João Vaz Corte Real

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Ambox important.svg
Foram assinalados vários aspectos a serem melhorados nesta página ou se(c)ção:
João Vaz Corte Real
Nascimento 1420
Faro
Morte 1496 (76 anos)
Angra do Heroísmo
Cidadania Reino de Portugal
Filho(s) Gaspar Corte-Real, Miguel Corte-Real
Ocupação explorador
Estátua de João Vaz Corte Real que se encontra no Museu de Angra do Heroísmo, Açores

João Vaz Corte-Real (c. 1420 em Faro1496 em Angra do Heroísmo) foi um navegador português do século XV ligado ao descobrimento da Terra Nova. Foi enviado por Afonso V de Portugal à Dinamarca em 1473, para participar numa expedição, encabeçada pelo navegador alemão Didrik Pining, para estabelecer e renovar antigas ligações da Dinamarca com Gronelândia.[carece de fontes?] Corte-Real organizou ainda outras viagens que o terão levado até à costa da América do Norte, explorando desde as margens do Rio Hudson e São Lourenço até ao Canadá e Península do Labrador.[carece de fontes?]

Em 1474 foi nomeado capitão-donatário de Angra e a partir de 1483, também da Ilha de S. Jorge.[carece de fontes?] Os seus três filhos, todos navegadores audaciosos, Gaspar Corte-Real, Miguel Corte-Real e Vasco Anes Corte-Real, continuaram o espírito de aventura de seu pai tendo os dois primeiros desaparecido depois de expedições marítimas, em 1501 e 1502 respectivamente. Vasco Anes quis ir em busca de seus irmãos mas o Rei não lhe concedeu autorização, tendo sucedido a seu pai como Capitão-Donatário.[carece de fontes?]

Os filhos e a pedra Dighton[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Pedra de Dighton

Seu filho mais novo, Gaspar, em 1500 fez a sua primeira viagem à Terra Nova (New Found Land) então chamada "Terra dos Corte-Reais".[carece de fontes?] Partiu em 1501 numa segunda expedição ao Continente Americano e nunca mais voltou.[carece de fontes?] O outro filho Miguel, partiu em 1502 em busca de seu irmão e também nunca mais foi visto.[carece de fontes?]

Em 1918 Edmund Delabarre, da Brown University, escreveu (em inglês): "Eu vi, clara e indubitavelmente, a data 1511. Ninguém até à data a viu, ou detectou, na pedra ou em fotografia, mas uma vez vista, a sua presença genuína não pode ser negada".[carece de fontes?]

Um médico Luso-Americano, Manuel Luciano da Silva, que como Historiador e Pesquisador amador, viu e reconheceu em Fall River, Massachusetts, prova vastamente ignorada[carece de fontes?] de que Miguel Corte-Real ali esteve em 1511. Essa prova é constituída por uma grande pedra, conhecida pela Dighton Rock, em que se podem ver vários escudos em V com cruzes idênticas às usadas nas velas das Naus e Caravelas Portuguesas:

  • MIGUEL CORTEREAL
  • V. DEI HIC DUX IND.
  • 1511.

Depois de gravada, a pedra de Dighton esteve 500 anos ao "sabor dos ventos e das marés". A erosão é tremenda, estando a pedra muito maltratada.[carece de fontes?]

Relações Familiares[editar | editar código-fonte]

Foi filho de Vasco Anes Corte-Real e de Mor Anes Escudeiro. Casou com Maria Abarca de quem teve 7 filhos.

  • Joana Vaz Côrte-Real nascida em 1465, casou duas vezes, a primeira com Rui Dias Pacheco e a segunda com Guilherme Moniz Barreto.
  • Iria Côrte-Real nascida em 1440 casou com Pedro Goes da Silva.
  • Lourenço Vaz Corte-Real casado com Barbara Pereira.
  • Isabel Corte-Real casou com Jacob de Utra

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]