João Mellão Neto

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João Mellão Neto (São Paulo, 6 de novembro de 1955) é um empresário, jornalista e político brasileiro.

Membro de uma tradicional família do interior paulista, escreve, há muitos anos, uma coluna quinzenal no jornal O Estado de S. Paulo,[1] veiculada atualmente às sextas-feiras. Começa a sua carreira política fazendo campanha para Fernando Henrique Cardoso, um dos candidatos do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) ao Senado por São Paulo nas eleições de 1978. A seguir, ingressa na Juventude Janista, movimento de apoio ao presidente Jânio Quadros organizado após a sanção da Lei de Anistia. Iniciou-se no jornalismo trabalhando com Fernando Vieira de Mello na rádio Jovem Pan, isto após escrever um livro sobre Jânio, Três Estórias para uma História. Depois foi trabalhar como comentarista político na Rede Record, no programa Record em Notícias (1973-1996), popularmente conhecido como "Jornal da Tosse", e no Banco Mercantil de São Paulo, sendo assessor especial de Gastão Vidigal, até ser convidado pelo próprio Jânio Quadros, que havia sido eleito prefeito de São Paulo, para ser o seu secretário de Coordenação Governamental. Lá, graças a uma reforma administrativa bem-sucedida, passou a obter maior visibilidade, o que impulsionou uma candidatura sua à prefeitura nas eleições de 1988 pelo recém-fundado Partido Liberal, quando foi derrotado por Luiza Erundina. Publicou outros livros como: Nu Com a Mão no Bolso [2], Por Que Sou um Liberal [3] e Loreley e a Condição Humana [4].

Em 1990 foi eleito deputado federal pelo PL e dois anos depois é nomeado ministro do Trabalho e da Administração pelo então presidente Fernando Collor, numa época que já compreendia o início do processo de impeachment do mesmo. No cargo, dá início ao programa de capacitação e reformulação dos quadros do funcionalismo público federal. Em 1993 é escolhido pelo prefeito de São Paulo, Paulo Maluf, para ocupar a Secretaria de Habitação e Desenvolvimento Urbano, posto no qual fica por cerca de um ano, sendo um dos idealizadores do Projeto Cingapura. Nas eleições de 1994 foi reeleito para o cargo de deputado federal. No ano seguinte troca o PL pelo Partido da Frente Liberal. No pleito de 1998 não conseguiu continuar como congressista. Em 2002 passa a trabalhar na administração do governador Geraldo Alckmin como secretário de Comunicação, comandando a pasta por pouco mais de um ano. No mesmo período lança o livro O Que Enriquece e o Que Empobrece uma Nação. Em 2006 foi eleito deputado estadual pelo PFL (atual Democratas), não conseguindo, entretanto, se reeleger em 2010. Tanto em seus artigos quanto em sua vida pública revela posturas voltadas para o conservadorismo político e o liberalismo econômico, do qual é um ardoroso defensor, além de ter empenhado ferrenha oposição ao governo Lula (2003-2010).

Referências


Precedido por
Reinhold Stephanes
Ministro do Trabalho do Brasil
1992
Sucedido por
Walter Barelli


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