JPMorgan Chase

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JPMorgan Chase
Razão social JPMorgan Chase & Co.
Tipo Empresa de capital aberto
Cotação NYSE: JPM
Indústria Serviços financeiros
Gênero Incorporation
Fundação 1799
Sede Cidade de Nova Iorque, Nova Iorque,  Estados Unidos
Área(s) servida(s) Mundo
Presidente Jamie Dimon
Empregados 250,355 (2016)[1]
Ativos Aumento US$2.5 trilhões (2016)[1]
Lucro Aumento US$24.73 bilhões (2016)[1]
Faturamento Aumento US$95.66 bilhões (2016)[1]
Website oficial jpmorganchase.com

A JPMorgan Chase & Co., uma sociedade gestora de participações sociais incorporada sob a lei de Delaware em 1968 e sediada em Nova Iorque, é a instituição líder mundial em serviços financeiros e a terceira maior empresa do mundo segundo a revista Forbes[2]. Possui 2.3 trilhões de USD em ativos, fruto de margens de lucro obtida a partir dos investimentos dos acionistas. Atualmente, a firma opera em mais de 100 países. É conhecida por financiar o milionário torneio de tênis US Open.

De acordo com o documentário canadense The Corporation (2003), de Mark Achbar e Jennifer Abbott, baseado no livro homônimo de Joel Bakan,[3] a JPMorgan Chase & Co. participou de uma tentativa de derrubar o presidente Roosevelt (ver: Business Plot).

Em 2012, a JP Morgan registrou perdas bilionárias em operações de crédito mal-sucedidas, em decorrência de erros flagrantes, segundo as palavras do seu principal executivo, Jamie Dimon. Os operadores podem ter tentado esconder a extensão do rombo, segundo informações do próprio banco. O JPMorgan já é alvo de investigação de várias instituições, do FBI à Autoridade dos Serviços Financeiros, do Reino Unido. Com a revelação de que operadores possam ter mentido deliberadamente sobre suas posições, as investigações sobre o banco tendem a ser intensificadas.[4][5]

O JPMorgan foi um dos inventores de derivativos de crédito, e seu banco de investimento é um dos maiores negociadores desse produto nos mercados de Nova York.[5]

Críticas e controvérsias[editar | editar código-fonte]

Segundo o New York Times, "o J.P. Morgan, assim como outros grandes bancos, ainda praticam atividades que podem levar a perdas catastróficas. Se as autoridades não fortalecerem a reforma [decorrente das leis promulgadas depois da crise econômica de 2008], só a sorte pode impedir outro colapso". [6]

Em julho de 2013, um relatório do J.P. Morgan sobre a resistência da população e as dificuldades de implementar o ajuste econômico neoliberal - imposto principalmente a Portugal, Itália, Grécia e Espanha – causou escândalo. Segundo o relatório, grande parte dessas dificuldades decorreriam das próprias Constituições daqueles países que "mostravam uma forte influência socialista, refletindo a força política que os partidos de esquerda adquiriram depois da queda do fascismo". Dentre os fatores que dificultavam a implementação de medidas impopulares, o documento citava "administrações centrais fracas em relação aos poderes regionais, proteção constitucional dos direitos trabalhistas, sistemas de consenso, que potencializam o clientelismo político, e o direito de protestar contra mudanças indesejadas do status quo político".[6]

Referências

  1. a b c d «2015 annual results». JPMorgan Chase & Co. 
  2. Forbes. The World's Biggest Public Companies
  3. Dalliana Vilar. «O filme A Corporação (The Corporation) e as Relações Internacionais». Mundialistas. Consultado em 10 de agosto de 2012 
  4. Banco JP Morgan, presságio de novo Apocalipse. Carta Maior, 6 de agosto de 2012.
  5. a b JPMorgan perde US$5,8 bi em operações mal-sucedidas. Reuters, 13 de julho de 2012.
  6. a b Um escândalo chamado Armínio Fraga. Por Juarez Guimarães. Carta Maior, 24 de outubro de 2014.


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