Incêndio florestal

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Incêndio no Parque Nacional de Bitterroot (E.U.A.).
Quadro informativo em catalão acerca do incêndio no Parque Natural do Montgrí, les Illes Medes i el Baix Ter em 2001. Dito incêndio arrasou 376 ha de massa florestal.

Um incêndio em vegetação é aquele que ocorre em local com vegetação combustível,[1] de forma espontânea ou induzida, seja numa área natural ou rural. No caso de a vegetação ser do tipo florestal, usa-se o termo incêndio florestal, embora também ocorram incêndios em outros tipos vegetacionais, como savanas, campos ou lavouras.[2] Em alguns contextos, a expressão é sinônimo de "queima" ou "queimada", embora tais termos também sejam usados para incêndios induzidos com fins agrícolas, de silvicultura, ou de manejo de áreas naturais. Nestes casos, o incêndio também é chamado de "queimada controlada".

Registros fossilizados de carvão vegetal indicam que incêndios em vegetação existem desde a aparição de plantas terrestres há 420 milhões de anos.[3] Sua ocorrência ao longo da história dos seres vivos terrestres sugere que o fogo teve um efeito evolutivo importante na flora e na fauna de muitos ecossistemas.[4] A superfície terrestre é intrinsecamente inflamável devido à sua cobertura de vegetação rica em carbono, ao clima estacional (com período seco anual) em certas regiões, ao oxigênio atmosférico, aos raios (descargas atmosféricas) e à atividade vulcânica.[4]

Incêndios de vegetação podem ser caracterizados em termos de causa da ignição, de suas propriedades físicas, do material combustível presente, e do efeito das condições atmosféricas no fogo.[5] Tais incêndios podem causar danos a propriedades e à vida humana, mas podem ter efeitos benéficos para a vegetação nativa, animais e ecossistemas que evoluíram com o fogo.[6][7] Muitas espécies de plantas dependem dos efeitos do fogo para seu crescimento e reprodução.[8] Entretanto, o incêndio em ambientes nos quais o fogo é naturalmente incomum, ou onde a vegetação exótica se tornou invasora pode ter efeitos ambientais negativos.[5]

A propósito, existem espécies e vegetações adapatadas não exatamente ao fogo, mas sim a regimes de fogo. Em alguns casos, a maior ou menor frequência natural do fogo determina a ocorrência de um determinado tipo de vegetação. Por exemplo, no Cerrado da América do Sul, frequências maiores do fogo promovem a ocorrência de vegetações campestres (campos limpos) ou savânicas (como o cerrado sensu stricto), com suas plantas herbáceas, ao invés das vegetações florestais (cerradão), com suas plantas lenhosas.[9]

Logo, alterações no regime natural de fogo (sejam pela sua indução em frequência e intensidade muito altas, ou pela sua supressão completa), podem ter efeitos negativos, mesmo em ambientes adaptados ao fogo.[9][10] No caso da gestão de áreas naturais adaptadas ao fogo, alguns autores defendem a promoção de uma "pirodiversidade", isto é, o manejo de áreas em mosaico com diferentes regimes de fogo controlado (mas não muito frequentes, nem ausentes), de modo a favorecer a ocorrência e preservação de espécies adaptadas a diferentes regimes.[11]

O comportamento e a intensidade de incêndios resultam da combinação de fatores como combustíveis disponíveis, Wildfire behaviour and severity result from the combination of factors such as available fuels, características físicas do ambiente, e do tempo.[12][13][14]

Análises de dados meteorológicos e de registros de incêndios no oeste da América do Norte indicam a importância do clima na promoção de incêndios regionais de larga escala, seja por meio de períodos úmidos que permitem a produção substâncial de material combustível, ou através de períodos secos e quentes que propiciam as condições para o fogo.[15]

As estratégias consideradas adequadas para a prevenção, detecção e supressão de incêndios em vegetação foram modificadas ao longo do tempo.[16]

Uma técnica comum e barata é a queimada controlada: permitem-se ou mesmo induzem-se pequenos incêndios em vistas de se minimizar o acúmulo de material inflamável disponível para incêndios intensos.[17][18] A vegetação pode ser queimada periodicamente para manter uma alta diversidade de espécies, enquanto a queima regular dos combustíveis superficiais limita a acumulação de combustível.[19][20] Wildland fire use is the cheapest and most ecologically appropriate policy for many forests.[21] Os combustíveis também podem ser removidos através da extração de madeira, entretanto, a técnica de desbaste da vegetação não têm efeito, quando em condições climáticas extremas.[22]

Incêndios conrolados são vistos como "o meio mais eficaz para se reduzir a taxa de propagação do fogo, sua intensidade, o comprimento da chama, e o calor por unidade de área".[23] Nos Estados Unidos, os códigos de construção em áreas propensas a incêndios geralmente exigem que as estruturas sejam construídas com materiais resistentes a chamas, além de se manter aceiros pela limpeza de materiais inflamáveis localizados até uma determinada distância da construção.[24][25]

Causas[editar | editar código-fonte]

Paisagem após um incêndio, em Alcalá la Real, Jaén, Espanha.

Se bem que as causas imediatas que dão lugar aos incêndios florestais podem ser muito variadas, em todos elas se dão os mesmos pressupostos, isto é, a existência de grandes massas de vegetação em concorrência com períodos mais ou menos prolongados de seca.[carece de fontes?]

O calor solar provoca desidratação nas plantas, que recuperam a água perdida do substrato. Não obstante, quando a humidade do terreno desce a um nível inferior a 30 % as plantas são incapazes de obter água do solo, de modo que se vão secando pouco a pouco. Este processo provoca a emissão para a atmosfera de etileno, um composto químico presente na vegetação e altamente combustível. Tem lugar então um duplo fenómeno: tanto as plantas como o ar que as rodeia se tornam facilmente inflamáveis, de modo que o risco de incêndio se multiplica. E se a estas condições se soma a existência de períodos de altas temperaturas e ventos fortes ou moderados, a possibilidade de que uma simples faísca provoque um incêndio se torna significativa.[carece de fontes?]

Por outro lado, apesar de que as condições físicas sejam mais ou menos favoráveis a um incêndio, há que destacar que na grande maioria dos casos não são causas naturais as que provocam o fogo, mas sim a ação humana, quer seja de maneira intencionada ou não.[carece de fontes?]

As causas que originam um incêndio florestal classificam-se em cinco grandes grupos:[26]

  • Intencionados: segundo dados do Governo de Portugal, representam cerca de 60 % dos casos (entendendo-se intencionalidade tanto quando há ação dolosa como culposa do causante). As motivações são variadas, sendo com diferença as mais comuns a queima não autorizada, ilegal e incontrolada de superfícies agrícolas, quer seja para a eliminação de restolhos ou matagais ("queima agrícola") ou para a regeneração de pastos para o gado.[27] Após estas destacam-se também a piromania, usos cinegéticos, vandalismo ou vinganças pessoais. Por último, em algumas ocasiões a motivação tem que ver com caçar animais (lobos, javalis), a especulação urbanística, a aversão contra repovoamentos florestais, baixar o preço da madeira, e outras várias. Cabe assinalar que o delito de incêndio está tipificado em muitas legislações.
  • Negligências e outras causas acidentais: representam 20 %-25 % dos casos. Neste âmbito, as queimas agrícolas (neste caso autorizadas, mas nas quais os autores perderam o controlo do fogo estendendo-se este pela superfície florestal contígua) estão também entre as causas habituais. Outras causas são as beatas e fogueiras mal apagadas, queima de resíduos, trabalhos florestais, etc.
  • Raio: esta causa natural representa cerca de 4-5 % dos casos.
  • Desconhecidas: em cerca de 15 % dos incêndios florestais não é possível determinar a causa.
  • Reproduções de incêndios anteriores: em raras ocasiões (cerca de 2 %) um incêndio é uma reprodução de um incêndio anterior que não chegou a extinguir-se de todo e se estende a uma nova zona.

As percentagens indicadas são valores médios: a frequência da intencionalidade, por exemplo, pode variar muito de uma região para outra.[carece de fontes?]

Fases do incêndio[editar | editar código-fonte]

Fase de propagação de um incêndio florestal

Um incêndio possuiu três fases distintivas: iniciação, propagação e extinção:[carece de fontes?]

  • Iniciação: é o começo do incêndio produzido por causas naturais ou maioritariamente pela ação humana.
  • Propagação: é a extensão do incêndio pela vegetação próxima.
  • Extinção: é a finalização do incêndio por causas naturais (chuva ou falta de vegetação) ou por ação humana (trabalhos de extinção)

A propagação do fogo dependerá das condições atmosféricas, da topografia do lugar no qual ocorre e da vegetação presente no mesmo. Normalmente ocorrem em climas secos ou subsecos, como o mediterrâneo, onde a vegetação sofre estresse (stress) hídrico e, para além disso, algumas espécies vegetais como os pinheiros contêm resinas que ajudam a que o incêndio se propague melhor e seja mais virulento. Do mesmo modo, geralmente também possuem mecanismos de adaptação ao fogo como por exemplo as pinhas serotinas.[carece de fontes?]

Tipos de incêndio[editar | editar código-fonte]

Incêndio florestal próximo de Castelo de Aro.

O estudo dos incêndios florestais distingue entre distintos tipos de fogos, o qual se torna útil na hora de considerar as medidas mais apropriadas de prevenção e/ou de extinção dado que podem ser diferentes para um ou outro caso.[carece de fontes?]

Segundo o meio de propagação[editar | editar código-fonte]

  • Fogo de solo ou subsolo: O fogo propaga-se pela matéria orgânica em decomposição e pelas raízes. Quase sempre se queimam lentamente e em combustão incandescente (pouca ou ausência de chama) por não dispor de suficiente oxigénio.
  • Fogo de superfície: O incêndio propaga-se pelo combustível que encontramos sobre o solo, incluindo o lixo, ervas, arbustos e madeira caída mas não imersa no lixo em descomposição.
  • Fogo de copas:
    • Archote: Passagem de fogo de superfície a fogo de copas, mas só de forma esporádica em alguns troncos.
    • Copas passivo: É o fogo que avança pelas copas das árvores acoplado e dependente de um fogo de superfície, se este se extingue detém-se o de copas.
    • Copas ativo: É o fogo que avança pelas coroas das árvores independentemente da superfície. Só se pode atacar de forma indireta e geralmente necessita de um vento superior a 30 km/h e proximidade das copas (alta densidade aparente das copas e altas copas).[carece de fontes?]

Segundo o tamanho[editar | editar código-fonte]

Imagem tomada do satélite Aqua da NASA mostra uma perspetiva desde o espaço dos incêndios florestais sobre a América Central.
  • Os grandes incêndios florestais (GIF). Definem-se assim aqueles incêndios que superam os 500 hectares florestais afetados.[28] Caracterizam-se por um comportamento que fica fora da capacidade do sistema de extinção, quer seja pelas elevadas extensões de chama, pelas altas velocidades de propagação ou pela presença de atividade de fogo de copas. Estes incêndios não são muito frequentes mas são o problema real, já que calcinam enormes superfícies em poucas horas ou dias. Em Espanha são GIF menos de 1% dos incêndios florestais declarados, mas em termos de superfície queimada representam cerca de 50%. [28]
  • Incêndios normais. Aqueles com uma extensão entre 1 ha e 500 ha.
  • Incipientes. Os que não superam 1 hectare de superfície queimada.[carece de fontes?]

Segundo o elemento que rege o incêndio[editar | editar código-fonte]

Combustível, gás, topográfico, conduzido por vento e esfomeado.[29]

Prevenção[editar | editar código-fonte]

A prevenção do fogo baseia-se, por um lado, em intentar evitar que se provoquem incêndios florestais, e por outro lado em minimizar as suas consequências uma vez declaradas. Nesse sentido, podemos falar dos seguintes tipos de medidas[30][31]:

  • A consciencialização social, com a finalidade de educar a população num uso racional do fogo, evitando situações de risco. Podem-se realizar mediante campanhas informativas e multas coercivas.
  • O cuidado e planificação das massas florestais e dos bosques, mediante a realização de aceiros e uma planificada e extensa rede de caminhos florestais e depósitos de água.
  • A limpeza periódica dos bosques mediante os oportunos trabalhos silvícolas, assim como os trabalhos de desmatamento.
  • A introdução em franjas delimitadoras de espécies com um baixo poder combustível.
  • A realização de queimas preventivas (queima prescrita) durante períodos de baixo risco de incêndio.
  • A adoção de medidas legislativas orientadas para prevenir que existam pessoas ou colectivos que possam sacar benefício dos incêndios.
  • Reforçar a perseguição policial e judicial dos incendiários para evitar que possam ficar impunes.

Logística florestal[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Logística florestal

A logística florestal dá resposta a este flagelo ao planificar o espaço florestal, mediante projetos florestais. Estes projetos consideram, inicialmente, os locais mais propícios à ocorrência de incêndios e, posteriormente, procuram evitá-los.[carece de fontes?]

Extinção[editar | editar código-fonte]

A defesa contra incêndios florestais experimentou uma contínua tecnificação.[32] Não obstante, não evita a existência de Grandes Incêndios Florestais (GIF). Os GIFs são fogos que mostram de maneira sustentada um comportamento que escapa à capacidade do sistema de extinção, nos quais o seu rápido crescimento exige habilidade na análise do incêndio e a identificação de oportunidades de ataque ao mesmo, e um conhecimento prévio do padrão de propagação que permita definir uma eficaz estratégia de ataque.[carece de fontes?]

Consequências[editar | editar código-fonte]

Área queimada por um incêndio florestal no Bosque Encantado, Parque nacional de Garajonay, La Gomera, Espanha.

Os incêndios florestais naturais ocorreram desde sempre como um elemento normal no funcionamento dos ecossistemas. O fogo permitiu a regeneração de diversos ecossistemas e a produção de uma série de habitats nos quais os distintos organismos podem prosperar. Não obstante, a enorme proliferação dos incêndios por causa da atividade humana nestas últimas décadas ultrapassa a capacidade de recuperação natural.[carece de fontes?]

Entre as diversas formas de impacto que produzem os incêndios florestais podem-se destacar as seguintes:[carece de fontes?]

  • erosão do solo por desaparecer a capa vegetal. Esta desproteção do solo frente à elevada erosividade das chuvas provoca grandes perdas de solo e nutrientes, mas não é apenas este o efeito sobre o sistema edáfico. As altas temperaturas modificam a composição biológica e química do solo.
  • Morte ou danos físicos a uma parte da população animal da zona, especialmente a que tenha menos mobilidade (invertebrados, crias de aves ou mamíferos, etc.), por queimaduras ou intoxicação respiratória.
  • Em algumas ocasiões, morte ou danos físicos às pessoas que intervêm na extinção dos incêndios ou que fiquem presas por ele.
  • Ocasionalmente, prejuízos à saúde das populações humanas próximas.[33]
  • Destruição de bens e infraestruturas (casas, armazéns, postes de eletricidade e comunicações, etc.)
  • Corte temporário de vias de comunicação.
  • Prejuízos económicos pela perda de madeira e/ou produtos alimentícios, assim como os custos dos trabalhos de regeneração das zonas afetadas.
  • Alterações, por vezes de forma irreversível, do equilíbrio do meio natural.
  • Contaminação dos rios que recebem as águas da chuva que atravessam a zona queimada arrastando partículas e cinzas em suspensão.
  • Impacto sobre a paisagem.

Ecologia do fogo[editar | editar código-fonte]

A piroecologia ou ecologia do fogo ocupa-se dos processos que ligam a incidência natural do fogo num ecossistema e os efeitos ecológicos do dito fogo. Muitos ecossistemas, em particular a pradaria, a savana, o chaparral e os bosques de coníferas, evoluíram com o fogo como um elemento necessário para a vitalidade e a renovação do habitat. Muitas plantas germinam muito bem após incêndios e outras brotam (reprodução assexual) de modo eficaz.[34] O pinheiro canário é um bom exemplo como se pode ver na Unidade Operativa de Fogos Florestais da Ilha da Grã Canária. Diversos autores relacionaram os conceitos de piroecologia[35] e biodiversidade. Não é novo o considerar que existe um papel do fogo nos nossos ecossistemas. Há um desenvolvimento teórico e aplicado muito importante e podem-se citar muitos trabalhos. Menção especial merecem autores australianos.[36][37][38][39]

Incêndios florestais no mundo[editar | editar código-fonte]

Brasil[editar | editar código-fonte]

No Brasil os incêndios florestais, muitas vezes, são confundido com as queimadas controladas, que se trata de uma prática agropecuária ou florestal onde o fogo é utilizado de forma racional e circunscrita, atuando como um fator de produção ou no manejo de combustível seco (vegetação) para evitar a propagação de incêndios florestais, mesmo sendo uma prática proibida pela lei brasileira (Lei 4.771, de 15 de setembro de 1965, artigo 27: "É proibido o uso de fogo nas florestas e demais formas de vegetação.").[carece de fontes?]

Portugal[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Incêndios florestais em Portugal

Os incêndios florestais em Portugal são numerosos. É uma emergência que se atende hoje em dia mediante os planos de emergências para incêndios florestais.[carece de fontes?]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Cambridge Advanced Learner's Dictionary Third ed. [S.l.]: Cambridge University Press. 2008. ISBN 978-0-521-85804-5 
  2. «BBC Earth – Forest fire videos – See how fire started on Earth». Consultado em 13 de fevereiro de 2016 
  3. SCOTT, Andrew C.; Glasspool, Ian J. The diversification of Paleozoic fire systems and fluctuations in atmospheric oxygen concentration». Proceedings of the National Academy of Sciences. 103 (29): 10861–10865, 2006. link.
  4. a b BOWMAN, David M. J. S.; Balch, Jennifer K.; Artaxo, Paulo; Bond, William J.; Carlson, Jean M.; Cochrane, Mark A.; D’Antonio, Carla M.; DeFries, Ruth S.; Doyle, John C. Fire in the Earth System. Science. 324 (5926): 481–484, 2009. link.
  5. a b FLANNIGAN, M.D.; B.D. Amiro; K.A. Logan; B.J. Stocks & B.M. Wotton. Forest Fires and Climate Change in the 21st century. Mitigation and Adaptation Strategies for Global Change. 11 (4): 847–859, 2005. doi:10.1007/s11027-005-9020-7. link.
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  7. HUTTO, Richard L. The Ecological Importance of Severe Wildfires: Some Like It Hot. Ecological Applications 18 (8): 1827–1834, 2008. link.
  8. PYNE, Stephen J. How Plants Use Fire (And Are Used By It). NOVA online. Retrieved 30 June 2009. link.
  9. a b FIDELIS, A.; PIVELLO, V. R. Deve-se usar o fogo como instrumento de manejo no cerrado e campos sulinos? Biodiversidade Brasileira, a. 1, n. 2, p. 12-25, 2011.link.
  10. COUTINHO, L. M. Cerrado: Perguntas e respostas. IB/USP. s.d.link.
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  14. NATIONAL Wildfire Coordinating Group Fireline Handbook, Appendix B: Fire Behavior. National Wildfire Coordinating Group. April 2006. link.
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  16. "INTERNATIONAL Experts Study Ways to Fight Wildfires". Voice of America (VOA) News. 24 June 2009. link.
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  18. NATIONAL Wildfire Coordinating Group Communicator's Guide For Wildland Fire Management.
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  22. LYDERSEN, Jamie M.; North, Malcolm P.; Collins, Brandon M. (15 de setembro de 2014). «Severity of an uncharacteristically large wildfire, the Rim Fire, in forests with relatively restored frequent fire regimes». Forest Ecology and Management. 328: 326–334. doi:10.1016/j.foreco.2014.06.005 
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  29. MIRALLES, M.. KRAUS, D., MOLINA, DM., LOUREIRO, C., DELOGU, G. & RIBET, N. VILALTA, O. 2010. Improving suppression-fire capacity In EFI Research Report nr. 23.“Fire Paradox”, Project no. FP6-018505, European Commission, p. 204-215. http://www.efi.int/files/attachments/publications/efi_rr23.pdf
  30. Firefighters say Gel Works, But Don't Expect Rush to Stockpile It. By: Associated Press Originally published: Oct 13, 2007 - 12:25 pm
  31. Avaliação da eficiência de um gel hidroretentor como retardante de fogo
  32. MOLINA, DM; GRILLO-DELGADO, F; GARCIA-MARCO, D, 2006. Uso del fuego prescrito para la creación de rodales cortafuegos: estudio del caso “Las Mesas de Ana López”, Vega de San Mateo, Gran Canaria, España. Invest Agrar: Sist Recur For (2006) 15(3), 271-276, Madrid. link.
  33. TACCONI, Luca. Center for International Forestry Research. Fires in Indonesia: Causes, Costs, and Policy Implications. (CIFOR Occasional Paper No. 38) [PDF]; February 2003 [cited 2009-02-06].
  34. PAUSAS, J. G. 2012. Incendios forestales. Ed Catarata-CSIC (http://www.uv.es/jgpausas/incendios.html)
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Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • BRASIL. Ibama. Legislação - Incêndios florestais. 22/12/2016, atualizado em 17/04/2017. link.
  • GRAHAM, Russell; McCaffrey, Sarah; Jain, Theresa B. (2004). Science Basis for Changing Forest Structure to Modify Wildfire Behavior and Severity. General Technical Report RMRS-GTR-120. Fort Collins, CO: United States Department of Agriculture, Forest Service, Rocky Mountain Research Station: US Forest Service, 2004. link.
  • NATIONAL Wildfire Coordinating Group Communicator's Guide for Wildland Fire Management: Fire Education, Prevention, and Mitigation Practices, Wildland Fire Overview. National Wildfire Coordinating Group. s.d. link.
  • VAN WAGTENDONK, Jan W. Use of a Deterministic Fire Growth Model to Test Fuel Treatments. Sierra Nevada Ecosystem Project: Final report to Congress, vol. II, Assessments and scientific basis for management options. Davis: University of California, Centers for Water and Wildland Resources: 1155–1166. link.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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