significa uma aproximação ao banido, ao condenado pela sociedade.

Ao longo de mais de uma década, com duas demos e dois EP, a banda surgiu em diversos eventos como o Novas Ondas ’98, Vila Fest, Morbid X Fest, OctoberLoud, Festival de Ponta Delgada, Maratona do Rock, e em outros concertos de menor projecção mediática.

As temáticas abordadas por In Peccatum em seus temas são sobretudo líricas, reflectindo abstracções poetizadas sobre a melancolia, a dor, o abandono e o desespero. O EP Antilia, editado em 2002 é uma conceptualização do ciclo de lendas das Sete Cidades (Antília), nos Açores. O EP MDLXIII, de 2009 tem como temática a erupção do vulcão do fogo que em 1563 ocorreu na ilha de São Miguel.

História[editar | editar código-fonte]

Corria o ano de 1998 quando André Gouveia (Baixo), António Neves (Guitarra) e Hélder Almeida (Bateria) uniram esforços e consumaram o projecto de constituição de uma banda em que pudessem expressar-se lirica e musicalmente. Inspirados, numa primeira fase, por bandas tão distintas como Iron Maiden, Metallica e Moonspell, produziram temas que se poderiam descrever como tentativas errantes de definição de um estilo próprio.

Apesar disto, a banda estreou-se em Outubro de 1998, num concerto no Coliseu Micaelense, no concurso Novas Ondas. Meses mais tarde, é lançada a maquete In Beauty, em que é notória a experimentação musical e a indefinição quanto à sonoridade. No ano seguinte, decididos a adicionar uma sonoridade mais ambiental, os elementos de In Peccatum convidam Pedro Alvim a desempenhar as funções de teclista, algo que fez até 2001.

Enquanto quarteto, In Peccatum assume uma posição mais consistente no panorama local, sobretudo a partir do lançamento da sua segunda maquete, Just Like Tears. Neste registo, as ambiências góticas sobressaem e a banda começa, aos poucos a ganhar um carácter muito próprio e distinto de outros projectos seus contemporâneos. Esta fase fica marcada pela participação em eventos como Morbid X Fest e Vila Fest, ao lado de nomes maiores do panorama musical português não só, como Dismal e Morbid Death.

Em 2001, Pedro Alvim saiu da banda e esta começa a trabalhar nos temas que viriam a incorporar o primeiro registo digital do grupo, o MCD Antília, cujo lançamento foi em 22 de Fevereiro de 2002. O lançamento deste trabalho ficou marcado por um concerto acústico no Salão Nobre da Junta de Freguesia de Fajã de Baixo. Os anos que se seguiram de 2003 a 2005, foram tempos conturbados para a banda, tendo a mesma abrandado a produção de novos temas e aparições ao vivo, uma vez que membros da banda, por motivos profissionais, encontravam-se a residir fora da ilha de São Miguel.

Em 2006, os In Peccatum ganham novo fôlego com a estabilização das vidas pessoais e profissionais dos seus elementos e começam a escrever novos temas tendo em vista um novo registo. Este ano é também marcado por um concerto acústico que foi transmitido em directo na RDP – Açores. Participam ainda neste ano no Festival de Ponta Delgada actuando no palco secundário de um evento que trouxe alguns nomes sonantes da música internacional a São Miguel, nomeadamente Jamiroquai, Daniela Mercury, entre outros. Esse festival foi também a estreia do novo teclista da banda, Bruno "Spell" Santos (ex-Sacred Tears).

Em 2007, a banda acolhe João Oliveira (ex-Strapping Lucy) no papel de baterista, passando Hélder Almeida, o baterista até então, a guitarrista. Nesse ano entram em estúdio e iniciam as gravações do EP MDLXIII. Fizeram também parte do cartaz da primeira edição do festival October Loud.

Após um longo e demorado processo de gravação, marcado por longos períodos de inactividade entre as sessões, eis que finalmente o EP MDLXIII viu a luz do dia em Novembro de 2009.

Discografia[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]