Jacques Ibert

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Jacques Ibert
Nascimento 15 de agosto de 1890
Paris
Morte 5 de fevereiro de 1962 (71 anos)
Paris
Sepultamento Cemitério de Passy
Cidadania França
Alma mater Conservatório Nacional Superior de Música e Dança de Paris
Ocupação maestro, compositor, músico, musicólogo, compositor de bandas sonoras
Prêmios Comandante da Legião de Honra, Prix de Rome
Empregador Academia da França em Roma
Movimento estético música clássica

Jacques Ibert (Paris, 15 de agosto de 1890 — Paris, 5 de fevereiro de 1962) foi um compositor francês da época contemporânea de música.

Fez os seus estudos no Conservatório de Paris, nos anos de 1910 a 1914 com Emile Pessard, André Gédalge e Paul Vidal [1]. Depois da Primeira Guerra Mundial, em 1919, recebeu o 1ª Grande Prémio de Roma, pela obra Le Poète et la fée. Vem a ser director da Villa Médicis entre 1936 e 1940 e entre 1946 a 1960; e em 1955 ocupa o cargo de director da Agregação dos Teatros Líricos Nacionais. Em 1956 ocupa o cargo deixado vago por Guy Ropartz na Academia das Belas-Artes.

Ibert representa uma parte da tradição da arte francesa, espelhando elegância e humor na sua música, sem nunca esquecer o lado sério da sua composição.

Dentro do campo da música, apresentou o seu talento das mais diversas formas. Entre elas, contabilizam-se mais de 60 peças para cinema, músicas para teatro (algumas escritas em colaboração com Honegger), ballets, óperas entre outros.

Peças[editar | editar código-fonte]

  • Persée et Andromède (ópera - 1921)
  • Concerto pour violoncelle (1925)
  • Divertissement pour orchestre de chambre (1928-30)
  • Capriccio pour 10 instruments (1936-39)
  • 4 Chansons de Don Quichotte pour basse et orchestre (1946-50)
  • Hommage a Mozart (1946-50)
  • Escales
  • Pièce pour flute seule

Referências

  1. "Jacques Ibert", Sax, Mule & Co, Jean-Pierre Thiollet, H & D, 2004. ISBN 2 914 266 03 0