Invictus

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Invictus
Pôster de divulgação.
 Estados Unidos
2009 •  cor •  133 min 
Direção Clint Eastwood
Produção Clint Eastwood
Lori McCreary
Robert Lorenz
Mace Neufeld
Roteiro Anthony Peckham
Baseado em Playing the Enemy: Nelson Mandela and the Game that Made a Nation
de John Carlin
Elenco Morgan Freeman
Matt Damon
Género drama biográfico
Música Kyle Eastwood
Michael Stevens
Cinematografia Tom Stern
Edição Joel Cox
Gary D. Roach
Companhia(s) produtora(s) Revelations Entertainment
Malpaso Productions
Spyglass Entertainment
Distribuição Warner Bros. Pictures
Lançamento Estados Unidos 11 de dezembro de 2009
Portugal 28 de janeiro de 2010
Brasil 29 de janeiro de 2010
Idioma inglês
africâner
maori
Orçamento US$ 50-60 milhões[1]
Receita US$ 122.2 milhões[1]
Site oficial
Página no IMDb (em inglês)

Invictus é um filme de 2009 do gênero drama biográfico esportivo, dirigido por Clint Eastwood e estrelado por Morgan Freeman e Matt Damon.

A história é baseada no livro Playing the Enemy: Nelson Mandela and the Game That Made a Nation de John Carlin e na conquista da Copa do Mundo de Rugby de 1995 pela Seleção Sul-Africana de Rugby, organizada no país após o desmantelamento do apartheid. Freeman e Damon interpretam, respectivamente, o presidente sul-africano Nelson Mandela e François Pienaar, capitão da equipe da seleção sul-africana de rugby union, os Springboks.

Invictus foi lançado nos Estados Unidos e na África do Sul em 11 de dezembro de 2009. O título do filme pode ser traduzido do latim como "InCalim", e é o nome de um poema do escritor inglês William Ernest Henley. O filme foi recebido com críticas e opiniões positivas, com destaque para as atuações de Freeman e Damon; pela interpretação como Nelson Mandela, Morgan Freeman foi nomeado para o Oscar de Melhor Ator enquanto que Matt Damon foi indicado na categoria de Melhor Ator Coadjuvante pela mesma cerimônia.

Enredo[editar | editar código-fonte]

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Em 11 de Fevereiro de 1990, Nelson Mandela (Morgan Freeman) é libertado da prisão de Victor Verster depois de 27 anos encarcerado. Quatro anos depois, Mandela é eleito para ser o primeiro presidente negro da África do Sul. Sua presidência enfrenta enormes desafios na era pós-Apartheid, incluindo a pobreza extrema e o crime. Mandela está particularmente preocupado com as divisões raciais entre negros e brancos sul-africanos, que podem levar à violência. A má vontade que ambos os grupos mantêm uns com os outros é vista até mesmo em sua própria equipe de segurança, onde as relações entre os oficiais brancos já estabelecidos, que havia guardado os antecessores de Mandela, e as adições de negros do CNA para o destacamento de segurança, são frias e marcada por desconfiança mútua.

Ao assistir a um jogo dos Springboks, a equipe do país da união do rugby, Mandela percebe que os negros no estádio torcem contra o time da África do Sul pois aquela seleção ainda representa o preconceito e o apartheid em suas mentes. Ele lembra que ele fez o mesmo enquanto estava preso em Robben Island. Sabendo que a África do Sul está pronta para sediar a Copa do Mundo de Rugby de 1995 no período de um ano, Mandela convence uma reunião do recém dominado por negros Comitê Sul-Africano de Esportes a apoiar os Springboks. Em seguida, ele se encontra com o capitão da equipe François Pienaar (Matt Damon) e sugere-o que uma conquista dos Springboks da Copa do Mundo irá unir e inspirar a nação. Mandela também compartilha com Pienaar um poema, "Invictus", que o inspirou durante seu tempo na prisão.

Pienaar e seus companheiros de equipe treinam. Muitos sul-africanos, brancos e negros, duvidam que o rugby vai unir uma nação dilacerada por cerca de 50 anos de tensões raciais. Para muitos não-brancos, especialmente os radicais, os Springboks simbolizavam a supremacia branca. No entanto, tanto Mandela e Pienaar se mantém firmes na sua teoria de que a seleção de rugby do país pode conseguir unir os sul-africanos.

As coisas começam a mudar à medida que os jogadores interagem com os moradores de algumas regiões do país e começam a ter amizade com eles. Durante os jogos de abertura, o apoio aos Springboks começa a crescer entre a população não-branca. No segundo jogo, os cidadãos de todas as raças comparecem no estádio para apoiar o Springboks e os esforços de Mandela. A equipe de segurança de Mandela também se aproxima, ao passo que os vários oficiais passam a respeitar o profissionalismo e dedicação de seus companheiros independente de suas raças.

Os Springboks superam todas as expectativas e se qualificam para a partida final contra os All Blacks da Nova Zelândia, o time mais bem-sucedido de rugby no mundo até então. Antes do jogo, a equipe africana visita a Ilha Robben, onde Mandela passou os seus 27 anos na prisão. Lá, Piennar é inspirado pela força de vontade de Mandela e sua ideia de autodomínio no poema Invictus. Pienaar mostra-se surpreso e se questiona como Mandela "passou 30 anos numa cela minúscula e saiu disposto a perdoar todos aqueles que o colocaram lá".

Já na final, com o estádio Ellis Park lotado tanto por brancos quanto por negros, Pienaar motiva sua equipe. Os guarda-costas de Mandela tem um susto quando, pouco antes da partida, um Jumbo estremece o estádio, chegando a suspeitarem de uma tentativa de terrorismo contra o presidente quando, na verdade, trata-se de uma demonstração de patriotismo (com dizeres de "Boa Sorte" abaixo da fuselagem da aeronave dirigida aos jogadores sul-africanos). Os Springboks vencem a partida faltando um minuto para seu término em um drop kick do meia Joel Stransky (Scott Eastwood), com um resultado de 15-12 contra os neozelandeses. Durante a premiação, Mandela e Pienaar se encontram no campo juntos para celebrar a improvável e inesperada vitória. Após a partida, a comitiva de Mandela passa pelas ruas congestionadas de Joanesburgo por conta da população estar comemorando a conquista. Dentro de seu carro, o líder sul-africano assiste satisfeito seu povo celebrando a vitória, enquanto que a voz de Morgan Freeman é ouvida recitando o poema "Invictus".

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Elenco[editar | editar código-fonte]

  • Morgan Freeman como Nelson Mandela
  • Matt Damon como François Pienaar
  • Tony Kgoroge como Jason Tshabalala
  • Julian Lewis Jones como Etienne Feyder
  • Adjoa Andoh como Brenda Mazibuko
  • Patrick Mofokeng como Linga Moonsamy
  • Matt Stern como Hendrick Booyens
  • Marguerite Wheatley como Nerine Inverno
  • Leleti Khumalo como Maria
  • McNiel Hendriks como Chester Williams
  • Scott Eastwood como Joel Stransky
  • Isaac Feau'nati como Jonah Lomu
  • Grant L. Roberts como Ruben Kruger
  • Rolf E. Fitschen como Naka Drotske
  • Vaughn Thompson como Rudolph Straeuli
  • Charl Engelbrecht como Garry Pagel
  • Graham Lindemann como Kobus Wiese
  • Sean Cameron Michael como gerente de equipamentos do Springbob

Produção[editar | editar código-fonte]

O filme é baseado no livro Playing the Enemy: Nelson Mandela and the Game that Made a Nation do jornalista John Carlin.[2] Os cineastas se encontraram com Carlin durante uma semana em sua casa em Barcelona, discutindo a possibilidade de transformar o livro em um roteiro de filme. As filmagens começaram em março de 2009 na Cidade do Cabo, África do Sul; a filmagem primária naquele país foi concluída em maio de 2009.

Morgan Freeman foi de imediato escolhido para interpretar o presidente Mandela. Matt Damon foi então escalado como o capitão da equipe dos Springboks François Pienaar, apesar de ser significativamente menor do que o próprio jogador sul-africano[3] e o restante da equipe.[4] Para interpretar com mais realidade seu personagem, Damon recebeu treinamento intensivo de Carl Cox, outro astro da equipe de 1995, no Gardens Rugby League Club.[5] "Em termos de estatura e estrelas, este certamente é um dos maiores filmes já feitos na África do Sul", disse Laurence Mitchell, diretor da Cape Film Commission à época da produção do longa.[6] Em 18 de março de 2009, Scott Eastwood foi escalado como o flyhalf Joel Stransky (cuja sua atuação na partida foi essencial para a conquista do título da África do Sul na Copa do Mundo de Rugby de 1995).[7] Durante o Natal de 2008, algumas audições ocorreram em Londres para tentar encontrar um conhecido ator britânico para interpretar o pai de Pienaar, mas em março foi decidido contratar um ator sul-africano menos conhecido.[8] Chester Williams também esteve envolvido nos treinamentos de rugby para o elenco. As filmagens da final também aconteceram no Ellis Park Stadium, que foi verdadeiramente o palco da final de 1995.

Lançamento[editar | editar código-fonte]

Invictus abriu em 2.125 salas de cinema na América do Norte em 3º lugar em seu primeiro fim de semana arrecadando US$ 8.611.147, sendo a maior abertura para um filme temático de rugby. O filme arrecadou o valor de US$ 37.491.364 no mercado americano e mais US$ 84.742.607 internacionalmente, num total mundial de US$ 122.233.971, contra um orçamento de cerca de US$ 60 milhões.[1]

Doméstico[editar | editar código-fonte]

O filme foi lançado em 18 de maio de 2010 nos formatos DVD e Blu-ray Disc. Os bônus inclusos foram:

  • Matt Damon jogando rugby
  • Trailer musical do filme

O lançamento do Blu-ray incluiu uma cópia digital e recursos especiais adicionais:

  • Visão, coragem e honra: o poder de uma história verdadeira
  • Exploração "Picture in Picture" com elenco, equipe e pessoas reais que viveram a história verdadeira

Televisão[editar | editar código-fonte]

O filme foi exibido pela primeira vez na televisão aberta brasileira no dia 17 de julho de 2012 dentro da sessão de filmes Cine Espetacular do SBT.[9]

Recepção[editar | editar código-fonte]

O filme foi recebido com críticas geralmente positivas. Invictus possui 76% de aprovação no site agregador Rotten Tomatoes com base 237 avaliações e com uma pontuação média de 6,6/10. O consenso crítico do site é: "Entregue com uma precisão tipicamente imponente do diretor Clint Eastwood, Invictus pode não despertar interesse suficiente para alguns espectadores, mas Matt Damon e Morgan Freeman vivem seus personagens com admirável convicção".[10] No Metacritic, o filme tem uma pontuação média ponderada de 74 de 100, com base em 34 críticas, indicando "revisões geralmente favoráveis".[11]

O crítico David Ansen escreveu:[12]

O enérgico e funcional roteiro de Anthony Peckham, baseado no livro de John Carlin, Playing the Enemy, pode ser apenas a "ponta do iceberg" (com as mensagens que Eastwood acrescenta dadas como exageradas). No entanto, os lapsos desaparecem diante de uma história tão comovente - que seria difícil de acreditar se fosse ficção. A maravilha de Invictus é que ele realmente parece ser uma obra de ficção.

Roger Ebert do jornal Chicago Sun-Times deu ao filme três estrelas e meia[13] e escreveu em sua crítica:

É um filme muito bom. Tem momentos que evocam grande emoção, como quando os membros negros e brancos da segurança presidencial (ativistas "linha dura" da CNA e os policiais Afrikaners) concordam de forma contrariada à trabalharem juntos. E quando o personagem de Damon - François Pienaar, como capitão da equipe - é mostrado na cela onde Mandela foi mantido por aqueles longos anos em Robben Island. Minha esposa, Chaz, e eu fomos levados para a ilha numa manhã cedo por Ahmed Kathrada, um dos companheiros de prisão de Mandela, e sim, o filme mostra sua própria cela, com os cobertores finos no chão. Considerando isso, você pensa: "aqui um grande homem esperou fielmente por seu encontro com a história".

Jake Tomlinson da Shave Magazine escreveu:[14]

O filme de Eastwood mostra como o esporte pode unificar as pessoas, uma mensagem direta e comovente que deixa o público aplaudindo. O esporte, retrato preciso e o enredo sólido ganham este filme uma classificação de masculinidade de 3/5. No entanto, o valor de entretenimento, a precisão histórica e a forte mensagem que este filme oferece lhe dão uma classificação geral de 4,5 estrelas. Definitivamente, vale a pena ver.

Todd McCarthy, da Variety, escreveu:[15]

Inspirado em face disso, o filme de Clint Eastwood tem uma trajetória previsível, mas cada cena transborda de detalhes surpreendentes que se acumulam em um tecido rico de história, impressões culturais e emoção.

Pessoas envolvidas[editar | editar código-fonte]

Don Beck, que ajudou o time de rugby a ter sucesso em 1995 como amigo próximo e conselheiro do técnico Kitch Christie e do capitão da equipe François Pienaar, achou o filme bem fiel à história real. Sobre o filme ele comentou: "Firme e equilibrado."[16]

Principais prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

Premiação Categoria Recipiente Resultado Ref
Oscar Melhor ator Morgan Freeman Indicado [17]
Melhor ator coadjuvante Matt Damon Indicado
Broadcast Film Critics Association Awards Melhor filme Indicado [18]
Melhor diretor Clint Eastwood Indicado
Melhor ator Morgan Freeman Indicado
Melhor ator coadjuvante Matt Damon Indicado
César Melhor filme estrangeiro Indicado [19]
ESPY Awards Melhor filme de esportes Indicado [20]
Prêmios Globo de Ouro Melhor ator em um papel de liderança - drama de cinema Morgan Freeman Indicado [21]
Melhor ator coadjuvante - Filme Matt Damon Indicado
Melhor diretor - Filme Clint Eastwood Indicado
Movieguide Awards Prêmio Fé e Liberdade para Filmes Venceu [notes 1] [22]
NAACP Image Awards Melhor ator em um filme Morgan Freeman Venceu [23]
Melhor filme Indicado [24]
Melhor roteiro em um filme (teatral ou televisão) Anthony Peckham Indicado
National Board of Review Prêmio Liberdade de Expressão Venceu [25]
Melhor diretor Clint Eastwood Venceu
Melhor ator Morgan Freeman Venceu [notes 2]
Producers Guild of America Award Produtores do ano Clint Eastwood, Rob Lorenz, Lori McCreary, Mace Neufeld Indicado [26]
Prémios Screen Actors Guild Melhor desempenho de um ator masculino em um papel de liderança Morgan Freeman Indicado [27]
Melhor desempenho de um ator masculino em um papel de apoio Matt Damon Indicado
WAFCA Awards Melhor ator Morgan Freeman Indicado [28]
Melhor diretor Clint Eastwood Indicado
Visual Effects Society Melhores recursos de efeitos visuais em um filme Michael Owens, Geoff Hancock, Cyndi Ochs, Dennis Hoffman Indicado [29]

Referências

  1. a b c «Invictus». Box Office Mojo. Consultado em 13 de fevereiro de 2015. 
  2. Leyes, Nick (15 de março de 2009). «François Pienaar takes rugby union to Hollywood. Somanth as François Pienaar' brother». Daily Telegraph. Consultado em 31 de março de 2009. 
  3. «Photo showing Freeman and Damon at premiere». IMDB.com. Consultado em 30 de maio de 2011. 
  4. «Photo». celebrity-gossip.net. Consultado em 19 de dezembro de 2010. [ligação inativa]
  5. Rappe, Elisabeth (16 de março de 2009). «Matt Damon Goes Blond For 'The Human Factor'». Cinematical.com. Consultado em 31 de março de 2009. 
  6. [ligação inativa]«Matt Damon injured at rugby union training». The Times (South Africa). 8 de março de 2009. Consultado em 31 de março de 2009. 
  7. White, James (18 de março de 2009). «Scott Eastwood joins the Mandela pic: Clint casts his son...». TotalFilm.com. Consultado em 31 de março de 2009. 
  8. Jones, Alice-Azania (16 de março de 2009). «Pandora: An accent beyond the best of British». The Independent. Consultado em 31 de março de 2009. 
  9. http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/1120936-na-tv-inedito-filme-invictus-vai-ao-ar-hoje-documentario-traz-a-intimidade-de-lacan.shtml Folha de S. Paulo - Na TV: Inédito, filme "Invictus" vai ao ar hoje; documentário trás a intimidade de Lacan (17/07/12)
  10. «Invictus (2009)». Rotten Tomatoes. Fandango Media. Consultado em 20 de março de 2018. 
  11. «Invictus Reviews». Metacritic. CBS Interactive. Consultado em 20 de março de 2018. 
  12. David Ansen (25 de novembro de 2009). «'Invictus': A Whole New Ballgame». Newsweek. Consultado em 7 de dezembro de 2009. 
  13. Roger Ebert (9 de dezembro de 2009). «Invictus». Chicago Sun-Times. Consultado em 13 de dezembro de 2009. 
  14. Jake Tomlinson (10 de dezembro de 2009). «Review: Invictus». Shave. Consultado em 23 de dezembro de 2009. 
  15. Todd McCarthy (27 de novembro de 2009). «Invictus». Variety. Consultado em 9 de dezembro de 2009. 
  16. [ligação inativa]The story behind ‘Invictus’: Man aided team now onscreen Arquivado em 2010-01-25 no Wayback Machine.. Denton Record-Chronicle, December 24, 2009
  17. «Academy Award nominations». Variety. 2 de fevereiro de 2010. Consultado em 13 de fevereiro de 2015. 
  18. Levine, Stuart (14 de dezembro de 2009). «BFCA announces its nominees». Variety. Consultado em 13 de fevereiro de 2015. 
  19. Keslassy, Elsa (25 de fevereiro de 2011). «'Of Gods and Men' tops Cesar Awards». Variety. Consultado em 13 de fevereiro de 2015. 
  20. «Brees nominated for several ESPYS». ESPN. 14 de julho de 2010. Consultado em 13 de fevereiro de 2015. 
  21. «67th Annual Golden Globes winners list». Variety. 17 de janeiro de 2010. Consultado em 13 de fevereiro de 2015. 
  22. «2010 Movieguide Awards Winners». Movieguide Awards. 1 de fevereiro de 2010. Consultado em 29 de junho de 2017. 
  23. Engelbrektson, Lisa (26 de fevereiro de 2010). «'Precious' tops NAACP Awards». Variety. Consultado em 13 de fevereiro de 2015. 
  24. Engelbrektson, Lisa (6 de janeiro de 2010). «'Precious' tops NAACP nominations». Variety. Consultado em 13 de fevereiro de 2015. 
  25. Thielman, Sam (3 de dezembro de 2009). «NBR's best: 'Up in the Air'». Variety. Consultado em 13 de fevereiro de 2015. 
  26. McNary, Dave (5 de janeiro de 2010). «PGA unveils nominations». Variety. Consultado em 13 de fevereiro de 2015. 
  27. Barraclough, Leo (17 de dezembro de 2009). «SAG nominations list». Variety. Consultado em 13 de fevereiro de 2015. 
  28. Knegt, Peter (6 de dezembro de 2009). «"Up In The Air" Leads D.C. Critics Nods». Indiewire. Consultado em 13 de fevereiro de 2015. 
  29. «8th Annual VES Awards». visual effects society. Consultado em 22 de dezembro de 2017.