Infraestrutura (economia)

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Infraestrutura, para a economia, é todo aparato de condições que permite que haja a produção de bens e serviços, bem como o seu fluxo entre vendedor e comprador, tais como as comunicações, os transportes (vias, veículos, tráfego etc.), a eletricidade e combustíveis (produção, distribuição, manutenção de rede etc.), o saneamento básico (fornecimento de água potável, rede de esgotos etc.), entre outros.[1]

Características[editar | editar código-fonte]

Dentre as suas principais características, a infraestrutura apresenta: pouca mobilidade de capital fixo; seus custos são altos e irreversíveis; possui uma grande relação capital-produto; e um consumo bastante disperso.[2]. Via de regra, são oferecidos por entes estatais ou concessionárias privadas.[1]

É, em alguns tratados, também chamada de "capital social fixo".[2]

O tema, ultimamente, vem sendo abordado a partir da redução dos investimentos no setor, ocorrida nas décadas de 1980 e 1990 por parte do Estado em vários países, em razão da mudança de seu papel na economia (ver, neste sentido, neoliberalismo), motivos fiscais e a transferência desses serviços para a iniciativa privada.[2]

Referências

  1. a b Thompson A. Andrade, Rodrigo Valente Serra. «A Cidade Global São Paulo/Rio de Janeiro: uma análise de suas infraestruturas». Consultado em 2 de janeiro de 2010 
  2. a b c «Efeitos da infra-estrutura sobre o crescimento e sobre a produtividade.» (PDF). Consultado em 2 de janeiro de 2009 

Ver também[editar | editar código-fonte]

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