João Maia

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Disambig grey.svg Nota: Para o político brasileiro, veja João Maia da Silva Filho.
Disambig grey.svg Nota: Para o autor brasileiro, veja João Cândido Maia.
NoFonti.svg
Esta biografia de uma pessoa viva cita referências, mas que não cobrem todo o conteúdo (desde abril de 2019). Ajude a inserir fontes confiáveis e independentes. Material controverso que esteja sem fontes deve ser imediatamente removido, especialmente se for de natureza difamatória.—Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
João Maia
Nascimento 1923
Morte 1999 (76 anos)
Nacionalidade Portugal Português
Ocupação Poeta e crítico
Principais trabalhos Abriu-se a Noite (1954)
Prémios Prémio Antero de Quental (1954)

João Maia foi um poeta e crítico, que também se notabilizou como cronista e ficcionista português. É tambem conhecido por ter ganho o prémio Antero de Quental (1954)

História[editar | editar código-fonte]

Ingressou em 1940 na Companhia de Jesus, tendo-se licenciado em Filosofia pela Faculdade Pontifícia de Braga. Obteve o doutoramento na Faculdade de Teologia de Burgos (Espanha).[1]

Colaborou regularmente na revista Brotéria, de que foi membro do conselho redactorial e onde se notabilizou com a secção "Crónica de Poesia" e também devido aos cerca de 360 textos aí publicados. Escreveu também para outras publicações, nomeadamente a revista Colóquio e o jornal O Renovador, da Sertã.

Manteve, além disso, na Rádio Renascença, um programa semanal de crítica literária (sob a designação de "Textos e Pretextos" - título este que viria a servir para um livro publicado em 1989).

A sua poesia, pouco aberta a inovações formais e geralmente apoiada na rima, mereceu de Jorge de Sena os epítetos de suave e inteligente, meditativa e singela.

O padre João Maia recebeu o Prémio Antero de Quental pelo livro Abriu-se a Noite (1954).

Publicações[editar | editar código-fonte]

Publicou designadamente:

  • Abriu-se a Noite, 1954
  • Verbo do Verbo, 1957
  • Écloga Impossível, 1960
  • O Mago Que Lia a Sina, 1960
  • Poemas Helénicos, 1962
  • Um Halo de Solidão, 1963
  • Areia e Silêncio, 1972
  • O Livro dos Animais, 1982
  • O Patusco: Uma Autobiografia de um Burrinho Ribatejano, 1984
  • Textos e Pretextos, 1989

Notas e referências

  1. Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, Vol. V, Lisboa, 1998.