Ivan Brondi

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Ivan Brondi
Informações pessoais
Nome completo Ivan Brondi de Carvalho
Data de nasc. 7 de outubro de 1941 (76 anos)
Local de nasc. Santa Cruz do Rio Pardo, SP,  Brasil
Informações profissionais
Posição Meio-campo
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos e gol(o)s
19601962
19631968
Brasil Palmeiras
Brasil Náutico
0010 0000(1)
00146 000(28)

Ivan Brondi de Carvalho, mais conhecido apenas como Ivan Brondi (Santa Cruz do Rio Pardo, 7 de outubro de 1941), é um ex-futebolista brasileiro que atuou como meio-campo pelo Palmeiras e, posteriormente, pelo Náutico. Hoje em dia trabalha como dentista, é sócio e conselheiro do Náutico.[1]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Palmeiras[editar | editar código-fonte]

Ivan Brondi foi revelado no Palmeiras, em 1960. Jogou apenas 10 partidas pelo alviverde, marcando um gol. Ainda neste ano, foi à Roma jogar pela Seleção Brasileira nas Olimpíadas, onde jogou duas partidas.[2] Na volta de Roma, foi emprestado ao Botafogo de Ribeirão Preto, voltando, no entanto, ao alviverde na temporada seguinte.

Sem espaço no Palestra Itália, o jogador foi cedido de empréstimo ao Náutico em 1963 por um período de dez meses.

Náutico[editar | editar código-fonte]

Sua carreira pelo Náutico foi marcada por várias glórias alcançadas pelo clube no que hoje é conhecida como sua década áurea.[3] Ivan Brondi foi o cérebro do time coordenando o meio-campo alvirrubro ao longo da conquista do Hexacampeonato de 1963 a 1968.

Em 1963, conquistou o Campeonato Pernambucano daquele ano. Após ter passado dez meses jogando pelo Timbu, a diretoria alvirrubra ficou satisfeita com o jogador e decidiu comprá-lo ao Palmeiras. O jogador ainda iria conquistar os Pernambucanos de 1965, 1966, 1967 e 1968.

Ivan foi quem mais atuou nas seis campanhas que deram ao Náutico o hexacampeonato pernambucano de 1963 a 1968. O jogador participou de 126 das 140 partidas que a equipe disputou nesse espaço de tempo: Ivan Brondi participou de 91% delas.[1]

Pela Taça Brasil de 1966, Ivan Brondi participou da histórica goleada de 5 a 3 contra o Santos, de Pelé.[4] Apesar da vitória, o Náutico não seguiu na competição por ter vencido apenas uma partida de uma melhor de três contra o alvinegro praiano. Na Taça Brasil de 1967, Ivan Brondi foi peça fundamental no time que eliminou o mesmo Santos de Pelé nas semi-finais e perdeu a final para o Palmeiras, conquistando o Vice-campeonato e a participação na Libertadores do ano seguinte.

O Náutico participou da Copa Libertadores da América de 1968 e Ivan Brondi marcou um gol no empate de 1-1 contra o Deportivo Portugués, da Venezuela. Apesar de o Náutico ter terminado em segundo colocado na fase de grupos, o clube foi penalizado pela CONMEBOL por ter feito uma segunda substituição em uma partida – regra tal que havia sido oficializada pela FIFA e adotada pela CBD, mas que, entretanto, não era adotada pela CONMEBOL. Com isso, o Náutico perdeu um ponto e terminou em 3º lugar do grupo.[1]

Títulos[editar | editar código-fonte]

Náutico

Referências

  1. a b c d e «O cerebral meia da campanha do hexa». SuperEsportes. Consultado em 15 de março de 2013 
  2. «Que fim levou? Ivan, Ex-meia do Náutico, Palmeiras e Botafogo de Ribeirão». Terceiro Tempo. Consultado em 15 de março de 2013 
  3. «Náutico na década de 60». Terceiro Tempo. Consultado em 15 de março de 2013 
  4. «O dia que o Náutico venceu o melhor time do mundo». Memória Futebol. Consultado em 15 de março de 2013 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]