Jeje-Nagô

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Jeje-Nagô[1] é o termo utilizado para designar a fusão das culturas jejes (também referida pelos nomes fon, ewe, mina, fanti, axântis) e nagôs (também referida por iorubá) principalmente nas religiões afro-brasileiras onde são cultuados tanto Vodum como Orixás.

Muitas pessoas de cultura iorubá trazidas da África para a Bahia receberam o nome de nagôs, termo usado pelos franceses para designar os africanos da costa dos escravos, que falavam a língua iorubá, já os jejes eram provenientes do Reino do Daomé.

No plano religioso, houve fusão entre a mitologia iorubá e a jeje, por isso, é difícil distingui-las.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Lopes, Nei (1 de janeiro de 2004). ENCICLOPÉDIA BRASILEIRA DA DIÁSPORA AFRICANA. [S.l.]: Selo Negro. ISBN 9788587478214 

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