Insurgência no Cáucaso Norte

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Insurgência no Cáucaso Norte
Chechnya and Caucasus.png
Mapa do Cáucaso Norte
Data 15 de abril de 2009-atual
Local Cáucaso Norte
Desfecho Conflito aberto
Combatentes
Rússia Rússia
Geórgia Geórgia
Azerbaijão Azerbaijão
Arménia Armênia
Flag of Jihad.svg Al-Qaeda
Flag of the Caucasian Emirate.svg Emirado do Cáucaso
Flag of Jihad.svg Jamaat checheno (desde 2010)[1][2]
Flag of Jihad.svg Ingush Jamaat
Flag of Jihad.svg Shariat Jamaat
Flag of Jihad.svg Yarmuk Jamaat
Flag of Jihad.svg mujahideens
AQMI Flag asymmetric.svg Estado Islâmico
Principais líderes
Rússia Dmitri Medvedev
Rússia Vladimir Putin
Flag of the Chechen Republic.svg Ramzan Kadyrov
Flag of Caucasian Emirate.svg Zalim Shebzukhov
Flag of the Caucasian Emirate.svg Dokka Umarov
Forças
20 000 (2009)[3]
2 500 tropas en Ingusetia (2008)[4]
500 - 600 rebeldes (2009)[5]
5 000 rebeldes (2010br />5 000 muyahidines (2010)[6]
Vítimas
1 079 – 1 110 mortos
2 282 – 2 646 feridos
2 247 mortos e 2 448 capturados
602 civis mortos (2010–2016)

A Insurgência no Cáucaso Norte é uma continuação da violência política, étnica e religiosa na região, apesar do fim oficial das operações militares na Chechênia em 15 de abril de 2009.[7] A violência parece estar concentrada principalmente nas repúblicas do Norte do Cáucaso, Chechênia, Daguestão,[8] Inguchétia[9] e Kabardino-Balkaria, com confrontos e ataques ocasionais em outras partes (incluindo Moscou e na Ossétia do Norte), A persistência da geração desses conflitos tanto pela Rússia quanto pelos rebeldes causaram preocupações relacionadas a segurança dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2014.[10]

Durante os quatro meses de verão de 2009 morreram mais de 442 pessoas em comparação com apenas 150 para todo o ano anterior .[11] Segundo o Ministério do Interior russo cerca de 150 pessoas foram mortas e 686 feridas,[12] enquanto mais 541 supostos rebeldes e colaboradores foram mortos e mais de 600 terminaram presos.[13] No caso do Daguestão o principal grupo islâmico armado Shariat Jamaat está ativo desde 2002, procura criar um estado islâmico independente. Na Inguchétia, um conflito irrompeu, descrito como uma guerra civil por ativistas locais dos direitos humanos e políticos da oposição,[4] entre forças russas e o governo local contra o grupo rebelde islâmico Ingush Jamaat ativo desde 2000. Em Kabardino-Balkaria o principal grupo armado Yarmuk Jamaat está ativo desde 2000.

Em 2005, os diversos grupos armados formaram a chamada Frente do Cáucaso como uma organização de cooperação e de unidade em suas atividades insurgentes e terroristas, a Frente ficou sob o comando do ex-presidente islâmico checheno Abdul-Halim Sadulayev. Em 31 de outubro de 2007 proclamaram a formação do Emirado do Cáucaso, sob o comando do ex-presidente checheno, Dokka Umarov, como o seu primeiro Emir; organização considerada terrorista pela Rússia e pelos EUA, os grupos insurgentes proclamam lutar pela independência. A partir de 1995 tem sido registrado a presença de combatentes árabes mujahideens, principalmente na Chechênia.

Referências