Jorge Moll Filho

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{{Info/Biografia | nome = Jorge Moll Filho | imagem = | data_nascimento = {{nowrap|23 de janeiro de [[1946} ]] (Erro de expressão: caractere "}" não reconhecido ano)[[Categoria:Nascidos em 1946} ]] Jorge Neval Moll Filho (Rio de Janeiro, 4 de março de 1944) é um médico e empresário brasileiro.

O seu filho Jorge Moll é um neurocientista e foi o líder do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (ID’or)[1].

Biografia[editar | editar código-fonte]

Formação acadêmica e primeiras ocupações[editar | editar código-fonte]

Formado em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Jorge começou atendendo como cardiologista.

Mais tarde no empresariado[editar | editar código-fonte]

Durante 26 anos desde 1984, Jorge administrou um grupo de clínicas de diagnóstico de imagem e um punhado de hospitais. Vendeu a sua rede para o grupo Fleury por R$1,19 bilhão em 2010 e usou esse capital para comprar hospitais em cidades como São José dos Campos e Recife.

O crescimento[editar | editar código-fonte]

Jorge então co-fundou a rede de hospitais D’Or, o maior grupo privado de hospitais do país avaliado entre R$15 bilhões e R$18 bilhões com 27 hospitais entre Rio, São Paulo, Brasília e Recife[2][3][1].

Posições[editar | editar código-fonte]

Em 2017, a revista Forbes apontou Jorge como o 13° brasileiro mais rico com US$3,2 bilhões[4] e em 2018 como o 14° mais rico com US$ 2,6 bilhões[5].

Referências

  1. a b Bergamo, Giuliana (9 de julho de 2011). «Carioca Rede D´Or investe em hospitais em São Paulo». Veja. Consultado em 13 de dezembro de 2017 
  2. Bruno Villas Boas. «Como o fundador da rede D'Or foi de médico a bilionário». Exame. Abril. Consultado em 1 de outubro de 2017 
  3. Parra-Bernal, Guillermo (27 de maio de 2015). «Singapore GIC nears stake purchase in Brazil's Red D'Or -source». Reuters. Consultado em 13 de dezembro de 2017 
  4. Rita Azevedo. «Os 43 mais ricos do Brasil em 2017, pela lista da Forbes». Exame. Abril. Consultado em 1 de outubro de 2017 
  5. Época Negócios. «Brasil tem 42 bilionários, segundo a Forbes». Época Negócios. Editora Globo. Consultado em 6 de março de 2018