Instituto de Educação de Minas Gerais

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IEMG
Instituto de Educação de Minas Gerais
Lema Educar-se para educar
Fundação 1906 (110 anos)
Localização Minas Gerais Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil
Bairro Funcionários
Endereço Rua Pernambuco, 47
CEP 30130-150
Cursos oferecidos ensino fundamental, ensino médio, educação de jovens e adultos e magistério pedagógico
Orientação religiosa Laicismo
Diretor(a) Alexandra Aparecida Morais
Área ocupada 13.499 

O Instituto de Educação de Minas Gerais, também conhecido como IEMG, é uma das mais tradicionais escola públicas de Belo Horizonte e a maior escola da rede estadual de Minas Gerais.[1] Fundada em 1906, originalmente preparava apenas moças para o magistério. Em 2001, a Escola Estadual Luiz Peçanha e a Escola Estadual Presidente Kennedy foram integradas ao Instituto de Educação de Minas Gerais, que passou a ser uma única unidade, e hoje atende a Educação Infantil, o Ensino Fundamental, o Ensino Médio, o Magistério Pedagógico e a Educação de Jovens e Adultos.[2] Chegou a ter um curso superior de Pedagogia, posteriormente transferido para a Universidade do Estado de Minas Gerais. Hoje o Instituto de Educação de Minas Gerais oferece o magistério pedagógico, voltado à formação de professores de nível médio para a educação infantil, para trabalharem com crianças nas fases de creche e pré-escola.[2]

História[editar | editar código-fonte]

A história do Instituto de Educação de Minas Gerais começou com a inauguração da capital do estado de Minas Gerais. O edifício, localizado na Rua Pernambuco, 47, no bairro Funcionários, em Belo Horizonte, é obra relevante da arquitetura dos primeiros anos da capital de Minas Gerais. Com o lema "Educar-se para educar", o Instituto de Educação de Minas Gerais priorizava a qualidade na formação de professores, com o ensino exclusivo para moças da elite, que recebiam preparação para o magistério.[3]

Tribunal da Relação

O edifício do Instituto de Educação de Minas Gerais, datado de 1898, foi construído originalmente para abrigar o Ginásio Mineiro (hoje Escola Estadual Governador Milton Campos), mas abrigou, provisoriamente, o Tribunal da Relação do Estado de Minas Gerais (hoje Tribunal de Justiça de Minas Gerais), durante a mudança da capital de Minas Gerais, de Vila Rica (hoje Ouro Preto) para a Cidade de Minas (hoje Belo Horizonte), em 12 de dezembro de 1897.[4][5]

O edifício foi projetado pelo arquiteto e desenhista Edgar Nascentes Coelho.[6]

Para atender ao imaginário e expectativas modernistas da elite mineira, a nova capital, denominada Cidade de Minas, oficialmente chamada Belo Horizonte em 1906, foi planejada. Passados dois anos após o início da construção da cidade, Aarão Reis, que chefiava a Comissão Construtora da Nova Capital, foi substituído por Francisco de Paula Bicalho. A construção de Belo Horizonte tinha o prazo de cinco anos para o término dos trabalhos e a inauguração da cidade se deu às pressas.[5]

Em 1906 o edifício abrigou a Escola Normal de Belo Horizonte. As reformas educacionais da época demandavam a formação de professores para o ensino primário. Em 1910 a Escola Normal de Belo Horizonte foi transformada em Escola Normal Modelo, voltada à preparação de moças da sociedade belo-horizontina para o magistério.[7][3]

O machismo e a misoginia de outrora viraram apenas uma lembrança das gerações passadas, que viveram em épocas como o Estado Novo e a Ditadura Militar. Hoje a escola possui alunos nos anos iniciais e finais do ensino fundamental, ensino médio, Educação de Jovens e Adultos (EJA) e o curso Normal, em duas modalidades.[3][8] O Instituto de Educação de Minas Gerais deve respeitar os ideais de universalização do ensino propostos pela Secretaria de Estado de Educação e democratizar o atendimento dos estudantes de todas as classes sociais, todos os gêneros e todas as crenças.[8]

Canto orfeônico[editar | editar código-fonte]

O canto orfeônico foi uma modalidade de educação musical na Escola Normal de Belo Horizonte, atual Instituto de Educação de Minas Gerais, no período compreendido entre 1934 e 1971.[9]

Faculdade de Filosofia de Minas Gerais[editar | editar código-fonte]

A Faculdade de Filosofia de Minas Gerais (FAFI-MG) foi fundada em 21 de abril de 1939 por professores da Faculdade de Direito de Minas Gerais. A aula inaugural foi ministrada em 18 de março de 1941 no Colégio Marconi, em Belo Horizonte, onde funcionaram os cursos de Letras Clássicas, Letras Neolatinas, Filosofia, Matemática, Geografia, História e Ciências Sociais. De 1942 a 1952, as atividades dos cursos estiveram sediadas na Escola Normal Modelo, hoje Instituto de Educação de Minas Gerais.[10] Em 1948, a Faculdade de Filosofia tornou-se uma instituição pública estadual, sendo integrada à Universidade de Minas Gerais (UMG). Em 1949, a Universidade de Minas Gerais foi federalizada e a Faculdade de Filosofia tornou-se Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras.[10]

Coral Jovens Cantores do IEMG[editar | editar código-fonte]

O Coral Jovens Cantores do Instituto de Educação de Minas Gerais foi criado em 2010, através do Programa de Educação e Atenção aos Jovens, e já participou de diversas apresentações de gala, encontros de corais e concertos natalinos.[11][12][13]

Em 30 de março de 2014, o Coral Jovens Cantores do IEMG fez uma apresentação na Catedral de Petrópolis, no Rio de Janeiro.[12]

Patrimônio[editar | editar código-fonte]

Baixos-relevos na entrada principal[editar | editar código-fonte]

Na entrada principal do edifício, na rua Pernambuco, 47, existem dois baixos-relevos decorativos da escultora belga Jeanne Louise Milde, de 5 de setembro de 1930,[14] que representam o ensino das ciências naturais e o ensino artístico.[3][15] Jeanne Louise Milde veio ao Brasil em 1929, compondo a Missão Pedagógica Europeia, constituída por professores europeus que participaram da reforma do ensino em Minas Gerais.

Jeanne Louise Milde lecionou na Escola de Aperfeiçoamento, hoje curso de Pedagogia, incorporado à Universidade do Estado de Minas Gerais, com a criação da Faculdade de Educação, em 1994.[15][7]

O baixo-relevo da direita é uma alegoria ao ensino das ciências naturais, da geografia, da literatura e da geometria, e o baixo-relevo da esquerda representa uma alegoria ao ensino artístico da Escola Normal, isto é, a escultura, o canto, a música, e a pintura. Sob cada baixo-relevo estão colocadas as efígies de Antônio Carlos Ribeiro de Andrada e de Francisco Campos, que em 1928 recrutou professores estrangeiros especializados, que fundaram a Escola de Aperfeiçoamento.[7][14]

Jeanne Louise Milde lecionou na Escola de Aperfeiçoamento juntamente com a psicóloga e pedagoga Helena Antipoff,[16] que permaneceram no Brasil após o fim da Missão Pedagógica Europeia. Jeanne Louise Milde foi a primeira mulher e artista profissional a se estabelecer em Belo Horizonte e uma das precursoras da arte moderna e do movimento modernista em Minas Gerais.

Museu da Escola de Minas Gerais[editar | editar código-fonte]

O Instituto de Educação de Minas Gerais abrigou o Museu da Escola de Minas Gerais,[17] criado em 20 de outubro de 1994 com a denominação de Centro de Memória da Educação, nome que conservou até 1998, e tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais em 4 de outubro de 2005.[18][19][20] Composto por peças dos grupos escolares mais antigos de Minas Gerais, o museu foi transferido para a antiga sede da Secretaria de Estado de Educação em 14 de julho de 2011.[21][22]

Museu Pedagógico e Laboratório Leopoldo Cathoud[editar | editar código-fonte]

O Instituto de Educação de Minas Gerais abrigou o Museu Pedagógico e Laboratório Leopoldo Cathoud, criado oficialmente em 1946, constituído de equipamentos de física, química e astronomia, amostras mineralógicas, zoológicas, botânicas e paleontológicas, telescópios, animais empalhados e esqueletos.[23][19][24][25][26]

Tombamento[editar | editar código-fonte]

Em 15 de fevereiro de 1982 o edifício foi tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais. Em 1997 foi realizado um abraço gigante na escola por cerca de 1.800 pessoas.[3]

Vandalismo[editar | editar código-fonte]

Atualmente o Instituto de Educação de Minas Gerais é vítima do vandalismo, com pichações dentro da escola e nos muros externos da instituição.[27]

Curso de Pedagogia[editar | editar código-fonte]

A Faculdade de Educação da Universidade do Estado de Minas Gerais constituiu-se a partir da incorporação, em 1994, do Curso de Pedagogia do Instituto de Educação de Minas Gerais (IEMG).[28] A Escola de Aperfeiçoamento, onde trabalharam a psicóloga e pedagoga Helena Antipoff e a escultora Jeanne Louise Milde, foi transformada em 1948 no curso de Administração Escolar do Instituto de Educação de Minas Gerais, transformado em 1970 no curso de Pedagogia do Instituto de Educação de Minas Gerais, transformado em 1994 na Faculdade de Educação da Universidade do Estado de Minas Gerais.[29][28]

Segundo o poema As moças da Escola de Aperfeiçoamento, de Carlos Drummond de Andrade:[30]

Que vêm fazer essas jovens?
Vêm descobrir coisas
De Decroly, Claparède
Novidades pedagógicas
Segredos de arte e de técnica
Revelados por Hélène Antipoff,
Madame Artus, Mademoiselle Milde,
Mais quem?
A escola novidadeira
Dita de Aperfeiçoamento.

O poema é sobre as moças que estudavam na Escola de Aperfeiçoamento, em Belo Horizonte, que capacitava professores que tinham, no mínimo, dois anos de regência nos grupos escolares. Esta formação era dada por educadores europeus, que viajaram para o Brasil a convite do presidente de Minas Gerais, Antônio Carlos Ribeiro de Andrada, para participarem da reforma do ensino no estado.[31]

Revista AMAE Educando[editar | editar código-fonte]

A Associação Mineira de Administração Escolar foi fundada em 1966 por alunas do curso de Administração Escolar do Instituto de Educação de Minas Gerais, com o objetivo de publicar a revista AMAE Educando,[32] que circulou ininterruptamente por 47 anos.[33]

Foi transformada na Fundação AMAE para Educação e Cultura em 1989.[34][35]

Revista Pedagógica IEMG[editar | editar código-fonte]

Em 25 de setembro de 2012 foi lançada a Revista Pedagógica IEMG, que conta a história do Instituto de Educação de Minas Gerais.[36][37]

Movimento estudantil[editar | editar código-fonte]

Truculência da Polícia Militar[editar | editar código-fonte]

Em 26 de março de 2015, às vésperas do 47º aniversário do assassinato do estudante secundarista Edson Luís de Lima Souto pela Polícia Militar, durante a Ditadura militar no Brasil (1964–1985), uma manifestação de estudantes no Instituto de Educação de Minas Gerais foi interrompida quando a Polícia Militar foi acionada pela diretoria da escola. Após a chegada da Polícia Militar o ato pacífico que estava ocorrendo na escola foi reprimido.[38][39][40] Duas estudantes foram agredidas e presas junto com outros três estudantes, acusados de desobediência, além da mãe de uma estudante detida sob a acusação de desacato.[38][41][42]

Em 22 de abril de 2015, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, foi realizada uma audiência pública convocada pela comissão de direitos humanos para discutir a repressão policial ocorrida no Instituto de Educação de Minas Gerais.[39][43][44][45]

Ocupações[editar | editar código-fonte]

Em 29 de novembro de 2015 os alunos do Instituto de Educação de Minas Gerais, indignados com a situação da escola e em solidariedade aos estudantes de São Paulo, organizaram a ocupação na escola. O IEMG foi a primeira escola fora do estado de São Paulo a ser ocupada.[46][47][48]

Meio passe[editar | editar código-fonte]

O meio passe estudantil em Belo Horizonte é um benefício instituído pela Lei Municipal 10.106 de 21 de fevereiro de 2011, que subsidia metade do valor das tarifas que o estudante paga para ir à escola, nas linhas de ônibus gerenciadas pela BHTRANS e nas linhas do Metrô de Belo Horizonte.[49] Muitos alunos do Instituto de Educação de Minas Gerais precisam do subsídio para não abandonarem a escola.

Em 21 de março de 2013 foi organizado um protesto pelo meio passe. A mobilização começou no Instituto de Educação de Minas Gerais.[50]

Violência no ambiente escolar[editar | editar código-fonte]

Em 17 de abril de 2002, a orientadora educacional do Instituto de Educação de Minas Gerais, Ângela Machado Teles, denunciou, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, que alunos, pais de alunos, ela própria e sua família teriam sofrido agressões físicas nas dependências da escola.[51][52][53] Em 2 de junho de 2014, estudantes, professores e funcionários do Instituto de Educação de Minas Gerais, apoiados pelo Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG), protestaram em frente a entrada do IEMG na Rua Paraíba, em solidariedade à professora Rosane dos Santos, que foi empurrada por três alunos do turno da noite,[53] fraturou o fêmur e precisou passar por uma cirurgia.[54][55][56] Os manifestantes denunciaram a violência no ambiente escolar e a omissão da Secretaria de Estado da Educação,[52] que trata as agressões como casos isolados de violência no ambiente escolar.[57][53]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Frente Brasil Popular Minas dialoga com estudantes sobre o golpe e a defesa da democracia». Central Única dos Trabalhadores de Minas Gerais. 10 de maio de 2016. 
  2. a b «Secretaria amplia atendimento em curso voltado à formação de professores para a educação infantil». Secretaria de Educação de Minas Gerais. 13 de fevereiro de 2015. 
  3. a b c d e «Instituto de Educação: referência no ensino público em Minas Gerais». 
  4. «140 anos do TJMG». Memória do Judiciário Mineiro. 
  5. a b «CONHEÇA UM POUCO MAIS DA CIDADE DE BELO HORIZONTE». 3 de agosto de 2013. 
  6. Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (13 de janeiro de 2013). «Projetos de Nascentes marcam cenário da Nova Capital». 
  7. a b c «IEMG - Instituto de Educação de Minas Gerais». Revista Educação em Foco. v. 16, n. 21. 2013. 
  8. a b «Instituto de Educação de Minas Gerais: 100 anos de história». Secretaria de Educação de Minas Gerais. 11 de outubro de 2006. 
  9. Ismael Krishna de Andrade Neiva (2008). «Educação musical escolar: O canto orfeônico na Escola Normal de Belo Horizonte (1934-1971)» (PDF). Universidade Federal de Minas Gerais. 
  10. a b «Histórico». Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais. 29 de abril de 2015. 
  11. «Mais de 2 mil pessoas marcam presença em Cantata de Natal da ALMG». O Tempo. 3 de dezembro de 2014. 
  12. a b «Coral de Petrópolis, RJ, e de Minas Gerais se apresentam neste domingo». G1. 29 de março de 2014. 
  13. «Articulação entre Estado e municípios reúne educadores de 130 cidades da região central de Minas Gerais». Secretaria de Educação de Minas Gerais. 23 de setembro de 2014. 
  14. a b «BAIXOS-RELEVOS DO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO (BELO HORIZONTE)». 
  15. a b «Jeanne Louise Milde». Enciclopédia Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. 
  16. Regina Helena de Freitas Campos. «Helena Antipoff: razão e sensibilidade na psicologia e na educação». 
  17. «Instituto de Educação de Minas Gerais e Museu da Escola – um mesmo cenário para várias histórias». 19 de maio de 2011. 
  18. «Museu da Escola é reaberto com nova exposição do acervo e peças restauradas». Agência Minas Gerais. 5 de dezembro de 2014. 
  19. a b «Museu da Escola guarda história da educação estadual mineira». O Vigilante Online. 18 janeiro de 2015. 
  20. «Museu da Escola». Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional de Educadores de Minas Gerais. 
  21. «Especial Museus: Um lugar para aprender sobre educação». Secretaria de Educação de Minas Gerais. 18 de maio de 2011. 
  22. «Museu da Escola e Biblioteca Virtual do Professor já estão de casa nova». Secretaria de Educação de Minas Gerais. 14 de julho de 2011. 
  23. «Museu da Escola é reaberto com nova exposição do acervo e peças restauradas». Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional de Educadores de Minas Gerais. 23 de setembro de 2014. 
  24. «Magistra será a casa das peças do Museu Leopoldo Cathoud». Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional de Educadores de Minas Gerais. 23 de novembro de 2011. 
  25. «Magistra será a casa das peças do Museu Pedagógico e Laboratório Leopoldo Cathoud». Secretaria de Educação de Minas Gerais. 4 de janeiro de 2012. 
  26. Estado de Minas (2 de fevereiro de 2012). «A história do saber». Todos Pela Educação. 
  27. «Movimento Respeito por BH remove pichação dos muros do Instituto de Educação». 22 de junho de 2010. 
  28. a b «Faculdade de Educação». Universidade do Estado de Minas Gerais. 
  29. «Pró-reitora de extensão recebe Comenda Lúcia Casasanta». 1 de dezembro de 2006. 
  30. «Milde, Jeanne Louise (1900 - 1997)». 
  31. «Especial Museus: Um lugar para aprender sobre educação». Secretaria de Educação de Minas Gerais. 18 de maio de 2011. 
  32. «Um tempo de 400 edições» (PDF). 
  33. «Revista AMAE Educando». 
  34. «Fundação AMAE para Educação e Cultura». 
  35. «Evento no Instituto de Educação de Minas Gerais». 
  36. «Uma história em muitas páginas para folhear». 25 de setembro de 2012. 
  37. «Instituto de Educação de Minas Gerais lança revista para contar sua história». Agência Minas Gerais. 25 de setembro de 2012. 
  38. a b «Movimento Estudantil Popular Revolucionário». 6 de abril de 2015. 
  39. a b «Audiência Pública debate repressão policial contra estudantes em MG». 23 de abril de 2015. 
  40. «Alunos do Instituto de Educação de MG protestam em Belo Horizonte». G1. 26 de março de 2015. 
  41. «Alunos do Instituto de Educação dizem que foram agredidos por PM». Estado de Minas. 26 de março de 2015. 
  42. «Alunos do IEMG afirmam ter sido agredidos por PM em manifestação». 26 de março de 2015. 
  43. «Audiência Pública: Em pauta a violência policial e a ofensiva da direção do IEMG ao movimento estudantil». 22 de abril de 2015. 
  44. Brasil 247 (26 de junho de 2015). «Entidades estudantis querem acesso liberado a escolas». 
  45. «Alunos denunciam ação violenta da PM em audiência na ALMG». O Tempo. 22 de abril de 2015. 
  46. «Alunos do Instituto de Educação ocupam escola e pedem melhorias». G1. 24 de novembro de 2015. 
  47. «Estudantes ocupam Instituto de Educação para pedir melhorias». O Tempo. 24 de novembro de 2015. 
  48. «Estudantes ocupam Instituto de Educação de Minas e exigem reformas imediatas». Estado de Minas. 24 de novembro de 2015. 
  49. «Inscrições para Meio Passe Estudantil estão abertas em Belo Horizonte». G1. 16 de março de 2016. 
  50. «Protesto cobra melhorias em escola pública e ampliação do meio-passe». G1. 21 de março de 2013. 
  51. «Comissão debate denúncias de irregularidades no Iemg». Assembleia Legislativa de Minas Gerais. 17 de abril de 2002. 
  52. a b «Após denúncia, estudante é transferida de colégio tradicional de Belo Horizonte». Hoje em Dia. 23 de junho de 2016. 
  53. a b c «Falta de prevenção estimula o consumo de drogas nas escolas públicas de BH». Hoje em Dia. 20 de junho de 2016. 
  54. «Instituto de Educação, em BH, suspende aulas em protesto contra violência de alunos a professores». Rádio Itatiaia. 2 de junho de 2014. 
  55. «Professores e alunos do Iemg protestam contra a violência nesta segunda-feira». Estado de Minas. 2 de junho de 2014. 
  56. «Professora alega que foi agredida por estudantes». O Tempo. 30 de maio de 2014. 
  57. Sind-UTE/MG (2 de junho de 2014). «Minas Gerais: trabalhadores em educação fazem ato em solidariedade à professora agredida no Instituto de Educação». Central Única dos Trabalhadores. 
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