Jorge Mussi

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Jorge Mussi
Jorge Mussi
Ministro do Superior Tribunal de Justiça
Período: 12 de dezembro de 2007
a atualidade
Nomeação por: Luiz Inácio Lula da Silva
Antecessor(a): Sebastião de Oliveira Castro Filho
Dados pessoais
Nascimento: 8 de março de 1952 (70 anos)
Florianópolis, Santa Catarina
Alma mater: Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
Prêmios: Ordem do Mérito Militar[1]

Jorge Mussi ComMM (Florianópolis, 8 de março de 1952)[2] é um magistrado brasileiro, atual ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Carreira[editar | editar código-fonte]

Jorge Mussi graduou-se em direito pela Universidade Federal de Santa Catarina em 1976.[2]

Foi advogado entre 1977 a 1994. Dentro desse período, entre outras funções, foi Consultor Jurídico do Estado de Santa Catarina (1983), Procurador-Geral do Município de Florianópolis (1983-1985) e Conselheiro Estadual da OAB-SC (1986-1991).[2]

Em 1994, através do quinto constitucional, ingressou na magistratura como desembargador do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, onde atuou nas áreas cível e criminal. Presidiu o tribunal de fevereiro de 2004 a fevereiro de 2006, chegando a substituir o governador no cargo de chefe do Estado.[2] Em março, foi condecorado pelo vice-presidente José Alencar à admissão na Ordem do Mérito Militar no grau de Comendador especial.[1]

Em dezembro de 2007, foi nomeado pelo Ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao cargo de ministro do STJ. Foi o quarto catarinense empossado naquela Corte, após os ministros Paulo Gallotti, Hélio Mosimann e Teori Zavascki.

Vida Pessoal[editar | editar código-fonte]

Jorge Mussi tem um filho, Tiago Silva Mussi, com o qual não mantém contato, e que só veio a ser assumido extrajudicialmente após sua indicação ao STJ.[3] A mãe de Tiago é uma ex-empregada, já falecida, da família de Jorge Mussi.[3]

Referências

  1. a b BRASIL, Decreto de 20 de março de 2006.
  2. a b c d «Ministro Jorge Mussi». Superior Tribunal de Justiça. Consultado em 10 de janeiro de 2015 
  3. a b «Ministro do STJ teve filho com doméstica e nunca o reconheceu. Seu nome é Tiago Silva». Agência Pública. 16 de junho de 2020. Consultado em 19 de junho de 2020 
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