Iris (banda de Portugal)

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IRIS é uma banda rock portuguesa, de origem algarvia, criada em 1979[1][2].

Uma das mais antigas de Portugal, fazendo parte da historia do Movimento Pop Rock Nacional em Portugal.

Biografia[editar | editar código-fonte]

A banda IRIS foi criada em 1979, por quatro amigos que começaram a tocar em bailes na vila da Fuzeta. Aos poucos, foram ganhando dinheiro para comprar equipamento o que lhes permitiu desenvolver o seu estilo único[1][2]. Ao longo dos anos, fizeram o circuito dos bailes, dos bares e uma serie de concertos um pouco por todo o Algarve e fora dele também, entretanto foram criando temas próprios, ganhando um público fiel, sendo atualmente difícil encontrar alguém no Algarve que não tenha ouvido falar deles[3].

Depois de várias modificações na estrutura da banda, apenas em 1994 surge aquela que seria a sua principal formação original , constituída por: Domingos Caetano nas guitarras e na voz principal, Chico Mesquita nas vozes e no baixo, Thierry Guerreiro na bateria e Ray Van Duyvenbode na guitarra acústica e nas vozes[1]. É com esta formação que em 1995, após 16 anos de existência, surge a hipótese de gravar o primeiro disco de originais[2].

Assinam, em Abril de 1995 com a Vidisco, um contrato discográfico para fazerem 3 CD’s tendo o primeiro saído em Setembro desse ano e produzido pelo inglês Neal Kay, tendo sido gravado nos estúdios JPN em Faro seria o inicio de uma longa carreira discográfica[1].

O sucesso deste trabalho surpreende toda a gente e ainda mais os membros da banda, que de um dia para o outro se vêem confrontados com muitas solicitações, quer para a sua participação em programas de rádio, de televisão, entrevistas, quer para espetáculos um pouco por todo o país, quando até ai, tocar era também e quase sempre sinónimo de se ir dormir em casa. Passado algum tempo o CD atinge mais de 20.000 cópias vendidas, tendo a banda sido galardoada com um Disco de Ouro.

É no entanto no ano seguinte em 1996, que este trabalho e o fenómeno IRIS atingem o seu maior impacto. "Oh Mãe, Aquêle Moçe Batê-me", versão da música "The House Of The Rising Sun" imortalizada pelos Animals, foi sem dúvida o tema que fez a diferença, trazendo como maior inovação, as músicas rock cantadas com pronúncia algarvia, levando os "moços marafados" a efetuar mais de 60 espetáculos por todo o pais. É nesta altura que a banda contrata o guitarrista Rui Machado "Max" reforço este, que permite ao Domingos movimentar-se ainda com maior dinâmica e energia em palco.

Dois anos mais tarde em Março de 1997, a banda lança o seu 2º CD intitulado "IRIS". Trabalho produzido pela própria banda, que novamente apostaram em "casa" para gravar, uma vez mais utilizando os estúdios JPN em Faro, onde incluem desta vez para além dos já habituais elementos, a participação do teclista João Ruano, do acordeonista Cláudio, da voz da Nita, que tal como o Max na guitarra elétrica, passam a integrar os espetáculos ao vivo da banda. O single "Atira Tó’Mar", versão da música original de Bob Dylan, "Knocking On Heaven’s Door", foi dos temas mais tocadas entre as rádios nesse ano. Uma vez mais é Disco de Prata, com mais de 17.000 cópias vendidas.

Considerada por todos com uma das melhores e mais energéticas bandas em palco, os IRIS percorrem todo o país, deixando um rasto de boa disposição entre todos aqueles que assistiam aos seus espetáculos.

Ao mesmo tempo em Novembro de 1997, a banda IRIS envolve-se em conjunto com outras bandas da sua editora, no projeto "Heróis do Rock" onde a música "Ser Jovem Sem Droga" dá o mote. Com uma intervenção social muito forte, este projeto chama a atenção sobre problemas da Sida e da droga, revertendo uma grande parte das suas vendas, em favor da Liga Portuguesa Contra a Sida.

É então montado um espetáculo, em que o IRIS e todos os participantes do projeto promovem os ideais de uma juventude saudável e sem droga, chamando a atenção dos média e do público em geral, através de eventos realizados de norte a sul do país, sobre o chamado "maior flagelo dos tempos modernos". É nesta altura que efetuam 2 grandiosos espetáculos, que serão só por si, o ponto mais alto das suas carreiras, o Coliseu do Porto e o Coliseu de Lisboa. O CD atinge vendas deslumbrantes e é atribuído aos participantes um Disco de Ouro, numa cerimonia efetuada no Coliseu de Lisboa.

Em Novembro de 1998 o projeto "Heróis do Rock" volta a repetir-se tendo como música de lançamento o tema "Sou Metade Sem Ti". Uma vez mais oferecem parte das receitas à Liga Portuguesa Contra a Sida e uma vez mais o sucesso do projeto é enorme, vendas superiores a 20.000 cópias e um novo Disco de Ouro a ser atribuído aos elementos participantes.

Em Maio de 1999 a banda lança o seu 3º CD intitulado "Intuição". Desta vez foram buscar o produtor Rodrigo Leal, que por esta altura estava nos E.U.A. a produzir o seu álbum, encontrando-se a trabalhar no estúdio do conhecido Nuno Bettencourt. Foi então utilizado o estúdio de gravação Noites Longas no Seixal.

Deste CD foi extraído o primeiro single "Por Ti, Já Não Sei" letra de Salsicha e música de Domingos Caetano, que rapidamente chega aos tops nacionais.

É nesta altura que a banda atinge a sua maioridade. As versões elétricas de temas da música tradicional portuguesa e os temas originais, todos eles cheios de muita garra e da habitual ironia, o que de resto se tornou numa imagem de marca da banda, levam a que tenham as melhores críticas por parte do público. Os seus espetáculos ao vivo são um misto de emoção, vivacidade e energia, Domingos Caetano prova ser um "front-men" por excelência e a banda ao dar sempre "o tudo por tudo", é convidada a actuar em cada vez mais locais, muitos deles por onde já haviam passado antes.

Em meados de Setembro desse ano saem da banda o Ray e o João Ruano, sendo o primeiro substituído pelo Cláudio na guitarra acústica e o segundo pelo jovem David nas teclas mantendo-se o Max encarregue da guitarra eléctrica, dando assim continuidade à sua presença no grupo.

Em Março de 2001, o IRIS trouxe o seu 4º CD, produzido pelo João Paulo Nunes e pelo Domingos Caetano, foi escolhido novamente o Algarve para efetuar a sua gravação, desta vez nos estúdios da Sueste Records na Fuzeta.

Este novo CD intitulado "Tá o Mar Fête Num Cão", foi criado como sendo um trabalho de retrospetiva carreira discográfica da banda algarvia, sendo apresentado em forma de CD Duplo e que teve como 1º Single e música de lançamento, o tema "Estou Além" versão livre com arranjos de Domingos Caetano, da música original do mito da música Pop Portuguesa, António Variações.

No CD n.1 deste trabalho encontra-se uma seleção dos melhores temas anteriormente editados pela banda, desta vez com novas misturas e masterizações, junto com 2 temas inéditos "Logo à Tarde", letra de Diogo Noronha e música de Domingos Caetano e um 2º inédito, "Alma Gémea", com letra de Pedro Freitas Branco e música de Domingos Caetano.

O CD n.2 tem um conjunto de 8 músicas ao vivo, cujas gravações foram efetuadas pela banda ao longo dos anos as quais foram recuperadas, misturadas e masterizadas para esta edição.

Para além das faixas áudio, o CD n.2 também inclui uma faixa em CD-ROM, produzida pela Vertente Produções em Faro, onde se podem visionar todos os vídeo-clips da banda, alguns dos quais que nunca tinham sido vistos pelo grande público, isto para além de muitas surpresas e da muito boa disposição com que a banda já tanto acostumou o seu público.

Neste CD-ROM ainda se podem encontrar duas músicas extra, "O Dom Da Vida" letra de Sal Bonner e música de Domingos Caetano, incluído na coletânea "Outros Destinos" editada pela "Direção Regional do Algarve – SPTT" e o "Comisionado para la Droga de Junta de Andaluzia", patrocinado pelo projeto INTERREG 2; e ainda "As Loucuras Da Deputada" instrumental de Domingos Caetano, esta última gravada especialmente para a coletânea "Guitarristas", que em 1998 foi editada pela Música Alternativa e que todas elas, só poderão ser ouvidas por quem corra o CD no computador.

É nesta altura (2001/2002) que o IRIS promove a grande renovação no seu elenco. Assim, para além dos já conhecidos David Fernandes nas teclas e Cláudio Martins na viola acústica e no acordeon, há na banda um novo grupo de músicos que substituem o Thierry, o Chico e o Max. Eles são Chico Cardoso na bateria, Cláudio Barras no baixo e Virgílio Silva na guitarra elétrica. É com estes músicos que a banda inicia mais uma tournée nacional que os leva a muitas localidades do país.

Em finais de Junho de 2003, o jovem Bruno Gonçalves passa a fazer parte da banda, substituindo nos teclados o David Fernandes que entretanto tinha saído.

O 5º trabalho discográfico da banda IRIS saiu para as bancas a 14 de Novembro. Uma vez mais este novo CD trará as melodias Rock, as músicas originais e acima de tudo a qualidade e a boa disposição que tem caracterizado os trabalhos do IRIS.

Em 2004 a banda faz muitos espetáculos no continente e ilhas, tendo o guitarrista Sílvio voltado a fazer parte da equipa. A bateria também foi nesta altura entregue ao jovem Hugo.

Em Setembro, foi feita a entrega da Medalha de Mérito Turístico Grau Prata ao Domingos Caetano, numa cerimónia presidida pelo Sr. Secretário de Estado do Turismo, Dr. Carlos Martins, por ocasião das comemorações oficiais do “Dia Mundial do Turismo 2004”, que decorreu no Auditório da Delegação de Faro do Instituto Português da Juventude. A Região de Turismo do Algarve instituiu a atribuição das “Medalhas do Turismo” destinadas a dar público apreço às entidades singulares ou coletivas, públicas ou privadas, nacionais ou estrangeiras, cuja atividade se tenha evidenciado na valorização, dinamização e divulgação do turismo, com manifesto interesse para a Região do Algarve.

Já no final de 2004 o IRIS começa uma nova fase da sua vida, remodelando toda a equipa de músicos. Assim, no baixo ficou o Márinho (músico dos primórdios da banda em 1988), na bateria o Paulo Cardoso, nas teclas o Carlinhos, mantendo-se o Sílvio nas guitarras. Diz quem os ouviu, que a força e a energia doutros tempos, foi recuperada e melhorada.

2005 trouxe outro elemento ao grupo de trabalho. O Thierry voltou à bateria e a sonoridade de outros tempos voltou a fazer-se ouvir.

Foi com ele na bateria que a banda celebrou os 10 anos de cd’s, num espetáculo realizado em Faro, mesma localidade onde tinha sido apresentado o 1º cd “Vão dar banhó cão” em 1995. Assim, no dia 7 de Setembro, exatamente 10 anos depois, a banda realiza um grandioso espetáculo com a participação da Orquestra de Câmara “Ensemble Petrov”, composta por violinos, violas e violoncelos, num total de 10 músicos de formação clássica, assim como da participação do Grupo Coral do Algarve, dirigido pela Drª. Evelina Assenova Kavrakova.

Após um ano intenso de muitos espetáculos, o final da época trouxe todos os músicos ao estúdio para iniciarem a pré-produção, daquele que será o próximo trabalho discográfico.

O ano de 2006 traz a reentrada do João Ruano “João de Lagos” para complementar as teclas, e a substituição do Sílvio pelo Rui Machado que pela segunda vez volta a ser o responsável pelas guitarras.

Em Julho a banda dá um dos muitos espetáculos em que participa a Orquestra de Câmara “Ensemble Petrov”, desta vez para 50.000 pessoas na Concentração Motard do Moto Clube de Faro. Aproveitando o ambiente e as condições técnicas, decidem gravar num só “take”, todo o espetáculo para a possível edição de um CD ao-vivo.

Após vários sucessos ao longo dos anos, em 2007, tornam-se na primeira banda de rock portuguesa a montar um espetáculo com uma orquestra e a gravar um CD e DVD durante esses espetáculo, com a ajuda do violinista búlgaro Emiliano Petrov, professor no Conservatório de Vila Real de Santo António, que reuniu o Essemble Petrov com músicos da Orquestra do Algarve, para esse efeito[3], chegando a atuar para 50.000 pessoas[4] que foi um dos melhores momentos da carreira atual dos IRIS.

Após mais um período de muitos espetáculos e com a pré-produção do novo trabalho concluída, a banda finalmente inicia as gravações em Novembro de 2008 nos estúdios da Rockestra – Associação Juvenil em Moncarapacho.

Foram longas horas passadas em estúdio, tendo o trabalho final sido o resultado de um vasto período de maturação (leia-se, dedicação, carinho e trabalho árduo), mas que resulta em mais um marco na história da banda. Domingos continua a ser o motor criativo do projeto, assinando igualmente muitos dos 12 temas que compõem o CD. A seu lado continuam Thierry (Bateria e Percussão), Márinho Pires (Baixo e vozes), Rui Machado (Guitarras) Carlos Guerreiro (Teclas e vozes) e João Ruano (Teclas), contando em alguns dos temas, com a presença de convidados como Sara Gonçalves, Inês Graça e João Ramos (coros), Nuno Ferreira e Bruno Romeira (guitarras) e Beto Kalulu (percussão).

Com as gravações dos 12 temas terminadas em Janeiro, o trabalho ficou definitivamente pronto em Maio de 2009.

Estando o contrato discográfico com a editora de sempre concluído, foi altura da banda iniciar um novo período da sua vida: a busca de um novo parceiro para colocar no mercado o novo cd. Após as várias alternativas encontradas, a banda cedeu os direitos fonográficos do trabalho à editora Espacial, com quem fica ligada durante um ano.

Em resultado de uma proposta apresentada por uma fã da banda, a jovem Raquel Luís, iniciou-se a elaboração da capa/livreto, tendo todo o trabalho sido concluído pela própria, no início de Outubro.

Com a colocação à venda em inícios de Novembro a banda prepara um espetáculo de lançamento deste novo CD intitulado “Sueste”. Tal como referido nos agradecimentos do cd, “a todos os fãs que nos têm apoiado ao longo destes anos - é para vocês este trabalho”.

Derivado a outros projetos e trabalhos dos próprios membros desde 1995 até à atualidade, os IRIS têm lançado uma média um álbum a cada dois anos, sendo o mais recente, o Sueste, datado de 2009[3][5]. Após vários meses de trabalho no estúdio a banda prepara para lançar outro novo álbum intitulado IRIS "Ao Acaso" que se gravado e concluído em 2015.

No final de 2016 a banda gravou um DVD ao vivo no auditório municipal de Olhão intitulado "Baladas".

Em 2020 devido à pandemia os espetáculos foram interrompidos e durante a quarentena a banda gravou um vídeo do tema "Há sempre um amanhã" com a participação do espanhol Joaquim Cortes e o guitarrista Nuno Ferreira como um tema de esperança.

Histórico de Membros[editar | editar código-fonte]

Nome Alcunha Voz Instrumento Entrada Saída Regresso Presentemente Óbito
Domingos Caetano Dimanches Sim Guitarra 1979
Francisco Mesquta Sim Baixo 1994 2002 2020
Thierry Guerreiro Bateria 1994 2002

2011

2005

2020

Ray Van Duyvenbode Sim Guitarra Acustica 1994 1999
Mario Pires Marinho Sim Baixo 1988 1994 2004 2020
Rui Machado Max Guitarra Eletrica 1996 2002 2006
João Ruano João de Lagos Teclas 1997 1999 2006
Cláudio Martins Acordeão / Guitarra Acustica 1997
Nita Sim 1997
David Fernandes Teclas 1999 2003
Francisco Cardoso Bateria 2002
Cláudio Barras Baixo 2002
Virgílio Silva Guitarra Eletrica 2002
Bruno Gonçalves Teclas 2003
Silvio Guitarra Eletrica 2004 2006
Hugo Bateria 2004
Paulo Cardoso Bateria 2004
Carlos Guerreiro Sim Teclas 2004
Gustavo Gonçalves Gugu Bateria 2011 2020
Daniela Narra Coros
Alexandre Ponte Guitarra 2010 2018 Compositor de Bandas Sonoras
Inês Graça Coros 2006 2014 Fadista
Cláudia Cabrita Coros 2017
Inês Cruz Coros 2017
Luís Santos 2018
Flávio Henriques Guitarra Eletrica 2018

Discografia[editar | editar código-fonte]

Ano Album Suporte Produtor Estudio Editora
1995 Vão Dar Banh ó Cão CD Neal Kay JPN Vidisco
1997 IRIS CD IRIS JPN Vidisco
1999 Intuição CD Rodrigo Leal Noites Longas Seixal Road Records
2001 Tá O Mar Fêto Num Cã CD João Paulo Nunes Sueste Records, Palcos Ao vivo Coliseu de Lisboa e Porto Road Records
2003 A2 Sul CD IRIS Estúdios ACF, IRIS Road Records
2007 IRIS Ao Vivo com a Orquestra ENSEMBLE PETROV CD + DVD IRIS Palco 25ª concentração Motard de Faro Vidisco
2009 Sueste CD IRIS e Domingos Caetano Rockestra – Associação Juvenil em Moncarapacho Espacial
2015 Ao Acaso CD Neal Kay Estúdios ACF IRIS, Rockalhadas DistriRecords
2017 IRIS Baladas Ao Vivo CD+ DVD IRIS Palco Auditório Municipal de Olhão IRiS
2020 25ª Aniverário Vão dar Banhó cão CD Neal Kay JPN World Music Records
2021 Vida IRIS Estúdios ACF, IRIS World Music Records

Referências

  1. a b c d «IRIS - Biografia (site oficial)». Consultado em 25 de março de 2011. Arquivado do original em 18 de maio de 2015  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  2. a b c «A banda Íris "é o que as pessoas conhecem e terá de continuar a sê-lo", sustenta Domingos Caetano». Diário Online - Algarve. 24 de setembro de 2003. Consultado em 25 de março de 2011. Arquivado do original em 18 de maio de 2015  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  3. a b c Bruno Filipe Pires (maio de 82010). «Íris - a sueste do «Allgarve»». Jornal Algarve 123. Consultado em 25 de março de 2011  Verifique data em: |acessodata=, |data= (ajuda)[ligação inativa]
  4. «Ensemble Petrov" e "Iris" brilham no casino de Vilamoura». a Avezinha, jornal algarvio. 6 de março de 2008. Consultado em 25 de março de 2011  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  5. «Iris apresentam o Sueste no IPJ (Faro)». Algarve Central. Consultado em 25 de março de 2011  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)[ligação inativa]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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