Instituto Português de Arqueologia

O Instituto Português de Arqueologia foi uma entidade tutelada pelo Ministério da Cultura em 1997[1]. Era objectivo deste instituto, definir a política de gestão do Património Arqueológico e regular e promover toda a actividade arqueológica em Portugal.
O Instituto tinha sede em Lisboa, e dependências em várias regiões do país.
Criado no rescaldo do caso das gravuras do Coa, esta instituição estabeleceu uma boa base de trabalho para investigadores e trabalhadores nas áreas do turismo e património.
Em 27 de Outubro de 2006 foi publicado o Decreto Lei[2] que fundiu o Instituto Português de Arqueologia e o Instituto Português do Património Arquitectónico, dando origem ao Instituto de Gestão do Património Arquitetónico e Arqueológico, I.P. (IGESPAR, I.P.).
Ver também
[editar | editar código]- Lista de património edificado em Portugal, para uma extensa lista de património em Portugal, baseada na lista do IPPAR, em Julho de 2005.
- Classificação do Património
- IGESPAR - Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico
- IHRU - Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana
- IMC - Instituto dos Museus e da Conservação
- Direção-Geral do Património Cultural
Referências
- ↑ «Decreto-Lei n.º 117/97, de 14 de maio. Diário da República n.º 111/1997, Série I-A de 1997-05-14.». Diário da República. 14 de maio de 1997
- ↑ «Decreto Lei n.º 215/2006» (PDF). 27 de Outubro de 2006