Infiel

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Infiel (literalmente, "sem fé") é um termo usado em certas religiões monoteístas - especialmente o cristianismo e o islamismo - para quem não tem crenças religiosas, ou que duvida ou rejeita os dogmas básicos desta religião. Neste contexto, o termo "infiel" é diferenciado de pagão, que designa aquele que professa uma outra .

Particularmente, "infiel" é um termo eclesiástico do cristianismo, desenvolvido em torno da análise teológica do conceito de infidelidade, que faz uma clara diferenciação entre aqueles que foram batizados e seguem os ensinamentos da Igreja, e aqueles que estão fora da . [1] O termo "infiel" foi usado pelos cristãos para descrever os não-cristãos ou aqueles tidos como os inimigos do cristianismo.

O termo é também às vezes aplicado como sinônimo de ateu, aquele que não professa nenhuma crença religiosa. O ateísmo é geralmente considerado pelos religiosos como ainda mais perigoso do que a idolatria, a heresia ou a infidelidade.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

Nas línguas neolatinas, a palavra "infiel" surge no século XV, através do francês infidèle (que por sua vez vem do latim īnfidēlis). A palavra originalmente denotava uma pessoa de outra religião que não a própria, mais especificamente a um muçulmano para um cristão, um cristão para um muçulmano, ou um gentio para um judeu.

Referências

  1. «Infiel». Dicionário online de português. Consultado em 3 de junho de 2012