Jobbik

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Jobbik-Movimento por uma Hungria Melhor
Jobbik Magyarországért Mozgalom
Insignia Hungary Political Party Jobbik
Líder Gabór Vona
Fundação 2003
Sede Budapeste,  Hungria
Ideologia Ultranacionalismo
Nacionalismo húngaro
Nacionalismo branco
Irredentismo
Nacional Socialismo
Anti-semitismo
Eurocepticismo
Espectro político Extrema direita
Afiliação europeia Aliança dos Movimentos Nacionais Europeus
Grupo no Parlamento Europeu Não Inscritos
Cores Cinzento,Preto e Vermelho

O Jobbik – Movimento por uma Hungria Melhor é o principal partido político nacionalista radical em atividade na Hungria. O partido se descreve como "conservador e radicalmente cristão e nacionalista", cujo "propósito fundamental" é a proteção dos "valores e interesses húngaros".[1] O movimento rejeita o "capitalismo global",[2] [3] a integração europeia[4] e o sionismo.[5] [6] É aderente do turanismo húngaro, ideologia que afirma que os húngaros têm origem na "raça ural-altaica".[7] [8] O partido tem sido classificado por acadêmicos e pela mídia como fascista,[9] neo-fascista,[10] neo-nazista,[11] extremista,[12] racista,[13] antissemita,[14] [15] anti-cigano[16] e homofóbico,[17] apesar de negar oficialmente essas acusações.[18] Atualmente goza de amplo e crescente apoio popular, constituindo-se na terceira maior força política húngara, após ter recebido 1.020.476 votos nas eleições parlamentares húngaras de 2014, conquistando 20,54% dos assentos. Recentemente, o tribunal de última estância húngaro proibiu a imprensa de o chamar de extrema-direita, pois o Jobbik rejeita o termo e prefere a expressão "direita radical".[19]

O seu deputado no Parlamento Europeu Csanad Szegedi, que era acusado de antissemitismo, descobriu em 2012 que era judeu[20] .

Resultados Eleitorais[editar | editar código-fonte]

Eleições legislativas[editar | editar código-fonte]

Data Votos % +/- Deputados +/- Status
2006 119 007 2,2 (5.º)
0 / 386
Extra-parlamentar
2010 855 436 16,7 (3.º) Aumento14,5
47 / 386
Aumento47 Oposição
2014 985 029 20,5 (3.º) Aumento3,8
23 / 199
Baixa24 Oposição

Eleições europeias[editar | editar código-fonte]

Data Votos % +/- Deputados +/-
2009 427 773 14,8 (3.º)
3 / 22
2014 340 287 14,7 (2.º) Baixa0,1
3 / 21
=

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Jobbik confident of winning EP seat, party leader says». politics.hu (source: MTI). 2009-05-13. «Jobbik describes itself as “a principled, conservative and radically patriotic Christian party. Its fundamental purpose is protecting Hungarian values and interests.”» 
  2. A Jobbik szembefordul a globális kapitalizmussal, mandiner.hu, 2013-10-26, http://mandiner.hu/cikk/20131026_a_jobbik_szembefordul_a_globalis_kapitalizmussal 
  3. Vona megmondta: befellegzett a globális kapitalizmusnak, nol.hu, 2013-01-26, http://nol.hu/belfold/vona_megmondta__befellegzett_a_globalis_kapitalizmusnak 
  4. Mazurczak, Filip (27 May 2014). «Euroscepticism and the emergence of East-Central Europe’s far-right». Visegrad Insight. Consultado em 24 October 2014. 
  5. Jobbik "anti-Zionist" demo goes ahead in Budapest, politics.hu, 2013-05-05, http://www.politics.hu/20130505/jobbik-anti-zionist-demo-goes-ahead-in-budapest/ 
  6. "Hungary's Jobbik party hold anti-semitic rally in Budapest after ban attempts fail", Telegraph, 2013-05-04, http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/europe/hungary/10037377/Hungarys-Jobbik-party-hold-anti-semitic-rally-in-Budapest-after-ban-attempts-fail.html 
  7. Ghosh, Palash (December 06 2013) "Strange Bedfellows: Hungarian Far-Right Jobbik Party Embraces Muslim Nations, Seeks 'Eurasian' Ideal Of Statehood" International Business Times. Retrieved August 31, 2014
  8. Ungváry, Krisztián (5. February 2012) "Turanism: the 'new' ideology of the far right" BZT Media Kft. Retrieved August 31, 2014
  9. LeBor, Adam (2009-06-09). «Jobbik: Meet the BNP's fascist friends in Hungary» (London: The Times Online). Consultado em 2009-07-05. 
  10. Chomsky, Noam (2011-04-21) Is the world too big to fail?, Salon.com
  11. «Jobbik Deputy Campaigns Against 'Israeli' MP». Israel National News. 2012-11-30. Consultado em 2013-08-25. 
  12. «Hungarians despair of political class». BBC News [S.l.: s.n.] 8 January 2012. Consultado em 8 January 2012. 
  13. «Xpat Opinion: Will Hungary's Jobbik Split?». Xpatloop.com. Consultado em 2013-08-25. 
  14. Freeman, Colin (2009-05-24). «Feminine face of Hungary's far-Right Jobbik movement seeks MEP's seat». The Daily Telegraph (London [s.n.]). Consultado em 2009-06-07. 
  15. «2012 Report on Global Trends in Anti-Semitism». Jewish Virtual Library. Consultado em 19 September 2013. 
  16. Chebel d'Appollonia, Ariane (2012), Frontiers of Fear: Immigration and Insecurity in the United States and Europe, Cornell University Press, p. 245 
  17. Lisiak, Agata Anna (2010), Urban Cultures in (Post) Colonial Central Europe, Purdue University Press, p. 18, http://books.google.com/books?id=4e_nWwUBhSoC&pg=PA18&dq=jobbik+fascist&hl=en&ei=fQiDTd6ROM-84AbZqoTDCA&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=3&ved=0CC4Q6AEwAg#v=onepage&q=%22numerous%20homophobic%2C%20anti-Semitic%20and%20anti-Roma%20incidents%20in%20Hungary%22&f=false 
  18. «Jobbik: Nem vagyunk antiszemiták». Mandiner.hu. Consultado em 2013-02-27. 
  19. Court rules Jobbik cannot be called 'far-right', por Eszter Zalan, EUobserver, 06.06.14
  20. http://www.tvi24.iol.pt/internacional/csanad-szegedi-szegedi-jobbik-holocausto-parlamento-europeu-tvi24/1368259-4073.html

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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