Israelismo britânico

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O Israelismo Britânico ou Anglo-Israelismo (em inglês: british israelism) é uma doutrina do fundamentalismo cristão que afirma a crença de que nações europeias, (Anglo-saxões) principalmente a Inglaterra e com ela sua casa real, são os verdadeiros israelitas, descendentes das tribos perdidas do norte de Israel, sendo eleitos verdadeiros escolhidos por Deus. Entre suas bases para esta teoria era a ideia de que a Anglo derivado da palavra 'anjo' e que "saxão", era uma transliteração do filho Isaac.[1]

O anglo-israelismo surgiu na Grã-Bretanha entre os séculos XVIII e XIX, teve algum crescimento, enquanto o Império Britânico existia. A doutrina providenciava um aparato ideológico para um suposto exceptionalismo britânico. Com o desmantelamento do império colonial então diminuiu acentuadamente, porém, atualmente, existem organizações cristãs fundamentalistas que incorporaram estas ideias em seu credo. O anglo-israelismo é um dos fundamentos teóricos de diversos movimentos tanto fundamentalistas como integristas, nos Estados Unidos da América e outros países.[1]

Começando na década de 1960, o ensino do Israelismo britânico foi vigorosamente promovido por Herbert W. Armstrong. Armstrong. fundador e ex-pastor geral da Igreja de Deus Mundial, acreditava que o ensino era a chave para a compreensão da profecia bíblica. A crença de Armstrong causou sua separação da Igreja de Deus do Sétimo Dia por causa desse ensino.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b «The British Israelites» (em inglês). Bad Archaeology. Consultado em 9 de junho de 2014