Joelma Mendes

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Disambig grey.svg Nota: Este artigo é sobre a cantora brasileira e ex-vocalista da Banda Calypso. Para outros significados, veja Joelma.
Joelma
Joelma Mendes se apresentando durante sua Avante Tour em Itumbiara, Goiás, em 2018.
Nome de nascimento Joelma da Silva Mendes
Data de nascimento
22 de junho de 1974 (44 anos)
Local de nascimento
Almeirim, Pará
Residência Goiânia, Goiás[1]
Nacionalidade brasileira
Progenitores Mãe: Maria de Nazaré da Silva Mendes
Pai: José Benahum Mendes
Cônjuge Roberto Luís Sarraf (c. 1988–92) Robson Cristiano Leão Matos (c. 1994–97) Ximbinha (c. 1998–2015)[2]
Filho(s) Natália Mendes Sarraff (n. 1989)
Yago Mendes Matos (n. 1995)
Yasmin Mendes Farias (n. 2004)
Ocupação
Período em atividade 1994—presente
Carreira musical
Gênero(s)
Extensão vocal Mezzosoprano
Instrumento(s)
Gravadora(s)
Afiliações Banda Calypso
Influências
Fortuna Aumento R$70 milhões (2015)[10]
Página oficial joelmaoficial.com.br
Assinatura de Joelma

Joelma da Silva Mendes[11][12] (Almeirim, 22 de junho de 1974)[11][12] é uma cantora, compositora, estilista, empresária, coreógrafa, dançarina e produtora musical brasileira.[12][13] Cantora desde os 19 anos de idade, Joelma iniciou sua carreira em 1994,[11][12][14][15][16] e em 1998, conheceu e casou-se com o músico e produtor musical, Ximbinha,[17][18][13] formando com ele a Banda Calypso em junho de 1999.[17][18][13] Juntos, alcançaram a fama e o sucesso, e tornaram-se recordistas de vendas em álbuns no Brasil,[13][19][20] lançando treze álbuns de estúdio, dez álbuns ao vivo e oito álbuns de vídeo que geraram singles de êxitos como "Dançando Calypso", "Disse Adeus", "Dois Corações", "Temporal", "Maridos e Esposas", "Pra Te Esquecer", "Imagino", "A Lua Me Traiu", "Isso é Calypso", "Tchau pra Você", "Pra Me Conquistar", "Esqueça Meu Coração", "Louca Sedução", "Acelerou", "Xonou, Xonou", "Vida Minha" e diversos outros sucessos.[19][20] Em 2015, Joelma e Ximbinha anunciaram o fim do casamento e da banda, dando inicio à gravação de seu primeiro álbum solo no mesmo ano.[21][22][23][19][24]

Em 29 de abril de 2016, chegou às lojas o seu álbum de estreia como artista solo, o homônimo Joelma,[25] lançado através da Universal Music,[26][27] debutando na segunda colocação da parada de álbuns da Pro-Música Brasil (PMB) e na Billboard Brazil Albums Chart.[28][29][30] Desse álbum, foi extraído o single "Não Teve Amor", canção carro-chefe da obra, juntamente com as faixas "Ai Coração" e "Debaixo do Mesmo Céu".[31][32][33][34][35][36] Em 28 de abril de 2017, Joelma lança seu primeiro DVD e álbum ao vivo, Avante.[37][38] O projeto gerou singles como "Amor Novo", em parceria com Ivete Sangalo,[39] e "Chora Não Coração".[38][39]

Joelma é mundialmente conhecida por sua irreverência performática e vocal. Durante toda sua carreira, vendeu cerca de 22 milhões de álbuns,[40][13] tornando-se uma das artistas que mais venderam discos na história da indústria fonográfica brasileira.[41][42] Ela e a cantora Ivete Sangalo são as únicas artistas latino-americanas a receberem uma certificação por vendagem de álbum de disco de diamante quíntuplo.[11] Em sua carreira, venceu diversos prêmios importantes, incluindo o Melhores do Ano, Prêmio Multishow de Música Brasileira, Prêmio da Música Brasileira, Prêmio Extra de Televisão e o Troféu Internet,[43][44][45] além de concorrer três vezes ao Grammy Latino.[46] Joelma também é conhecida internacionalmente, se apresentando em países como Portugal, Estados Unidos, Suíça, Alemanha, Espanha, Itália, Angola, Inglaterra, Suécia, Cabo Verde, Bolívia, Peru, Argentina e Guiana Francesa.[47][48][49][50][51][52] Ela foi considerada por quatro vezes — em 2008, 2009, 2011 e 2012 respectivamente — uma das 100 mulheres mais sexy do mundo de todos os tempos pela revista VIP.[53][54] Joelma possui um patrimônio líquido estimado em mais de R$70 milhões, sendo, inclusive, eleita diversas vezes pela Forbes, a partir de 2011, como uma dos cantores mais bem pagos do ano no país.[55][56]

Biografia e carreira[editar | editar código-fonte]

Início de vida e carreira[editar | editar código-fonte]

Visão panorâmica de Belém do Pará, cidade em que Joelma inciou sua carreira.

Joelma da Silva Mendes nasceu na cidade de Almeirim,[57][11][12] estado do Pará, no dia 22 de junho de 1974,[11] filha da costureira Maria de Nazaré da Silva Mendes[58] e do ex-garimpeiro José Benahum Mendes,[59] sendo a quinta dos sete filhos do casal. Joelma alega ter sido vítima de violência doméstica na infância; seu pai era alcoólatra, e agredia brutalmente a esposa e os filhos,[60][61][57] e posteriormente, viria a abandoná-los quando Joelma tinha apenas sete anos de idade.[62][63] Devido a isso, ela e os irmãos foram criados apenas pela mãe e a não mantiveram nenhum contato e relacionamento afetivo com o pai por 35 anos.[64][65][66]

Em sua adolescência, passou a apreciar a música constantemente, porém aspirava em tornar-se uma advogada.[11] Por persistência de um colega músico, a quem descobriu sua vocação musical, Joelma passou a investir na carreira artística, se apresentando em bares e eventos de sua cidade natal.[11] A produtora e contrabaixista da banda Fazendo Arte, Nide Braga, depois de ver o desempenho da jovem em imagens de sua apresentação durante a Feira de Arte e Cultura de Almeirim, a convidou para participar de alguns testes, a fim de integrar o grupo, em Belém.[11] No início de 1994, após ser aprovada, responsabilizou os vocais da banda e gravou dois álbuns em estúdio,[14][15] lançados nos anos de 1994 e 1996, em título homônimo. Em meados de 1998, Joelma deixou a banda, para prosseguir os seus estudos. Na mesma época, formou a banda Eu, segundo Joelma, o nome do grupo era referente à si mesma, "por não gostar muito de seu nome", encerrando as atividades da banda para ingressar na carreira como uma artista solo. No mesmo ano, durante um almoço na casa do cantor e compositor Kim Marques, conheceu o produtor e músico Cledivan Almeida Farias, o Ximbinha.[19] A procura de quem fornecesse o seu trabalho solo,[19] Ximbinha aceitou produzir o álbum de Joelma, adotando o nome artístico de Joelma Lins.[11] Durante a produção da obra, Joelma e Ximbinha começaram o namoro e, o álbum, em alguns meses, já estava pronto. Com incerteza em seguir carreira solo, Ximbinha e Joelma, juntos, formaram a Banda Calypso em junho de 1999.[67][19]

1999—2015: Banda Calypso[editar | editar código-fonte]

Joelma durante apresentação da Banda Calypso em 2000.

Em 1999, a banda iniciou à gravação de seu álbum de estreia. Joelma e Ximbinha alegam que tiveram dificuldades em obter patrocínio para o lançamento da obra, pois não havia quem aceitasse lançar o trabalho.[19][68][69][70][71] Enfim, obtiverem uma parceria que proporcionou uma vendagem limitada de mil discos que se esgotaram em uma semana.[68][69][70][71] Sete singles oficiais foram lançados a partir do álbum para a sua promoção, sendo eles "Vendaval"[68][71] e "Disse Adeus", lançados em 1999; "Dois Corações", "Amor nas Estrelas", "Deusa da Paixão" e "Loirinha" lançados em 2000, e o clássico "Dançando Calypso",[19][68] em 2001. O homônimo, Banda Calypso, produzido por Ximbinha e de estilo brega pop (também conhecido como 'calipso'), vendeu mais de 750 mil cópias,[20][68][69][70] fazendo com que a banda recebesse o primeiro disco de ouro. Ainda em 1999, a banda deu início à sua primeira turnê, que se estendeu até 2002, dando origem ao álbum Ao Vivo,[72] gravado no Parque de Exposições do Cordeiro, em Recife,[72][20][69] em 18 de outubro de 2000, e lançado em fevereiro de 2001 pela Sony Music. O projeto gerou três singles, sendo eles "Cúmbia do Amor",[72] "Dançando Calypso"[68][72] (gravada também em estúdio) e "Como uma Virgem"[72] (releitura da canção "Like a Virgin", da cantora estadunidense Madonna). Ao Vivo possui uma vendagem de mais de 1,2 milhões de cópias,[72][69] certificado de ouro pela Pro-Música Brasil (antiga ABPD).[73] A partir de 2002, a banda foi apoiada pelo apresentador Gilberto Barros, conhecido como Leão, e foi considerado como "padrinho" do grupo.[74][71]

Em dezembro de 2002, chega às lojas o terceiro álbum de estúdio da banda, O Ritmo que Conquistou o Brasil.[75] O álbum, certificado duas vezes disco de platina com uma vendagem de mais de 750 mil cópias,[76][20] possui singles como "Temporal",[69][71] "Me Telefona", "Príncipe Encantado", "Desfaz as Malas" e "Maridos e Esposas".[69] Após três obras e a divulgação cada vez maior, a banda lança, em outubro de 2003, o seu quarto álbum, o Volume 4,[77] com os hit singles "Pra Te Esquecer" e "Imagino".[69] Este contém uma sonoridade diversificada mais fértil, comparado aos anteriores, incluindo a canção "Homem Perfeito", que transita em bolero, forró, merengue, salsa, cúmbia e lambada simultaneamente.[77] O álbum, que seria lançado a princípio, foi plagiado por uma banda paraense, fazendo com que Joelma e Ximbinha entrassem com ação judicial.[77] Apesar das controvérsias geradas em relação ao álbum, o Volume 4 vendeu mais de 1,9 milhões de cópias[76][20] e foi certificado duas vezes disco de diamante.[20] Entre janeiro e fevereiro de 2003, deram início à turnê do álbum O Ritmo que Conquistou o Brasil, dando origem ao quinto álbum da banda, o Ao Vivo.[78] Gravado na cidade de São Paulo,[20][69] em dezembro de 2003, o material foi lançado em CD e DVD em fevereiro de 2004,[69] vendendo mais de 1,4 milhões de cópias em geral, certificado duas vezes disco de diamante.

Em outubro de 2004, chega às lojas o seu quarto álbum de estúdio, o Volume 6,[79][20] com uma sonoridade mais tranquila e romântica, comparada aos anteriores. "A Lua Me Traiu" foi o single de maior destaque no álbum,[79][80] tornando-se um dos clássicos da banda. "Minha Princesa"[79] é uma faixa dedicada a filha do casal, Yasmin Mendes Farias,[79][81] que havia nascido em 11 de julho de 2004.[71] Volume 6 ficou entre os dez discos mais vendidos por várias semanas em diversas regiões do país,[79][82][83] vendendo mais de 1 milhão de cópias até o final de 2005, recebendo discos de ouro, platina, platina duplo e diamante.[79][71] Em 14 de novembro de 2004, a banda se apresentou para um público de 50 mil pessoas em um concerto histórico[20] realizado no sambódromo de Manaus,[84] em meio a Amazônia, descrito como um "espetáculo amazônico" pelo multi-instrumentista e produtor musical Manoel Cordeiro.[85] Esta apresentação gerou o segundo CD e DVD ao vivo, Banda Calypso na Amazônia,[20] lançado em fevereiro de 2005, gerando singles como "Pra Te Esquecer" (gravada também em estúdio).[84] A obra estreou com cerca de 300 mil cópias vendidas, sendo certificado com disco de diamante triplo.[84][71] Ao todo, o DVD vendeu mais de 1 milhão de cópias.[76]

Joelma durante apresentação em 2005.

Em outubro de 2005, Joelma e Ximbinha lançaram o quinto álbum de estúdio e oitavo em geral, Volume 8,[86][20] que foi indicado ao Grammy Latino, em sua sétima edição, na categoria de melhor álbum de música regional ou de raízes brasileiras.[87] No álbum, há canções mais feministas, como "Tchau pra Você", "Esqueça Meu Coração" e "Perdeu o Trono ", as quais Joelma interpreta sobre mulheres perseverantes e determinadas.[86] Um destaque muito comentado foi a faixa "Um Novo Ser", música gospel que se trata sobre as dificuldades do mundo e como a pessoa tem vontade de poder melhorar e pede à Deus chance de em si mesmo nascer um novo ser.[86] A faixa "Tô Carente" esteve presente na trilha sonora do filme Ó Paí, Ó, de 2007, protagonozado por Lázaro Ramos.[20] Além dos singles estarem em diversas paradas, como hit single "Isso é Calypso", o álbum na íntegra é considerado um êxito comercial; a obra estreou com meio milhão de cópias vendidas,[88] tendo uma vendagem de mais de 1,8 milhões de cópias em apenas seis meses de lançamento, certificado quatro vezes diamante.[89][90][91] No dia 25 de dezembro de 2005, a banda recebeu seu primeiro prêmio na décima edição do Melhores do Ano — premiação realizada anualmente no programa Domingão do Faustão, da Rede Globo — como revelação musical.[92] No final do ano, além de Xuxa, Joelma e Ximbinha tornaram-se os únicos artistas brasileiros a emplacaram quatro álbuns na lista dos 50 mais vendidos do Brasil[93] e dois DVDs na lista dos 20 mais vendidos simultaneamente.[20] Em setembro de 2006, a banda lançou o quarto álbum ao vivo e mais exitoso, a obra Banda Calypso pelo Brasil,[94] um projeto amplo que foi gravado em cinco capitais brasileiras, sendo elas Brasília (capital federal do país),[94][95] Rio de Janeiro (capital do estado homônimo),[94][95] Recife (capital de Pernambuco),[94][95] Salvador (capital da Bahia)[94][95] e Belém (capital do Pará)[94][95][96] nos dias 28 de janeiro,[94] 11 de fevereiro, 1º de abril, 6 de maio e 5 de agosto de 2006,[94][96] respectivamente. Em cada apresentação, seria gravado uma parte para incluir no projeto.[94] O material recebeu certificado de disco de diamante quíntuplo, tornando-se o único conjunto musical brasileiro a receber esta certificação,[97][94] com uma vendagem superior a 2,5 milhões de cópias,[98][97] sendo o 22º álbum mais vendido na história da indústria fonográfica brasileira,[98] ficando por 66 semanas na lista dos mais vendidos. Em 2006 ainda, se apresentaram no evento Brazilian Day, realizado na Sexta Avenida, em Nova Iorque, Estados Unidos,[47] para um público de 1,5 milhões de pessoas,[99] promovido e transmitido pela Rede Globo.[100] Em 2007, Joelma e Ximbinha foram homenageados no Carnaval de Manaus pela escola de samba Balaku Blaku com o enredo "Um fenômeno chamado Kalipso".[101] No mesmo ano, segundo o Instituto Datafolha, a banda Calypso e a dupla Zezé Di Camargo & Luciano foram apontados como os artistas mais ouvidos no país.[102][19]

Em 2007 ainda, Joelma e Ximbinha lançaram o álbum 10, cujo título trata-se por ser o décimo álbum da banda. Com a participação especial de Leonardo e Bell Marques, o álbum contém uma sonoridade mais diversificada, desde o axé ao country, e obteve singles de êxito como "Acelerou". No campo comercial, a obra obteve um ótimo desempenho, vendendo mais de 1,5 milhões de cópias e recebendo certificado de diamante. No ano de 2008, o álbum 10 esteve presente no chart dos álbuns mais vendidos do Japão, a qual estavam presentes, também, nomes como Madonna, Rihanna, Nelly Furtado e Leona Lewis. Com a participação especial da dupla Edu & Maraial, a banda gravou nos dias 5 e 6 de outubro de 2007, no Atlanta Music Hall em Goiânia, o seu quinto álbum ao vivo, Ao Vivo em Goiânia. o Ao Vivo em Goiânia foi lançado em 10 de novembro do mesmo ano em CD e DVD, possuindo uma vendagem de meio milhão de cópias e sendo certificado duas vezes disco de platina. Entre os singles da obra, um dueto com a dupla Edu & Maraial, "Doce Mel" foi lançado como carro-chefe do álbum, entrando para diversas paradas brasileiras.

Em 2008, a banda assinou contrato com a Som Livre, pertencente ao Grupo Globo (antiga Organizações Globo), e lançam seu sétimo álbum de estúdio e décimo segundo em geral, Acústico, com setlist formada por diversos hits da carreira e músicas inéditas. Acústico foi lançado em 27 de julho daquele ano e obteve um ótimo desempenho comercial, sendo certificado com disco de ouro pela PMB, vendendo mais de 550 mil cópias. No mesmo ano, a banda realizou uma regravação em inglês da canção "Acelerou", "Accelerated My Heart", para incluir na trilha sonora do filme norte-americano Cupid's Arrow, produzido em Hollywood. Em outubro de 2008, Joelma e Ximbinha se apresentaram no espetáculo Dia da Amizade Brasil-Angola, sendo a atração brasileira escolhida pelo público angolano através de uma votação. O show, promovido e transmitido pela Rede Globo, foi realizado no estádio dos Coqueiros, em Luanda, capital de Angola, para um público de mais de 40 mil pessoas, e possui intenções sociais e políticos "para firmar a amizade entre os dois países". No dia 5 de fevereiro de 2009, é lançado o oitavo álbum de estúdio, intitulado Amor Sem Fim, estreando com 100 mil cópias vendidas. Ao todo, o disco vendeu mais 750 mil cópias, sendo certificado com disco de platina. "Vida Minha" foi lançada como carro-chefe do disco, entrando para a Hot 100 Airplay, da Billboard Brasil. O segundo single do álbum, "Xonou, Xonou", foi condecorada com o Troféu Internet de melhor música. "Chá de Maracujá", "Sem Direção" e "Nossa História Acabou" também foram lançadas como singles de Amor Sem Fim. O trabalho possui colaborações de David Assayag e Edilson Santana, na canção "Chama Guerreira", faixa dedicada à Amazônia, Edu & Maraial, em "Domingo a Domingo", e da filha de Joelma e Ximbinha, Yasmin, na música gospel "Luz de Deus". O álbum foi indicado ao Grammy Latino, em sua décima edição, na categoria de melhor álbum tropical de raízes brasileiras. Em 26 de outubro do mesmo ano, Joelma e Ximbinha foram honrados pela Assembleia Legislativa de Pernambuco, em Recife, com o Título de Cidadões Pernambucanos. A comenda foi proposta pelo deputado Nelson Pereira, do PCdoB. O 2º vice-presidente da Mesa Diretora, deputado Antônio Moraes, do PSDB, coordenou a solenidade e destacou a importância do estado de Pernambuco para o início da carreira artística. "Há vários anos com residência no Recife e com diversos empreendimentos ligados a área musical, Joelma e Ximbinha têm contribuído para a rica cultura pernambucana", enfatiza Pereira.

Joelma durante performance no sambódromo do Anhembi, São Paulo, em 2010.

No fim de 2009, no dia 6 de novembro, a banda comemorou os dez anos de carreira com a gravação ao vivo de um projeto comemorativo na área externa do Classic Hall em Recife, com a presença de 70 mil pessoas e participações de Fagner, Voz da Verdade, Bruno & Marrone e Maestro Spok. O projeto, intitulado Banda Calypso 10 Anos, foi lançado em 14 de março de 2010 em DVD e CD duplo, dividido em dois volumes, gerando certificações de platina ao DVD, com uma vendagem de 400 mil cópias, tornando-se um dos mais vendidos do ano, e ouro ao dois CDs. O segundo volume do disco duplo recebeu indicação ao Grammy Latino, em sua décima primeira edição, na categoria de melhor álbum de música regional ou de raízes brasileiras. Em 5 de maio de 2010, chega às lojas o nono álbum de estúdio Vem Balançar, vendendo mais de 900 mil cópias. Em setembro do mesmo ano, foi lançado o álbum Ao Vivo em Recife, gravado em 26 de agosto, contendo canções do álbum antecessor na versão ao vivo e três músicas inéditas — "A Cura", "Tá Mentindo" e "Só pra Mim" (releitura de "Stand by Me", de autoria do cantor norte-americano Ben E. King).

No dia 16 de maio de 2011, Joelma e Ximbinha lançam seu décimo álbum de estúdio, Meu Encanto. O disco possui uma grande sonoridade diversicada, incorporando elementos de zouk africano, calypso com o uso de acordeão, instrumento típico do forró, e sertanejo universitário em canções românticas. Uma colaboração com Reginaldo Rossi, "Não Posso Negar que Te Amo", foi lançado como primeiro single do álbum em 15 de março de 2011. Em 5 de abril, a banda lançou sua versão da canção "Entre Tapas e Beijos", da dupla Leandro & Leonardo, para tema de abertura da série Tapas & Beijos, da Rede Globo, sendo o segundo single do álbum. A regravação foi condecorada com o Prêmio Extra de Televisão de melhor tema musical. A faixa-título "Meu Encanto" e as canções "Doa em Quem Doer", "Meus Medos" e "Ataque de um Leão" também foram lançados como singles da obra. Em crítica ao álbum, a Billboard Brasil publicou uma matéria dizendo: "[a canção] "Lelezinha" tem um refrão que, se fosse em inglês, renderia boa briga no gel entre Britney [Spears] e [Christina] Aguilera para decidir quem gravaria; "Quando tá amando fica lelezinha / Ahn? / O quê? / Ah, tá!" [...]". Em 15 de setembro de 2011, a banda se apresentou em Sumbe, na Angola, durante o Festival Internacional de Música do Sumbe. Esta apresentação gerou o oitavo álbum ao vivo da banda, intitulado Ao Vivo em Angola. Lançado em 8 de maio de 2012, pela Radar Records em CD e DVD, o projeto possui a participação especial do cantor angolano Anselmo Ralph na canção "O Som da África". O DVD atingiu a sétima colocação da parada de DVDs da PMB. No dia 3 de novembro de 2012, é lançado o décimo primeiro álbum da banda, Eternos Namorados, obra que apresenta a primeira composição de Joelma; a música gospel "O Poder de Deus". "Quem Ama Não Deixa de Amar", uma parceria com o cantor Amado Batista, foi lançado como primeiro single do álbum no dia 30 de junho do mesmo ano, sendo incluída na trilha sonora da telenovela Balacobaco, da RecordTV. O segundo single e carro-chefe do álbum, "Me Beija Agora", foi lançado em 1º de outubro de 2012, incluída na trilha sonora da telenovela Guerra dos Sexos, da Rede Globo. "The End" e "Perdiste El Trono" (versão em espanhol da canção "Perdeu o Trono") também foram lançadas como foco de promoção do álbum, respectivamente disponibilizadas como terceiro e quarto single em 28 de março e 19 de maio de 2013.

No dia 15 de maio de 2013, é lançado o álbum Eu Me Rendo, pela Radar Records. No álbum, a banda passou a ter uma sonoridade mais focada na bachata, gênero musical originado da República Dominicana, e possui regravações de baladas românticas da banda, como "Maridos e Esposas", "Disse Adeus", "Desfaz as Malas", "Esqueça Meu Coração" e outros. A obra também contém regravações de outros artistas, incluindo "Abandonada", de Fafá de Belém; "Pressentimento", de Fagner, e "Onde Anda Meu Amor", de Léo Magalhães. Apesar do álbum ser composto em sua maioria de faixas românticas, traz também faixas dançantes como a "A Festa Começou" e "Malhando com Calypso". No dia 25 de maio, Joelma e Ximbinha se apresentaram no evento Brazilian Day Portugal, realizado no Passeio Marítimo de Algés, em Lisboa, para um público de 80 mil pessoas, promovido pela Rede Globo. Em 8 de agosto, participaram do espetáculo O Maior São João do Cerrado, em Ceilândia, Distrito Federal, e gravaram o seu nono álbum ao vivo para um público de 100 mil pessoas no estacionamento do estádio Abadião, com presenças ilustres de Amado Batista e Reginaldo Rossi. A obra foi lançada com o nome de Ao Vivo no Distrito Federal pela Radar Records em CD e DVD no dia 15 de novembro de 2013.

Vibrações, o último álbum de estúdio da banda, apresenta muitos diferenciais com a mistura de gêneros como calipso caribenho, reggae, surf music e bachata, incluindo uso de novos instrumentos, como ukulele, instrumento típico do Hawai. A faixa-título, "Vibrações", foi o primeiro single da obra. A canção flerta pop com reggae, mas sem deixar de apresentar o ritmo notório da banda, o calipso. O lançamento do álbum ocorreu em 29 de agosto na versão digital e dia 30 de outubro em CD na forma física pela Radar Records. Para celebrar os 15 anos de carreira da banda, Joelma e Ximbinha gravaram seu décimo primeiro e último álbum ao vivo, 15 Anos, gravado na Praça Siqueira Campos, em Belém, no dia 23 de novembro de 2014, com a presença de mais de 90 mil pessoas e com a participações de Calcinha Preta, Daniel, Ludmila Ferber, David Assayag & Edilson Santana, Lia Sophia, Mestre Vieira, Mestre Curica, Alberto Moreno, Edilson Morenno, Marcelo Wal, Nelsinho Rodrigues e Viviane Batidão. O projeto chegou às lojas em um CD duplo e em DVD em 5 de junho de 2015, lançado pela Radar Records.

No dia 19 de agosto de 2015, foi anunciado o fim do casamento de Joelma e Ximbinha através das redes sociais pela a assessoria de imprensa: "A união de 18 anos deu fruto a dois filhos maravilhosos, projetos e parcerias [...] queremos ressaltar que o respeito, gratidão, amizade, admiração e parceria permanecem recíprocos. Informamos também que os compromissos profissionais da Banda Calypso seguem normalmente com agenda por todo o Brasil. Contamos com o carinho e a compreensão de todos para que esse momento seja preservado." Após a separação, por motivos de traições cometidas por Ximbinha, Joelma anunciou no Programa da Sabrina, que foi ao ar em 29 de agosto de 2015, que se desligaria da Banda Calypso em dezembro e seguiria carreira como artista solo, com o mesmo estilo musical que deu notoriedade a ela.

"Eu vou cumprir com a Calypso até o final do ano. Eu vou deixar a Calypso e vou seguir minha carreira solo, mas no mesmo estilo da Calypso."
Joelma sobre o fim da banda durante o Programa da Sabrina, em 2015.

Em 9 de novembro, Joelma e Ximbinha assinam o divórcio em Recife. No dia 31 de dezembro de 2015, a cantora se despede como vocalista da banda e realiza o último show da banda durante um réveillon realizado em Macapá, no estádio Zerão.

2016—presente: Joelma e Avante[editar | editar código-fonte]

Ver artigos principais: Joelma e Avante
Joelma durante a Avante Tour, em dezembro de 2017.

Três meses após o fim da Banda Calypso, Joelma assinou contrato com a gravadora Universal Music em 8 de março de 2016, sendo de responsabilidade do selo e os direitos de imagens da artista.[103][104] Joelma teve plena liberdade para a produção e acompanhar a criação de seu de seu álbum de estreia como artista solo.[105][106] O encarte do álbum retrata a cantora como uma heroína e é assinado pelo cartunista paraense Carlos Paul,[107][108] segundo ela, diz que a inspiração de usar o tema de histórias em quadrinhos no álbum veio dos fãs, por a "chamarem de poderosa permanentemente". De acordo com a própria cantora, ela não pretendia se envolver diretamente na escolha do repertório do disco, mas resolveu intervir quando recebeu muitas faixas "dor de cotovelo": "Pedi músicas mais alegres para os compositores. Neste disco, eu queria falar de coisas positivas", contou Joelma, que além de letras que falam de amor, superação, trouxe o poder feminino no trabalho.[109][110] O álbum contém duas canções espanhóis, "Pa'lante" e "Te Quiero", e a participação de seus três filhos, Yago Mendes, Yasmin Mendes e Natália Sarraff na canção "O Amor de Deus".[111][112] Joelma, o álbum de estreia homônimo da cantora, lançado em 29 de abril de 2016,[113][114][115] atingiu a segunda colocação da parada de álbuns da Pro-Música Brasil[116] e na parada "Brazil Albums" da Billboard.biz[117][118] e recebeu críticas positivas,[119] o jornalista Vinícius Cunha do Gshow disse que o registro marca a superação após o tumultuado divórcio com Ximbinha e a saída da Banda Calypso no final do ano anterior, é uma carta aberta de uma mulher bem resolvida e disposta a conquistar o mundo mais uma vez.[120][121] A canção "Não Teve Amor" foi lançada como carro-chefe do álbum e se tornou uma das faixas mais executadas nas rádios brasileiras em 2016 da categoria 'Regional'. "Debaixo do Mesmo Céu", composta pela cantora Marília Mendonça, foi lançada também como música de trabalho do álbum, juntamente com um videoclipe gravado no Castelo Eventos em Recife que atingiu o topo dos videoclipes mais vendidos no iTunes Mundial.[122][123] Em 9 de setembro, lançou um EP de forma digital com cinco versões remixadas da canção "Não Teve Amor" e em 30 de setembro, lançou outro EP de forma digital, intitulado Assunto Delicado, com quatro faixas inéditas que estariam presente em DVD solo que seria gravado em novembro daquele ano, atigindo o topo do iTunes Store Brasil em 12 horas após seu lançamento.[124][125]

A primeira turnê solo da cantora, Avante Tour, teve início em 18 de março daquele mesmo ano. A série de shows deu origem ao seu primeiro álbum ao vivo, Avante, gravado em 9 de novembro de 2016, em São Paulo. Os ingressos para a gravação começaram a ser vendidos no final de agosto, se esgotando em menos de uma semana. O trabalho contou com participações ilustres de Ivete Sangalo, Solange Almeida e seus três filhos: Yago, Yasmin e Natália, sendo lançado em 28 de abril de 2017.[126][127] Em pré-venda no dia 6 de abril, o DVD se tornou, em pouco tempo, o produto mais vendido no site da Livraria Saraiva em menos de 24 horas e conteve um EP homônimo com quatro faixas do álbum lançado em 14 de abril que em menos de 24 horas, alcançou o topo do iTunes Brasil. A vida pessoal e a trajetória profissional de Joelma são retratadas por fãs e pessoas próximas dela no livro Joelma: Entre Olhares, lançado em fevereiro de 2017, no Shopping Cerrado em Goiânia,[128][129] com sessão de autógrafos com a artista. A obra foi escrita por Jessyca Campos, uma fã da cantora. O processo de produção da obra começou com uma campanha na internet com apoio das redes sociais de Joelma, por meio da qual ela pediu aos fãs em um vídeo que enviassem suas histórias com ela para a Jessyca. A cantora acompanhava os textos de sua fã em um perfil no Facebook e após a sua última apresentação à frente da Banda Calypso surgiu a ideia de reunir o material num livro. "Dei total liberdade para a Jessyca produzir da melhor maneira que ela achasse viável. O livro não era exatamente para falar de mim, iria relatar as experiências dos fãs comigo. Seria um projeto pequeno, mas no decorrer da minha vida com períodos agitados, a obra foi ganhando outra forma, acrescentando alguns vestígios de biografia, praticamente 40% do conteúdo através dos depoimentos de amigos, histórias dos fãs e palavras da Jessyca", afirma Joelma em entrevista. Além da sessão de autógrafos, ocorreu uma coletiva de imprensa local e exposição de quinze figurinos usados por Joelma em sua carreira.[130]

Em 8 de março de 2018, no Dia Internacional da Mulher, Joelma lança a canção "Perdeu a Razão" com participação da cantora Marília Mendonça,[131][132][133][134][135] e com estilo musical totalmente focado para o sertanejo universitário,[136] abordando sobre a violência contra a mulher.[137] Ao gravar a música, Joelma relata que chorou ao chegar no refrão da canção fazendo lembrança de sua infância difícil sofridas pelas agressões domésticas vividas na família causadas pelo pai: "Essa música, ela me faz lembrar a minha infância, aquele 10% da minha infância que não foram bons. Tanto é que quando fui colocar a voz nessa música, chegava justamente nesse 10%, eu desabava, não aguentava, chorava muito. O que me traz muita força é vida da minha mãe. Ela costurava com lamparina, até 2 da manhã ou 1 da manhã, pra conseguir entregar a roupa, e ela ia dormir lá para as 3 da manhã e meu pai chegava embriagado, e espancava ela.",[138] relata Joelma em um trecho no final do videoclipe da música.[139] Em 5 de abril, ela lançou uma nova versão da canção "Se Vira Aí", que trouxe uma segunda versão em dueto com o cantor Zé Felipe.[140][141] A canção havia sido gravada e lançada originalmente em sua versão solo no seu álbum de estreia homônimo, em 2016.[142][143]

Características musicais[editar | editar código-fonte]

Influências[editar | editar código-fonte]

Barbra Streisand (imagem) foi citada por Joelma como sua maior influência musical.

Em 2013, questionada sobre suas primeiras influências musicais durante entrevista ao Contigo! Online, Joelma respondeu: "Eu desde pequena sempre ouvia cantoras americanas, como Céline Dion, Mariah Carey e na adolescência eu era apaixonada por Barbra Streisand. Elas me influenciaram muito". Para Joelma, a cantora e atriz norte-americana Barbra Strainsand foi sua maior influência musical, a qual nomeou como sua "professora de música" ouvindo a canção "Woman in Love". Em 2016, durante entrevista para o programa Legendários, a cantora explicou sobre sua admiração por Barbra e tê-la como uma grande referência musical: "Na minha adolescência, eu fiquei viciada por música, era música 24 horas. Tem uma música da Barbra Streisand, que eu escutava ela dia e noite, noite e dia. [...] eu me lembro de mim no quarto, me balançando na rede, eu ouvindo essa música e ela repetia uma, duas, três, quatro... a noite toda, sem parar! [...] Barbra Streisand me ensinou a cantar. Foi minha professora, praticamente". Outra grande influência para ela foi Daniela Mercury, a qual, Joelma relatou interpretar as canções da artista quando integrava a Banda Fazendo Arte.

Uma cantora peruana, Rossy War, também foi grande influência, especialmente em seus trabalhos, mais direcionados aos gêneros dançantes latinos. Rossy por sua vez disse que "ficou encantada" com Joelma e comenta possiblidade de gravar uma canção com a artista. Joelma considera a cantora e atriz mexicana Thalía, também, como uma das suas principais referências musicais, a qual disse ter o desejo de gravar um dueto. Ela também expressou admiração por Beyoncé, chegando a assistir a um show da artista em São Paulo durante a I Am... Tour realizado em 2010, no estádio do Morumbi. Outras influências incluem as cantoras americanas Madonna e Sia. Entre artistas brasileiros, Joelma disse admirar Ivete Sangalo, Elba Ramalho, Roberta Miranda, Marisa Monte e Reginaldo Rossi.

Voz, música e composição[editar | editar código-fonte]

"É uma coisa muito nossa. Sofremos influência dos ritmos que vinham pelas Guianas, que era o merengue, a cumbia, o zouk. A gente pegou esses ritmos e misturou com o que a gente tinha lá, o próprio calipso"

— Joelma sobre a música paraense durante o programa Conversa com Bial.

A voz de Joelma é considerada mezzosoprano, voz intermediária feminina, possuindo um alcance de 3 oitavas, indo do Mi 3 ao Mi bemol 6, podendo atingir diversos tons relativamente altos e baixos e apresentando um Si 5 misto. O registro grave da cantora é descrito como "forte", por englobar a voz gutural, ou seja, "rasgos" agressivos na voz. Em tons médios, seu timbre é "calmo e doce", enquanto suas notas agudas são consideradas "alto e potente", acompanhado por falsetes. Seu estilo musical é classificado, basicamente, como brega pop, mais conhecido como calipso, incluindo outros gêneros recorrentes, com o que o calipso é mesclado, como carimbó, cúmbia, zouk e lambada. A partir do álbum 10 (2007), da Banda Calypso, Joelma passou a investir em mudanças notáveis em seu estilo musical. A obra contém gêneros como country, axé e tecnomelody. No álbum Meu Encanto (2011), é trazida bastante ousadia em termos de variedade de ritmos, explorando o zouk africano, nas faixas "Isso Não é Amor" e "Sinônimo de Amor". Em Eu Me Rendo, de 2013, a banda aposta em bachata, gênero originado da República Dominicana. Durante a produção de seu álbum de estréia solo, o homônimo Joelma (2016), a cantora explicou em uma entrevista para a revista VEJA sobre a diversidade e o gênero musical da obra: "Eu misturei muitos ritmos nesse disco - calipso com dance-pop, arrocha, reggaeton. A gente fez uma mistura de tudo, mas sem fugir da raiz, que é o que eu amo fazer. Meu produtor queria ir mais para um lado mais pop, mas eu não deixei, disse que a gente podia passear pelos estilos, mas não fugir do calipso. Essa é a minha identidade". Em crítica ao álbum Joelma, Vinicius Cunha, do Gshow, destacou a faixa "A Página Virou" — que contém elementos de axé e cúmbia — como "um encontro do repertório da Banda Calypso com a canção "A Roda", de Sarajane", e é considerada uma das melhores do disco, sendo descrita como "a prova de uma renovada Joelma em sua carreira solo". Outros gêneros ainda foram apresentados em algumas faixas específicas, como merengue ("Merengue Sensual"), sertanejo ("Perdeu a Razão"), reggae ("O Amor e a Natureza"), pop rock ("Tua Face") e outros. Joelma também tem experiência em outras línguas, tendo regravado a canção "Acelerou" em inglês, "Accelerated My Heart", para trilha sonora do filme hollywoodiano, Cupid's Arrow (2010), e em espanhol nas canções "Perdiste El Trono", — versão espanhol da música "Perdeu o Trono" — "Pa'lante" e "Te Quiero", chegando a gravar em Miami, em 2015, um álbum de língua espanhola, porém, nunca foi lançado.

No âmbito de composições, Joelma escreveu três de suas canções, todas gospeis. A cantora explicou, durante entrevista ao Gshow, que não costuma escrever canções baseada em experiências pessoais, porém optou em escrever após um período em que sofreu depressão e estava prestes a gravar um DVD em Angola: "Uma vez eu já fiz isso, uma experiência na Angola, mas foi uma música gospel. Eu tive depressão antes de gravar o DVD na Angola. Foi muito difícil montar as coreografias. Eu levei uns 3 meses, com muita dificuldade, porque toda vez que eu ouvia as músicas eu ficava triste e eu ia dormir [...] eu ficava tão triste, e eu não tinha motivo nenhum pra ficar triste, tava tudo bem. Aí chegou uma semana perto da gravação e eu não tinha ensaiado nada, eu tinha montado tudo, passado tudo pra os dançarinos e não tinha dançado nada [...] cheguei uma semana antes na Angola e eu comecei a orar. Dobrei meu joelho no primeiro dia, pedi ajuda pra Deus e eu consegui ensaiar a metade. No segundo dia dobrei o joelho e consegui ensaiar tudo [...] aí quando cheguei no Brasil, depois de um mês, de madrugada, veio tudo à tona na minha mente e eu corri e escrevi tudinho. Rapidinho e em três minutos escrevi a música". Em 2012, lançou sua primeira composição música gospel, "O Poder de Deus", oficializada no álbum Eternos Namorados, da Banda Calypso. "Tua Face" foi a segunda canção gospel de autoria da cantora, lançada em 2016 em seu álbum homônimo Joelma.

Imagem pública[editar | editar código-fonte]

Joelma admite que fez diversas cirurgias plásticas após atingir o estrelato.[144] Um ano depois do nascimento de sua terceira filha Yasmin, a cantora decidiu, no segundo semestre de 2005, fazer uma cirurgia de lipoaspiração em uma clínica em São Paulo, na qual o médico a questionou se ela não queria fazer novas plásticas, e a cantora permitiu a ele fazer o que ele achasse necessário. Durante dez dias ela permaneceu na clínica se recuperando das cirurgias, além da lipo, ela diminuiu o culote, redesenhou o queixo, colocou silicone, fez rinoplastia, remodelou o joelho, e, por fim, diminuiu a pálpebra. Em menos de duas semanas após as cirurgias, Joelma já se encontrava em cima dos palcos novamente cantando na Calypso e dançando limitadamente devido às cirurgias muito recentes, em alguns shows ela se apresentava com uma cinta ortopédica por debaixo dos figurinos.[145] No início de 2007, por se sentir incomodada, a cantora retirou o silicone dos seios, fazendo nova cirurgia plástica para redefini-lo.[146] Vista popularmente com um corpo sensual e sedutor, Joelma foi eleita por quatro vezes uma das mulheres mais sexys do mundo pela Revista VIP; em 2008, 2009, 2011 e 2012.[147][148]

Joelma durante posse de entrega à artista o Título de Cidadã Pernambucana na Assembleia Legislativa de Pernambuco, 2009.

No dia 26 de outubro de 2009, Joelma recebeu o título de Cidadã Pernambucana. A comenda foi proposta pelo deputado Nelson Pereira (PCdoB). O 2º vice-presidente da Mesa Diretora, deputado Antônio Moraes (PSDB), coordenou a solenidade e destacou a importância do Estado para o início da carreira artística. "Há vários anos com residência no Recife e com diversos empreendimentos ligados a área musical, Joelma e Ximbinha têm contribuído para a rica cultura pernambucana", enfatizou Pereira.[149]

Em meados de 2012, circulou na internet um vídeo em que Joelma aparecia supostamente cometendo homofobia com um fã homossexual, na qual a cantora o incentiva a deixar a homossexualidade, "virar homem" e ter um filho.[150][151][152] No início da noite de quinta-feira, 2 de agosto de 2012, a cantora assumiu que era ela nas imagens e postou no Twitter a seguinte mensagem: "Foi em Belém. Um dos membros do fã clube estava brincado comigo, falando das intimidades deles para mim. Fiquei vermelha e brinquei. Se eu fosse preconceituosa, meu melhor amigo não seria gay".[153] A assessoria da cantora disse que a Banda Calypso tem um público gay grande e que Joelma não estava tentando converter o fã: "Na verdade, ela é uma pessoa ligada a religião, ela tem os princípios religiosos dela, mas isso não quer dizer que seja preconceituosa. Ela trabalha com vários homossexuais e tem esse público enorme há muito tempo. Cerca de 90% dos fãs da Calypso são homossexuais e eles estão completamente ao lado dela, porque conhecem ela. Muitos deles sabem da relação dela com a religião e brincam dessa forma para deixá-la constrangida, vermelha e ela brinca assim para reverter a situação, mas não que ela queira converter alguém, é uma troca de brincadeiras”.[152] Em 2013 a revista Época publicou uma matéria da qual relatava que Joelma declarava possíveis comparações de homossexuais com dependentes químicos. Na entrevista a cantora supostamente havia declarado, que se caso tivesse um filho homossexual lutaria até a morte para fazer a sua conversão, além de comparar a homossexualidade ao estado de dependência química[154] as declarações da cantora logo surtiram efeitos negativos contra si e contra os projetos da Banda Calypso como o filme Isso é Calypso. Dias depois a assessoria da banda negou o cancelamento do longa-metragem e negou possíveis declarações sobre as comparações envolvendo homossexuais.[155] "Em momento algum a cantora comparou homossexualidade à dependência química. O que foi relatado foram depoimentos, feitos a ela, de amigos e fãs sobre a dificuldade que sentem, quando assim o desejam, de mudar sua opção sexual e que, eles mesmos, compararam tal dificuldade à dificuldade do dependente químico. Embora a religião seguida por Joelma não apoie o casamento entre pessoas do mesmo sexo, a cantora respeita e aceita a opção sexual de todas as pessoas, fãs e amigos, não tendo por ninguém preconceito de religião, sexo e cor", comunicou a assessoria da banda.[156] No início de junho de 2016, Joelma tem seu nome voltado à polêmica mais uma vez após sua falsa opinião sobre o Massacre de Orlando, na qual 50 pessoas morreram durante o ataque na boate LGBT Pulse. Na matéria, cantora aconselha que os homossexuais deveriam procurar igrejas, e não boates.[157][158] Dias depois da polêmica se repercutir, a mesma postou as suas redes sociais esclarecendo que não deu nenhuma entrevista ou opinião sobre o assunto e que está orando pela as vítimas do atentado: "Recebi com muita tristeza a notícia do atentado a boate Pulse, em Orlando, nos Estados Unidos, que vitimou 49 vidas inocentes. Entretanto, atribuíram a mim alguns conteúdos infelizes e difamatórios sobre o fatídico incidente, a partir de blogs e sites de origem duvidosa e claramente tendenciosa. Esclareço que não concedi qualquer entrevista sobre a tragédia que ocorreu, e que me solidarizo com as famílias das pessoas que faleceram, orando a Deus pelo conforto e a realização da justiça. Ratifico que o objetivo da minha banda é proporcionar ao público alegria e diversão, independentemente de cor, raça, gênero ou orientação sexual."[159][160][161]

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Joelma em show da Banda Calypso em Recife, 2012.

No dia 25 de dezembro de 2003, após cinco anos morando juntos, Joelma casou-se oficialmente com o músico Ximbinha, com quem formou a Banda Calypso em 1999, a quem conheceu em 1998 em um almoço na casa do cantor e compositor paraense Kim Marques.[162][163] Em 19 de agosto de 2015, foi anunciada pela sua assessoria de imprensa, a separação de Joelma e Ximbinha, após 18 anos de união.[164][165] Em 9 de novembro do mesmo ano, foi assinado o divórcio.[166][167] Com isso, a Banda Calypso encerrou suas atividades a partir de dezembro.[168][169][170][171][172]

Maternidade[editar | editar código-fonte]

Do casamento com Ximbinha, Joelma tem uma filha chamada Yasmin Mendes Farias, nascida de cesariana, em Recife, no dia 11 de julho de 2004. Além dela, tem outros dois filhos, frutos de seus dois casamentos anteriores: Yago Mendes Matos, que é filho do Advogado e Vereador da Câmera de Breves[173][174] Robson Cristiano Leão Matos, nascido em 8 de dezembro de 1995, de parto normal, em Belém, e Natália Mendes Sarraff, filha do comerciante Roberto Luís Sarraff,[175] nascida em 25 de dezembro de 1989, de parto normal, em Almeirim.

Em fevereiro de 2009, Joelma sofreu um aborto espontâneo depois do anúncio de sua quarta gravidez, e acabou tendo algumas complicações, e ficou alguns dias internada para fazer curetagem.[176][177][178]

Complicações no parto[editar | editar código-fonte]

Em 2004, Joelma se apresentou mesmo com agenda da Banda Calypso cheia durante o período em que esteve grávida de Yasmim. Ela se apresentou até uma semana antes do parto. A única mudança vísivel, era o figurino da cantora, que teve que ser adaptado pra acomodar a barriga durante seu crescimento na gestação. Mesmo assim, Joelma dançava normalmente, executando coreografias em um salto alto.[179]

Joelma ficou entre a vida e a morte no parto de Yasmim. A cantora gostaria de ter a filha com parto normal, inclusive já vinha lendo e estudando as melhores formas de ter a filha sozinha, na estrada, caso precisasse. Isso foi necessário devido a quantidade grande de apresentações da Banda Calypso. Na hora do parto, a criança estava sentada, com o cordão umbilical dando duas voltas ao redor do pescoço, sendo impossível se realizar o parto normal, por mais que tudo tivesse sido tentado. Os médicos optaram pela cirurgia cesariana pois mãe e filha corriam risco de vida e Joelma estava em sofrimento junto da criança. No fim, tudo ocorreu de forma segura e a filha nasceu saudável, e dois meses depois Joelma já estava de volta aos palcos.[180]

Outras atividades[editar | editar código-fonte]

Produtos e publicidade[editar | editar código-fonte]

Em 2008, Joelma criou uma grife de roupas chamada Calypso Vest em sua cidade natal, Almeirim, no Pará.[181] Maria Nazaré Mendes, mãe de Joelma que era uma costureira foi a principal inspiração para a criação dessa linha de roupas. As roupas da grife eram incrementadas por elementos originários e retirados da floresta, das águas e com a responsabilidade ecológica necessária. Para criar a coleção ela convocou o renomado estilista Jander Cabral que além de criar os modelitos também é especialista em fabricar biojóias com sementes naturais da Amazônia, como jarina (marfim vegetal), cascas e caroços vegetais, entre outras matérias-primas rústicas da floresta.[182] Em 2010, a grife chegou ao fim, com o motivo de funcionários da empresa não cumprirem seus trabalhos.[183]

Joelma já participou de diversos anúncios publicitários. Ela associou sua imagem à Assolan,[184] Fresh,[185] Hipercard,[186] Dupé,[187] São João da Capitá,[188] Paraíba Cap, Eletro Shopping,[189] Garnier[190] e Jornal Daqui.[191]

Filantropia[editar | editar código-fonte]

Em dezembro de 2005, em uma de suas participações no programa Domingo Legal do SBT, Joelma decidiu doar um de seus figurinos para leilão em prol da Sociedade Pestalozzi (atual Associação Brasileira de Assistência e Desenvolvimento Social) de Belém do Pará, entidade que atende e acolhe mais de 800 crianças especiais e pediu ao vivo autorização para Gugu Liberato. O figurino foi usado no DVD Banda Calypso na Amazônia durante o terceiro bloco e em algumas apresentações feitas pela Europa e cidades dos Estados Unidos,[192] leiloado juntamente com uma camisa da Seleção Brasileira de Futebol com autógrafo de todos os jogadores da época. Joelma enviou um documento à produção do programa dias depois, para firmar a veracidade da doação do figurino usado por ela na gravação do DVD. Em 2018, a cantora doou cerca de mil peças do acervo da Banda Calypso para a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) que promoveu um bazar intitulado 'Bazar Show' para arrecadar recursos para reforçar o tratamento aos pacientes da instituição. O evento ficou entre 13 a 15 de abril, no Shopping RioMar, no Pina, em Recife.[193] Segundo os organizadores do bazar, entre o material doado por Joelma estão figurinos, calçados, dentre elas botas e acessórios usados durante a Banda Calypso. Todas as peças foram vendidas com descontos que podem chegar até 70%. Os preços variam de R$ 10 a R$ 400. O gerente da AACD, Marcos Rodrigues, ressaltou que a doação da cantora, além de movimentar o evento, permite uma maior arrecadação. Segundo ele, a AACD só tem a agradecer a essas parcerias, que enaltecem o trabalho realizado pela instituição.[194]

Prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

Ao longo da carreira, Joelma venceu diversos prêmios musicais, consistindo em mais de 30 indicações e 15 ganhos. Em 2005, conquistou o Melhores do Ano de 'Revelação Musical' com a Banda Calypso,[195] sendo o primeiro prêmio recebido por Joelma. Em 2006, recebeu sua primeira indicação ao Grammy Latino pelo o álbum Banda Calypso Volume 8, tendo recebido mais duas indicações à premiação em dois anos consecutivos, mas não venceu nenhum na ocasião.[196][197][198]

Em 2017, recebeu o primeiro prêmio da carreira solo, o Troféu Internet de melhor cantora do ano de 2016 ,[199] somado mais de 170 mil votos para artista. No mesmo ano recebeu homenagem à Festa Nacional da Música realizada em Porto Alegre tendo ganho um prêmio de contribuição à música brasileira. Em outubro de 2017, recebeu o Prêmio Multishow de Música Brasileira de 'Melhor Show', tendo ganho esse prêmio pela primeira vez.[200] Em agosto de 2018, recebeu a Cruz da Referência Nacional, homenagem realizada pela Agência Nacional de Cultura, Empreendedorismo e Comunicação (ANCEC). [201]

Discografia[editar | editar código-fonte]

Filmografia[editar | editar código-fonte]

Televisão
Ano Título Personagem / Função Nota
2007 Show do Tom Ela mesma Episódio: "17 de março de 2007"[203]
2008 A Turma do Didi Ela mesma Episódio: "Não Perturbe o Calypso"[204]
2009 Toma Lá, Dá Cá Ela mesma Episódio: "O Anel Que Tu Me Destes"[205]
2010 Casseta & Planeta, Urgente! Ela mesma Episódio: "8 de maio de 2010"[206]
2010–12 Aventuras do Didi Ela mesma Episódio: "18 de julho de 2010"
Episódio: "2 de dezembro de 2012"[207][208]
2011 Tapas & Beijos Ela mesma Episódio: "7 de junho de 2011"[209]
2012 Cheias de Charme Ela mesma Capítulo: "7 de maio de 2012"[210]
2014 Domingo da Gente Apresentadora especial[211][212] Episódio: "2 de março de 2014" (Temporada 2)[213][214]
2017–18 Popstar Jurada convidada[215] Episódio: "27 de agosto de 2017"[216]
Episódio: "4 de novembro de 2018"
2017 A Força do Querer Ela mesma Capítulo: "15 de setembro de 2017"[217]
Adnight Show Ela mesma / Joelma (versão fictícia)[218] Episódio: "26 de outubro de 2017" (Temporada 2)[219]
2018 TVZ Apresentadora especial[220] Episódio: "30 de julho de 2018"[221]

Turnês[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Joelma se muda para condomínio luxuoso em Goiânia». Quem. 7 de março de 2018. Consultado em 20 de maio de 2018. 
  2. «Banda Calypso, Joelma ou Chimbinha... quem acaba primeiro?». Santa Catarina 24 Horas. Consultado em 20 de maio de 2018. 
  3. «Cantora Joelma canta música gospel "Há um Lugar", voz e violão». Jornal de Caruaru. Consultado em 20 de maio de 2018. 
  4. «Novo DVD de Joelma deve ser lançado em 2017; material mostra volta por cima». Correio Braziliense. Consultado em 5 de maio de 2018. 
  5. a b c «Show da Joelma: Parque da Cidade, em Porto Velho, deve receber multidão neste sábado». NewsRondonia. Consultado em 5 de maio de 2018. 
  6. «Leona Cavalli comenta comparações com Joelma no zouk do Dança dos Famosos» 🔗. Gshow. Consultado em 5 de maio de 2018. 
  7. «'Cheguei a odiá-lo', desabafa Joelma sobre o pai, que espancava a mãe dela». Viver (Diário de Pernambuco). Consultado em 5 de maio de 2018. 
  8. «Joelma lança "Perdeu a Razão", com a participação de Marília Mendonça». Sertanejo Top. Consultado em 5 de maio de 2018. 
  9. «Joelma assume pose de heroína em primeiro trabalho solo: "Mulheres me agradecem"». UOL Música. Consultado em 5 de maio de 2018. 
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  11. a b c d e f g h i j «60 curiosidades que você não sabia sobre Joelma». Diário Online. Consultado em 27 de fevereiro de 2018. 
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  22. «Calypso vai acabar e Joelma impedirá Chimbinha de usar o nome da banda, diz produtor». Divirta-se | Tudo sobre entretenimento, cinema, shows, celebridades e promoções. Consultado em 2 de novembro de 2015. 
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