João Juca Jr.

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João Juca Junior
Informação geral
Formato Telenovela
Gênero Preto e Branco
Criador(es) Sylvan Paezzo
Idioma original (em português)
Produção
Diretor(es) Walter Avancini
Plínio Marcos
Elenco Plínio Marcos
Ziembinski
Débora Duarte
Joana Fomm
Perry Salles
Exibição
Emissora original Brasil TV Tupi
Transmissão original 15 de dezembro de 1969 - 16 de maio de 1970
Episódios 138
Cronologia
Enquanto Houver Estrelas
A Gordinha

João Juca Junior é uma telenovela produzida pela extinta TV Tupi e exibida 15 de dezembro de 1969 a 16 de maio de 1970. Foi escrita por Silvan Paezzo e dirigida por Walter Avancini e Plínio Marcos.

Produção[editar | editar código-fonte]

O escritor Silvan Paezzo publicou uma coletânea de contos policiais sob o título João Juca Junior, Detetive Particular, lançada em 1964 em edição de bolso pela edições José Álvaro.[1] Quatro anos depois, Paezzo foi contratado pelas Rede Tupi, Record e Bandeirantes e passou a escrever novelas. Com o sucesso de Beto Rockfeller, a Tupi investiu em novas produções e contratou duas novas produções de temática de humor de temática semelhante: Super Plá e a adaptação do livro de Paezzo, João Juca Junior. Para interpretar o protagonista, a Tupi selecionou Plínio Marcos.[2]

Sinopse[editar | editar código-fonte]

As aventuras de João Juca Junior, um detetive malsucedido, sujeito simples cujo sonho é tornar-se um arauto da lei e da ordem social. Em sua trajetória, entre outras aventuras, João Juca Jr. envolve-se com os moradores da pensão do Sr. Bóris e entra em confronto com uma gangue liderada pelo Dr. Khan, um cientista ávido por poder e fortuna, que dispõe de belas mulheres ao seu serviço.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Trilha Sonora[editar | editar código-fonte]

A música tema João Juca Junior foi composta em 1968 pelo escritor Sylvan Paezzo e pelo cantor Silvio Cesar, que a interpretou. Lançada antes da telenovela, a música foi gravada por Silvio Cesar, como parte de seu quatro álbum.[3]

Referências

  1. José Conde (27 de fevereiro de 1964). «Escritores e livros: Rápidas». Correio da Manhã, ano LXIII, edição 21747, 2ª Edição, página 2/republicado pela Biblioteca Nacional-Hemeroteca Digital Brasileira. Consultado em 1 de março de 2022 
  2. «Os lacrimogênios estão no fim». Intervalo, ano VII, edição 369, página 18/republicado pela Biblioteca Nacional-Hemeroteca Digital Brasileira. 13 de dezembro de 1969. Consultado em 1 de março de 2022 
  3. Silvio Cesar (1968). Silvio Cesar. [S.l.]: Odeon Records. MOFB 3542