Júlio Shimamoto

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Júlio Yoshinobu Shimamoto
Shimamoto na Bienal de Quadrinhos de Curitiba de 2018
Pseudónimo(s) Shima
Nascimento 1939 (80 anos)
Borborema, São Paulo, Brasil
Nacionalidade Brasileiro
Principais trabalhos Musashi
Sombras
Volúpia
Prémios Troféu HQ Mix, Prêmio Angelo Agostini, Troféu Claudio Seto
Área desenhista, pintor, ilustrador

Júlio Yoshinobu Shimamoto, referido às vezes referido como Shimamoto ou simplesmente Shima[1] (Borborema, 1939) é um desenhista de histórias em quadrinhos brasileiro de ascendência japonesa.


Biografia[editar | editar código-fonte]

Seus ancestrais foram samurais aristocratas que serviram ao daimyo Oda Nobunaga,[2] Julio Shimamoto nasceu em Borborema, São Paulo, seu pai era japonês, nascido em Shingu, na província de Wakayama e imigrou para o Brasil em 1927,[3] ao três anos de idade, a família de Julio Shimamoto mudou-se para uma região próxima ao Mato Grosso,[4] onde teve contato com a primeira história em quadrinhos, Mutt e Jeff, publicada no jornal O Estado de São Paulo, logo em seguida, passou a ler revistas em quadrinhos como O Guri, Gibi, O Tico-Tico e O Globo Juvenil, presenteadas pelo pai e por uma prima.[4][5] Ao deparar-se com narrativas dos super-heróis dos comics lutando contra soldados japoneses, desenhou suas primeiras HQs em papéis de embrulho avulsos, mostrando os japoneses derrotando os americanos.[4] Mesmo após o fim da Segunda Guerra Mundial, foi hostilizado e sofreu bullying pela ascendência japonesa.[2]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Em 1954, mudou-se para Vila Luzita, em Santo André, logo em seguida, arrumou um emprego como estoquista no escritório da matriz das Lojas de Tecidos Buri, na capital de São Paulo, em 1956, ao ver um anúncio para vagas de desenhistas do departamento de propaganda das Lojas Sears, contudo, após seis meses, estava trabalhando mais na rua do que com desenhos, o que levou a se desentender com o chefe do setor de redação, quase foi demitido, contudo, o diretor Beltram Marks (ex-coronel das tropas americanas de ocupação no Japão), gostava dele, mas ainda assim, queria manter-lhe num outro setor, acabou pedindo demissão, três meses depois de procurar outro emprego no ramo da publicidade, resolve se tornar quadrinista.[4] Resolveu experimentar uma HQ para apresentar a editora Novo Mundo, adaptando o conflito Brasil-Bolívia, tendo como base o livro A Conquista do Acre, ao mostrar ao editor e quadrinista Miguel Penteado, recebeu críticas tanto do roteiros, quanto dos desenhos, contudo, Penteado lhe de uma oportunidade, nesse período, pediu para Shimamoto criar a série Agora sei que, 8 HQs curtas de curiosidades, a nova série substituído a estrangeira Acredite se Quiser.[4][2]

Seu primeiro trabalho no gênero terror foi a Satanásia para a Editora Novo Mundo, logo em seguida, Penteado lhe apresentou ao português Jayme Cortez, que o convidou para desenhar HQs inspiradas em palhaços brasileiros como Fuzarca e Torresmo, Arrelia e Pimentinha[2] e Carequinha e Fred.[4]


Em 1959, Miguel Penteado e Jayme Cortez fundam Editora Continental com Claudio de Souza, Helí Otávio de Lacerda, José Sidekerkis, Arthur de Oliveira e Victor Chiodi, onde desenhou Shimamoto a primeira HQ do Capitão 7,[4] personagem surgido na televisão.[6] seguindo uma recomendação de Jayme Cortez para se inspirar rosto de Flash Gordon de Alex Raymond.[4] Ainda em 1959, ilustrou sua primeira HQ sobre samurais, Os Fantasmas do Rincão Maldito,[4] considerada a primeira HQ brasileira sobre o tema, contudo, de acordo com Shimamoto, a EBAL publicou duas histórias de origem italiana na revista Epopéia: Os 47 Samurais (janeiro de 1957) e O Bravo Samurai (dezembro de 1958).[4] Nos anos 60, outro descendente de japoneses, Claudio Seto, apresentou narrativas de samurais inspirado nos mangás e gekigás, na EDREL, editora fundada por Minami Keizi.[7]

Entre 1961, Shimamoto integrou a Associação de Desenhistas de São Paulo (ADESP) e foi um dos responsáveis pelo movimento de nacionalização dos quadrinhos, ao lado de Mauricio de Sousa, Ely Barbosa, Gedeone Malagola, Lyrio Aragão, Luiz Saidenberg, entre outros.[8]


Em 1962, parte da CETPA (Cooperativa e Editora de Trabalho de Porto Alegre-RS),[9] onde desenhou A história do Rio Grande do Sul.[2]

Em maio de 1963, Maurício de Sousa lhe encomendou uma tira de aventura, inicialmente, pensou em fazer um cangaceiro, mas o tempo que passou no Rio Grande do Sul, fez com que concebesse a tira O Gaúcho, para o Suplemento Infanto-Juvenil do jornal Folha de S.Paulo,[9] para o mesmo jornal, produziu quadrinhos sobre o futebol paulista.[2] Em 1964, dividiu o tempo entre a prancha semanal de O Gaúcho e storyboards para a agência de publicidade McCann Erickson, onde havia sido indicado por Lyrio Aragão e Luiz Saidenberg. Em 1965, O Gaúcho para de ser publicada e Shimamoto continua trabalhando com publicidade.[8][10]

Em 1970 em São Paulo, foi preso pela OBAN, acusado de apoio logístico ao terror. Seu nome estava na lista de ajuda em dinheiro para o ex-patrão Carlos H. Knapp, publicitário, exilado na França.[4][2] Em 1972, mudou-se para o Rio de Janeiro, passando a trabalhar recém-fundada agência de publicidade Caio Domingues e Associados.[5]

Em 1975, por intermédio de Paulo Hamasaki, diretor de arte da Editora Noblet, a tira O Gaúcho foi republicada nas páginas da revista de faroeste Carabina Slim, de origem italiana.[11] Na mesma editora, ilustrou contos escritos por Rubens Francisco Lucchetti publicados na versão brasileira de Vampirella da Warren Publishing.[12] Em 1977, foi o vencedor, junto com os publicitários Jacques Lewkowicz e Paulo Hiroshi do 2º Concurso do Cartaz do Cinema, promovido pelo Clube de Criação do Rio de Janeiro (CCRJ), dentro da Campanha de Nacionalização do Cartaz de Cinema, para a criação de um cartaz nacional para o filme King Kong. O trabalho nunca chegou a ser utilizado, no entanto,[13] a peça foi acusada ser um plágio de uma capa da revista erótica Hustler, de acordo com Marco Lucchetti, a tal capa revista americana nunca existiu.[2]


Entre meados da décadas de 1970 e início 1980 trabalhou com quadrinhos em várias editoras, Vecchi (revistas Spektro e Pesadelo),[14] Grafipar (revistas Kiai e Maria Erótica), Bloch Editores (revistas Mestre do Kung Fu, A Múmia Viva),[4] Press (revista Medo) e D-Arte (revistas Calafrio e Mestres do Terror),[15] onde desenhou e roteirizou HQs de terror, artes marciais.[16] e, em menor grau, quadrinhos eróticos, na revista Maria Erótica da Grafipar, ilustrou quadrinhos eróticos roteirizados por Minami Keizi, que assinou como Rose West.[17]


A Múmia Viva originalmente era um título da múmia N'Kantu da Marvel Comics, criada por Steve Gerber (roteiro) e Rich Buckler (desenhos),[18] com a perda da licença, a editora resolveu contratar autores brasileiros para produzir novas histórias, uma delas, o escritor e roteirista Rubens Francisco Lucchetti criou uma nova múmia, com desenhos de Shimamoto.[19]


Em 1978, para o suplemento Pingente do jornal O Pasquim, ilustro A Maldição do AI-5, roteirizado por Reinaldo e Nani[20][21]

Além de ilustrar histórias de O Fantasma de Lee Falk para Rio Gráfica Editora, nessas histórias, Shimamoto não era creditado, mas colocava o nome "Shima" escondido nas cenas,[22] tal qual Renato Canini em Zé Carioca da Editora Abril.[23] Também para a RGE, ilustrou uma versão em quadrinhos da série de televisão Carga Pesada da TV Globo.[24]

O samurai Myamoto Musashi teve HQs produzidas por Shimamoto.

Ainda na década de 1980, voltou a trabalhar com publicidade, produzindo storyboards e manuais de treinamento para empresas.[5]


Em 1995, publicou num álbum da revista Heavy Metal só com autores brasileiros.[11] Em 2002, Shimamoto recebeu uma homenagem da Câmara Municipal de São Paulo e em 2005 recebeu outra homenagem, dessa vez a Moção de Congratulação nº 230/05 pela Câmara Municipal de Jaboticabal.

Pela editora Opera Graphica, publicou duas graphic novels sobre o samurai Miyamoto Musashi": Musashi I (2002) e Musashi II (2003).[25][16]


Foi convidado de honra e homenageado no 5º Festival Internacional de Quadrinhos em 2007, tendo o Japão como país homenageado.[26]


Em 2008, ilustrou o livro BANZAI! História da Imigração Japonesa no Brasil para as comemorações do Centenário da Imigração Japonesa, roteirizada por Francisco Noriyuki Sato, com colaboração de Paulo Fukue (roteiro) e Adauto Silva (desenhos)[2][27] e publica 12 páginas do que seria um terceiro álbum da série Musashi como um encarte do fanzine QI de Edgard Guimarães.[28]


Em 2009 publica Samurai, uma coletânea de histórias sobre samurais, ninjas, entre outros artistas marciais pela EM Editora (na verdade um selo da Mythos Editora),[29] pela mesma editora, ilustra os livros "Lendas de Musashi" e "Lendas de Zatoichi", ambos escritos por Minami Keizi[30] além de Painkiller, quadrinhos para telefone celular da Operadora Oi, com roteiros de Fernando Azevedo e cores e letras de Adauto Silva.[31][32] Além das publicações tradicionais, colabora com fanzines e publicações independentes.[33]

Em 2011, surgiu um projeto de um curta de animação baseado na história O Ogro escrita por Antonio "Toni" Rodrigues e ilustrada por Shimamoto publicada na revista Calafrio #27 em 1984,[34] colaborou com a animação produzindo model sheet dos personagens.[35] Em outubro de 2017, publicou uma história na revista Neo Tokyo da Editora Escala.[36]


Em dezembro de 2019, com 80 anos de idade, Julio Shimamoto será homenageado no Artists’ Alley da Comic Con Experience, além de confirmar presença no evento, Shimamoto assina o pôster do espaço.[37]

Influências[editar | editar código-fonte]

Shimamoto foi influenciado por diversos artistas ao longo do tempo como Syd Shores, Harold Foster, Alex Toth, Joe Kubert, José Luís Salinas, Alberto Breccia, José Antonio Muñoz, Austin Briggs, Andrew Loomis, Frank Frazetta, Bob Peak e Jon Whitcomb.[38]


Além dos quadrinhos, cita livros juvenis da Editora Melhoramentos, Monteiro Lobato, livros de faroestes de Karl May, e revistas como Seleções, Coletânea e Eu Sei Tudo, Vida Doméstica, Careta, Fon-Fon,[4] romances policiais de Ellery Queen, Mickey Spillane, Raymond Chandler, Howard Hunt e das revistas Emoção e Contos de Mistério da Editora La Selva. Produzindo quadrinhos de terror, passou a ler autores como Edgar Allan Poe, E. T. A. Hoffmann, Horace Walpole e Nathaniel Hawthorne. Dentro dos quadrinhos, acompanhou revistas adultas como Métal hurlant, Heavy Metal, Animal, El Vibora e Skorpio, tardiamente, tomou contanto com mangás, citando obras como Lobo Solitário de Kazuo Koike e Goseki Kojima, A Lenda de Kamui de Sanpei Shirato e Vagabond e Takehiko Inoue.[39]


Para Claudio Seto, que foi seu editor na Grafipar em Curitiba:

Creio que se o Mestre Shima tem algo a ver com o mangá é na narrativa seqüencial, mas acho que é involuntário e mais recente. Pois começou quando ele desenhou, quase dez anos depois, a revista “Kiai”, para a Grafipar. Como os golpes marciais exigiam desenhos em seqüências didática para serem melhor entendidos, Mestre Shima passou a desenhar assim.

[40]

Para o quadrinista e professor universitário Gazy Andraus:

Mas é também verdade que sua herança cultural nipônica influenciou seu estilo, que passa ao largo do padrão-mangá em muitos pontos, enquanto conserva dele o ritmo ágil de ação visual.

[25]

O próprio Shimamoto ressaltou sua narrativa:

Na HQ, os personagens tem que ser movidos à adrenalina, provocativos, senão o leitor boceja.

[41]

Técnicas[editar | editar código-fonte]

Shimamoto usa diversos materiais para desenhar como bexigas,[5] sacos plásticos, caixas de papelão, azulejos, cerâmicas brancos para obter um efeito xilográfico e mais recentemente, ferro de solda.[4] Em Sombras, publicado em preto e branco pela Opera Graphica,[42] Shimamoto inverteu, ao invés de desenhar com tinta preta em papel branco, desenhou em cartolina preta com tinta branca.[4]

Obras[editar | editar código-fonte]

Tiras[editar | editar código-fonte]

Revistas[editar | editar código-fonte]

Livros[editar | editar código-fonte]

Ilustrados
  • Lendas de Musashi (escrito por Minami Keizi)
  • Lendas de Zatoichi (escrito por Minami Keizi)
  • Breganejo Blues (escrito por Bruno Azevêdo)[47]
  • Era uma vez um rio (escrito por Anne Raquel Sampaio)[48]
  • Sketchbook Custom (2016)[49]
  • Goiânia, uma cidade sombria (2018)[50]
Compilações
  • Volúpia (Opera Graphica), 2001) (material publicado pela Grafipar entre 1978-1981)[51]
  • Shima - HQs clássicas de um samurai dos quadrinhos (Marca de Fantasia, 2007)
  • Samurai (Mythos Editora, (2009)
  • Sombras – Edição especial (Atomic Editora, 2014)[52]
  • O Primeiro Samurai (Criativo Editora, 2017)[53]
  • Contos de Horror (Atomic Editora, 2018)
  • Tenebris (Criativo Editora, 2019)[54]
  • O Ditador Frankenstein e outras histórias de terror, tortura e milicos (contendo 12 histórias, 11 delas produzidas durante a Ditadura militar brasileira entre 1978 e 1986, em parceria com Luiz Antonio Aguiar, Luscar, Nani, Reinaldo Figueiredo e Maria Emília Kubrusly, Editora MMarte, 2019)[55]
Álbuns

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Por vezes assina apenas como Shima.» 
  2. a b c d e f g h i admin. «Julio Shimamoto». Imigração japonesa. Consultado em 20 de outubro de 2019 
  3. «Uma vida em quadrinhos». Consultado em 24 de outubro de 2019 
  4. a b c d e f g h i j k l m n o Spaca, Rafael (22 de junho de 2017). «"Sou tímido, não humilde"». Bravo! (em inglês). Consultado em 20 de outubro de 2019 
  5. a b c d Júlio Shimamoto, um apaixonado pelos quadrinhos
  6. Eloyr Pacheco (30 de junho de 2006). «As novas HQs do Capitão 7». site Bigorna.net. Consultado em 18 de novembro de 2009 
  7. «Samurai brasileiro - Revista de História». web.archive.org. 7 de agosto de 2016. Consultado em 21 de outubro de 2019 
  8. a b Carim de Oliveira, André. «Depoimento Julio Shimamoto». Clube de Autores (managed). Múltiplo (4) 
  9. a b «O Gaúcho, antes de tudo um aventureiro». Universo HQ. Consultado em 18 de novembro de 2009 
  10. Gonçalo Júnior. A Guerra dos Gibis - a formação do mercado editorial brasileiro e a censura aos quadrinhos, 1933-1964. Editora Companhia das Letras editora=2004: [s.n.] 9788535905823 
  11. a b Shimamoto, Julio (outubro de 2011). «Um samurai na banda desenhada brasil - monólogo autobigráfico». BDJornal (28): 19-26 
  12. Guedes, Roberto. «WARREN - O MELHOR TERROR DO MUNDO!». HQManiacs. Consultado em 15 de novembro de 2019 
  13. Janela Publicitária - É muito cartaz para um macaco só!
  14. «Pesadelo era o humor negro nas bancas». UNIVERSO HQ. 8 de março de 2007. Consultado em 1 de novembro de 2019 
  15. «HQs restauradas de Julio Shimamoto na revista Contos de Horror». UNIVERSO HQ. 12 de julho de 2018. Consultado em 24 de outubro de 2019 
  16. a b Cláudio Roberto Basílio. «As Artes Marciais nos Quadrinhos Parte 4». HQ Maniacs. Consultado em 29 de agosto de 2009 
  17. «Maria Erótica - Fantasia adulta em quadrinhos # 1». UNIVERSO HQ. 19 de dezembro de 2008. Consultado em 24 de outubro de 2019 
  18. HOWE, SEAN (1 de agosto de 2013). Marvel Comics - A história secreta 🔗. [S.l.]: LeYa. ISBN 9788580448795 
  19. «Bigorna.net: Notícias: A Múmia de Júlio Shimamoto e R. F. Lucchetti». Bigorna.net. Consultado em 31 de outubro de 2019 
  20. O quadrinho de terror brasileiro
  21. «O Pasquim (RJ) - 1969 a 1991 - DocReader Web». memoria.bn.br. Consultado em 24 de novembro de 2019 
  22. J.J Marreiro (21 de dezembro de 2005). «Fantasma bem brasileiro». Universo HQ 
  23. Telio Navega (03/10/2009). "A alma gaúcha do Zé Carioca (HQ Perfis 3) «A alma gaúcha do Zé Carioca (HQ Perfis 3)", O Globo
  24. Carim de Oliveira, André. Múltiplo 2. [S.l.]: Clube de Autores (managed) 
  25. a b c d Gazy Andraus (20 de outubro de 2003). «Musashi I e II de Shimamoto: HQs ideogramáticas e filosóficas!». site Omelete. Consultado em 14 de junho de 2009. Arquivado do original em 25 de junho de 2009 
  26. «FIQ: um Belo Horizonte para os quadrinhos». UNIVERSO HQ. 24 de outubro de 2007. Consultado em 22 de outubro de 2019 
  27. abrademi (11 de outubro de 2007). «História da imigração japonesa em mangá». ABRADEMI - Associação Brasileira de Desenhistas de Mangá e Ilustrações. Consultado em 22 de outubro de 2019 
  28. Resenha: Musashi (QI #90)
  29. «Samurai: as clássicas aventuras de Julio Shimamoto» 
  30. Marcelo Naranjo (4 de setembro de 2007). «Novos livros ilustrados nas bancas podem enganar o leitor». Universo HQ. Consultado em 19 de outubro de 2009 
  31. «Painkiller é o novo destaque do projeto Oi Quadrinhos». UNIVERSO HQ. 15 de setembro de 2009. Consultado em 7 de novembro de 2019 
  32. «Painkiller « Oi Quadrinhos». web.archive.org. 18 de setembro de 2011. Consultado em 7 de novembro de 2019 
  33. Edição Quadrinhos estréia com HQ inédita de Julio Shimamoto
  34. Matheus Moura (14 de março de 2011). «O Ogro, projeto transforma HQ de Shimamoto em animação». Bigorna.net 
  35. «Model sheets desenhados por Shimamoto». Consultado em 13 de julho de 2016. Arquivado do original em 17 de agosto de 2016 
  36. «Júlio Shimamoto - Mestre dos Mestres». Editora Escala. Neo Tokyo (120): 72-75. Outubro de 2017. ISSN 1809-1784 
  37. «Julio Shimamoto é o homenageado do Artists' Alley na CCXP19». Omelete. 6 de novembro de 2019. Consultado em 6 de novembro de 2019 
  38. Carim de Oliveira, André. Shimamoto. Col: Fanzine Ilustrado. 2. [S.l.]: Clube de Autores 
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  40. «Bigorna.net: Entrevistas: Entrevista Claudio Seto - O Samurai Mágico da HQB (parte 2)». ][Bigorna.net]]. Consultado em 24 de outubro de 2019 
  41. Julio Shimamoto: um incansável aprendiz
  42. Martins, Jotapê (30 de agosto de 2001). «Primeiro FESTCOMIX em São Paulo». Omelete. Consultado em 18 de novembro de 2019 
  43. «Bigorna.net: HQB: Lançamento: O Gaúcho #1». Bigorna.net 
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  45. «:: HQ MANIACS:: MATÉRIA: O FANTASMA COMEMORA 70 ANOS». Consultado em 28 de Outubro de 2009 
  46. Novas edições das revistas Calafrio e Mestres do Terror
  47. Livro: Bruno Azevêdo lança Breganejo blues
  48. «Livro infantojuvenil resgata mitos e lendas sobre a água». Consultado em 5 de novembro de 2016. Arquivado do original em 5 de novembro de 2016 
  49. Criativo Editora lança coleção de Sketchbooks e inaugura loja virtual com promoção
  50. Goiânia, uma cidade sombria
  51. Areia Hostil entrevista Júlio Shimamoto
  52. Sombras – Edição especial, de Júlio Shimamoto, está à venda
  53. Os samurais de Julio Shimamoto em lançamento da Editora Criativo
  54. «Evento lança quatro álbuns de consagrados autores nikkeis». UNIVERSO HQ. 3 de outubro de 2019. Consultado em 18 de outubro de 2019 
  55. «O guia dos lançamentos de quadrinhos na CCXP 2019 - Página 3 de 6». UNIVERSO HQ. 29 de novembro de 2019. Consultado em 2 de dezembro de 2019 
  56. Wellington Srbek
  57. Novas aventuras de Lampião em Sertão Vermelho 2
  58. Julio Shimamoto e Márcio Jr. lançam Cidade de Sangue no FIQ

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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