Jardim das Oliveiras (Fortaleza)

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'Jardim das Oliveiras' é um bairro localizado no sudeste de Fortaleza. [1]LOCALIZADO EXATAMENTE ENTRE OS BAIRROS LUCIANO CAVALCANTE, CIDADE DOS FUNCIONÁRIOS, PARQUE MANIBURA. O BAIRRO DISPÕE COMO EQUIPAMENTO DA PREFEITURA, DE ESCOLA DE 1º GRAU, CRECHE, POSTO DE SAÚDE, MAS EM PLENO SÉCULO 21 AINDA NÃO CONTA COM SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO.


Por volta de 1910 a família Cordeiro veio do bairro Água Fria para mora no bairro Santa Luiza do Cocó (hoje Jardim das Oliveiras). A localidade era conhecida como: Sete Sítios; pois essa era a quantidade de família tradicionais residente no local na época: Estas eram as famílias tradicionais: - Sr. João Porfírio e esposa que tinha vários filhos. (este local hoje é o Sitio Tunga) - Sr. Antônio Rocha e sua esposa Francisca Norma Rocha. (os pais de dona Luizinha) - Sr. Guilherme Cordeiro e sua esposa Valda Cristina Lopes Cordeiro. - Sr. João Branco e sua esposa Virgínea Branco. - Sr. Chagas Mendes e sua esposa Maria penha Mendes. - Dona Carminha Maranhão (viúva) mãe da dona Zeza e sogra do Zé cocó. - Luiz Mendes e sua esposa Esmerinda Mendes (este era conhecido como Luiz Passarinho). Sr. Henrique de Castro e sua esposa Luiza de Castro (este casal era apelidado de Cuecas). - Sr. Luiz de Oliveira Mata e sua esposa Marica de Mata. (estes padrinhos de dona Zila). *Avia outros residências ou casal que não pertencia às famílias tradicionais da época más que montaram residência no local que eram Ex: O senhor Joaquim Bezerra e sua esposa, Dona loló e família, ( a família de dona Loló não fazia parte dos sete sítios)João Boleiro e família, José Guedes da Rocha e família, (estes moravam no sitio da Sr.ª Marica de Mata), João domingo de lima e família, (estes moravam no sitio da Sr.ª Marica de Mata),Maria Gervigem Almeida e família, (esta era babá da família de Dona Carminha e sua irmã Graciosa). A família do Sr. Rolim (filho de, Adolfo Rodrigues de Serpa e Joaquina Cardoso de Serpa) residia no Parque Manibura e só em 1955 é que Sr. Rolim veio mora na Santa Luzia do Coco. Primeiro morou e colocou uma mercearia na casa que pertencia ao Sr. João Branco e após na rua, Vereador Pedro Paulo nº. 69, onde tem comércio e mora até hoje. Capela de Santa Luzia. Por volta do ano 1913 foi doado um terreno de propriedade da família do Sr.Henrique de Castro Oliveira, neste local foi colocado um cruzeiro. Na época onde havia um cruzeiro significava que ali seria construída uma igreja católica. Por volta de 1914 o Sr. Henrique de Castro Oliveira tomou a iniciativa junto com algumas pessoas da comunidade para construir a capelinha que depois deram como padroeira “Santa Luzia”.

 O Sr.Henrique de Castro além de fazer a doação do

terreno para a igreja, ainda participou da construção. E em 1915 entregou junto com a comunidade a capela já construída (com bancos e a mesa da comunhão de madeira) ao bispo da época, Don Antônio de Almeida Lustosa. Em 1915, no dia de santa luzia aconteceu à inauguração da capela do mesmo nome que foi abençoada por Frei Roberto e Don Antônio de Almeida Lustosa, nesta época foram batizadas alguma criança na comunidade e entre ela estava Zilar Morais da Rocha (Dna. Zilar) Filha do Sr. Antônio Rocha que mais tarde veio servir a comunidade com o seu trabalho de religiosidade sendo a 1º catequista da comunidade como morava em frente à capela ajudava também nas celebrações (junto ao Frei Roberto) e na educação das crianças da comunidade, pois ela e sua irmã Betiza da Rocha e Sra. Carmelinda Mendes foram as 1º professoras da época. No inicio em sua casa, depois no grupo escolar José de Alencar e no Patronato das irmãs, este ultimo funcionavam onde recente era creche tia Nana. O patronato das irmãs fazia ações comunitárias com meninas ensinando-as a Ler, escrever e fazer trabalhos manuais como; bordados, costura etc. Por volta de 1922 à comunidade era pequena e muito tradicional, e a capela existia há poucos anos. Nas celebrações (missa) as mulheres tinham que esta no lado correto da igreja, pois tinha o lado das mulheres e o dos homens. As mulheres precisavam esta de véu na cabeça e o terço na mão para poder receber a eucaristia. Frei Roberto celebrava de Costa para o povo e em latim. A iluminação era de lampião a gás/querosene ou velas. Depois das celebrações/novenas as pessoas se reunião em volta do cruzeiro, sobre o luar para baterem papo ou escutar uma Cantoria (moda de viola). Em 1932 faleceu Freis Roberto a comunidade ficou de luto. Passaram-se vários meses sem pastor na comunidade até que D. Antônio de Almeida Lustosa designa o Padre Francisco Cônego Pereira, (Pe. Pereira), Para santa luzia do coco. Por volta de 1970 chega a nossa comunidade padre Luiz D’Caraze Francês que ficou conosco 20 anos. Logo que chegou além de capelão também trabalhou no H.G.F. (hospital Geral de Fortaleza), como torneiro mecânico. No ano de 1991 teve a Chegada do padre Ricardo (Redentoristas) que residam no bairro em uma casa de formação para seminaristas. Em 1996 recebemos um padre jovem e dinâmico Padre Edmilson. Depois de vários padres que passaram pela comunidade, hoje temos o padre José Wilson. Historias e estórias -Quando ainda éramos Santa luzia do cocó tivemos; policiamento. 1º delegado Sr. Antônio Rocha (pai de dona Zila) 2 º Delegado Sr. Ivo (pai do policial Leopoldo) 3 º Delegado Sr. Chico Curador (este já depois do loteamentos). -Quando ainda éramos Santa luzia do cocó tivemos; budegas. 1º Comerciante Sr. Guilherme Cordeiro. 2º Comerciante Sr. João Branco. 3º Comerciante Sr. José Cardoso de Serpa, (seu Rolim), este com seu comercio até hoje. -Quando ainda éramos Santa luzia do cocó tivemos; parteiras. Raimunda Cirilo, dona Alba e Joana passarinho. -Quando ainda éramos Santa luzia do cocó tivemos; um cemitério. Este cemitério localizava-se aproximadamente onde hoje esta a vila do Sr. Armando pinho e a igreja dos mórmons, bem perto do lago.

Foi loteado e vendido a partir de 1965, sendo um dos bairros mais bucólicos da cidade, onde fica localizada a Igreja de Nossa Senhora Aparecida.

Em 2009 enfrentou um surto de leishmaniose[2]

Referências