João Campos de Araújo

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Disambig grey.svg Nota: Para o deputado federal eleito por Pernambuco, veja João Henrique Campos. Para outros significados, veja João Campos.
João Campos de Araújo
João Campos de Araújo
Deputado federal por Goiás
Período 1 de fevereiro de 2003
até atualidade
Dados pessoais
Nascimento 28 de dezembro de 1962 (56 anos)
Peixe, TO
Cônjuge Ilda Rodrigues Campos
Partido REP (2015–presente)
PSDB (2002–2015)
Profissão Delegado
linkWP:PPO#Brasil

João Campos de Araújo (Peixe, Tocantins, 28 de dezembro de 1962) é um delegado de polícia e político brasileiro. Atualmente é deputado federal pelo Republicanos de Goiás, eleito pela primeira vez a este cargo em 2002.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Casado com a Dona Ilda Rodrigues Campos e pai de Thiago Douglas Rodrigues Campos e João Marcus Rodrigues Campos. É formado em Direito e ordenado Pastor Auxiliar da Igreja Assembléia de Deus de Vila Nova, Goiás.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Foi escrivão de Polícia na Diretoria Geral da Polícia Civil, em Goiânia, entre 1983 e 1987; posteriormente, atuou como Chefe de Gabinete da Secretaria de Segurança Pública de Goiás, entre 1990 e 1991. Foi Delegado Titular do 4º Distrito Policial, em Aparecida de Goiânia, entre 1991 e 1992.[1]

Como deputado, se notabilizou por uma atuação conservadora.[2]

Apresentou o Projeto de Decreto Legislativo 234/2011, que pretendia retirar a restrição de psicólogos a debates e tratamentos relacionados à homossexualidade. Gerou grande polêmica e foi comumente chamado de "cura gay"'.[3]

Em 25 de junho de 2013, votou a favor da PEC 37, que proibiria investigações pelo Ministério Público, sendo voto vencido por 430 votos a 9, com 2 abstenções.[4] Esta votação foi antecipada, à época, por causa das Jornadas de Junho.

Foi reeleito deputado federal em 2014, para a 55.ª legislatura (2015-2019), pelo PSDB.

Apresentou em 2015 proposta de emenda constitucional, que prevê a inclusão de entidades religiosas de âmbito nacional na lista de instituições que podem propor ação direta de inconstitucionalidade ou ação declaratória de constitucionalidade ao Supremo Tribunal Federal. Esta proposta foi considerada uma afronta ao estado laico, e chegou a ser aprovada em comissão, apoiada por aliados de Eduardo Cunha.[2]

Também no mesmo ano, a PEC 471, de sua autoria, chegou a ser votada pela Câmara. A proposta pretendia efetivar sem concurso milhares de pessoas indicadas para responder por cartórios por meio de compadrios.[5]

Votou a favor do Processo de impeachment de Dilma Rousseff.[6] Posteriormente, foi favorável à PEC do Teto dos Gastos Públicos.[6] Em agosto de 2017 votou contra o processo em que se pedia abertura de investigação do então Presidente Michel Temer, ajudando a arquivar a denúncia do Ministério Público Federal.[6][7]

Durante a reforma política de 2015, com a janela partidária aberta naquele ano, se filiou ao PRB.[1]

Referências

  1. a b Biografia de João Campos (PRB-GO)
  2. a b O Tempo (4 de novembro de 2015). «Bancada evangélica aprova PEC que dá à Igreja poder de questionar STF». Consultado em 12 de outubro de 2017 
  3. PDC 234/2011
  4. G1 (25 de junho de 2013). «Lista de votação: PEC 37». Consultado em 12 de outubro de 2017 
  5. O Popular (9 de setembro de 2015). «Câmara deve votar hoje PEC dos cartórios - Jornal O Popular» 
  6. a b c G1 (2 de agosto de 2017). «Veja como deputados votaram no impeachment de Dilma, na PEC 241, na reforma trabalhista e na denúncia contra Temer». Consultado em 11 de outubro de 2017 
  7. Carta Capital (3 de agosto de 2017). «Como votou cada deputado sobre a denúncia contra Temer». Consultado em 18 de setembro de 2017 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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