Ingo I da Suécia

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Ingo I
Rei da Suécia
Reinado 1079 a 1084
Antecessor(a) Haakon I
Sucessor(a) Sueno
2º Reinado 1087 a 1105
Predecessor Sueno
Sucessor Filipe
 
Esposa Helena
Descendência Cristina da Suécia
Ragnvald da Suécia
Margarida da Suécia
Catarina da Suécia
Casa Stenkil
Morte 1105
Pai Stenkil da Suécia
Mãe Ingamoder da Suécia

Ingo I (m. 1105), também chamado de Ingo o Velho (Inge den Äldre), foi o Rei da Suécia em dois períodos diferentes, primeiro de 1079 até sua abdicação em 1084 por aparentemente ter disrespeitado as tradições suecas, e depois de 1087 até sua morte depois de ter tomado o trono de volta de Sueno. Era filho do rei Stenkil e sua esposa ngamoder da Suécia, filha do rei Emundo.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Convento de Vreta, herança de Ingo I

Filho do rei Stenkil, em algumas fontes é afirmado que governou de mandeira conjunta com seu irmão Halsten Stenkilsson durante um curto período de tempo, enquanto outras fontes históricas dizem que Halsten Stenkilsson governou sozinho durante um pequeno espaço de tempo, em torno de 1066 e depois foi deposto por recursar-se a realizar sacrifícios pagãos.

Ingo também foi depois pelos suecos pagãos em torno de 1084, pois sua condição de cristão lhe impedia de realizar sacrifícios e foi substituído, ao menos ao que se refere aos suecos pagãos, por Sueno. Manteve o poder em Västergötland, região habitada por cristãos. Em uma carta do papa Gregório VII de 1081, este chama Ingo de rege wisigothorum, ou seja, rei de Västergötland, o que evidencia que Ingo perdera o poder de toda a Suécia.

Ingo tinha como meta, tornar toda a Suécia cristã, mesmo que à força. Por volta do ano 1087, Ingo regressou a Velha Uppsala com um exército, assassinou Sueno e incendiou o tempo pagão. Pouco depois, recuperou o poder, que se estendeu sobre toda a Suécia. Era a primeira vez, desde a morte de Stenkil, que o país se unificava. O regresso de Ingo ao trono pôs fim à religião nórdica pagã.

Segundo Snorri Sturluson, Ingo I participou de uma reunião na Noruega em 1101 com os reis Érico I da Dinamarca e Magno III da Noruega onde abordara-se a negociação para alcançar uma paz duradoura entre os tres reinos nórdicos. De acordo com a crônica de Sturluson, a filha de Ingo, Margarida, foi dada em matrimônio ao rei Magno III como selo da aliança.

A pedido do papa, Ingo fundou o Convento de Vreta e começou a construção de uma igreja dentro dos limites do convento, em torno do ano 1100, Segundo a tradição, Ingo e sua esposa Helena doaram um parte das grandes terras que possuíam na região para a construção do Convento. Um carta papal reconhece a Ingo como rei da Suécia: Ingo gloriosus Suetonum Rex, que significa em português, "Ingo, glorioso rei dos suecos".

Família[editar | editar código-fonte]

Casou-se com Helena, a irmã de Sueno. Teve quatro filhos:

Precedido por
Haquino I
Rei da Suécia
1079-1084
Sucedido por
Sueno I
Precedido por
Érico
Rei da Suécia
1088-1110
Sucedido por
Felipe
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