Incêndio na torre Grenfell

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Torre Grenfell em chamas, em 14 de junho de 2017.
Torre Grenfell em 8 de setembro de 2009.

O incêndio na torre Grenfell ocorreu em 14 de junho de 2017, num prédio de 24 andares[1] no North Kensington, em Londres, na Inglaterra.[2][3] O grande incêndio provocou 71 vítimas mortais.[4]

Reação[editar | editar código-fonte]

A primeira-ministra britânica, Theresa May, anunciou que serão disponibilizados 5 milhões de libras esterlinas (cerca de 5,7 milhões de euros) para ajuda de emergência às vítimas do incêndio em Londres.[5]

No dia 17 de junho, a rainha Isabel II do Reino Unido participou no minuto de silêncio no Palácio de Buckingham em memória às vítimas do incêndio acompanhada pelo marido, o Duque de Edimburgo. A rainha, num comunicado, admitiu que é difícil evitar o ânimo sombrio que se vive no Reino Unido depois das tragédias vividas este ano no país, como os atentados terroristas e o incêndio no edifício residencial de Londres.[5]

Do Vaticano, o Papa Francisco enviou as suas condolências ao arcebispo de Westminster, destacando o trabalho e a "valentia" das equipes de emergência no atendimento às vítimas.[5]

Causas[editar | editar código-fonte]

Desde o incêndio, muitas pessoas têm criticado a gestão do edifício, considerada negligente, principalmente por se tratar de alojamento social, sendo que alertas sobre o perigo de incêndios foram ignorados durante anos.[5]

Especialistas questionaram o revestimento do edifício, colocado em 2015, pois continha polietileno, o que poderia explicar a rapidez com que se propagou o fogo. Segundo o jornal Times, a utilização daquele tipo de revestimento é proibida nos Estados Unidos para os edifícios com mais de 12 metros de altura.[5]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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