Jorge Sanjinés

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Biografia[editar | editar código-fonte]

Jorge Sanjinés nasceu em La Paz, capital da Bolívia, em 1936 [1]. Estudou filosofia na Universidade Mayor de San Andrés. Em 1957 estudou cinema no Chile, onde realizou um curta-metragem que foi musicalizado por Violeta Parra. Entre 1958 e 1959, estuda no Instituto Cinematográfico da Universidade Católica no Chile, onde realiza três curtas-metragens. Retorna à Bolívia em 1961. Entre 1965 e 1966, dirige o Instituto Cinematográfico Boliviano[2].

Entre 1962 e 1965 realiza vários curtas-metragens: Sueños y realidades (1962), Una jornada difícil (1963) e Revolución (1963), curta-metragem de 10 minutos que recebeu o Prêmio Joris Ivens 1964 em Leipzig. Filma também os média-metragens Un día paulino e ¡Aysa! (1964). Nesse período, junto a Óscar Soria, fundam as bases do grupo cinematográfico que mais tarde se conheceria como Grupo Ukamau, nome do primeiro longa-metragem do grupo realizado em 1966.

Logo se uniram ao grupo Ricardo Rada e Antonio Eguino. O Grupo Ukamau fundou a primeira Escola Fílmica Boliviana em 1961. Organizaram também o Cineclube Boliviano, primeira instituição de Cine-Debate na Bolívia e o Primeiro Festival Fílmico Boliviano na Universidade Mayor de San Andrés.

O cinema de Sanjinés é um cinema de denúncia, um cinema a serviço do povo indígena, um cinema de luta contra o imperialismo[3]. Jorge Sanjinés é talvez o diretor de cinema mais importante da Bolívia. Suas obras de forte conteúdo político tem sido reconhecidas no mundo todo (Cannes, Veneza, Leipzig, Cuba, entre outros)[4].

Jorge Sanjinés continua a produzir filmes. Lançou em 2016 Juana Aazurduy - guerrillera de la patria grande, e mantém o Instituto Ukamau em La Paz.

Filmografia[editar | editar código-fonte]

Curtas metragens[editar | editar código-fonte]
  • Sueños y realidades (1962)
  • Revolución (1963)


Longas metragens[editar | editar código-fonte]
  • Ukamau (1966)
  • Yawar Mallku (1969)
  • El coraje del pueblo (1971)
  • Jatum auka (1973)
  • ¡Fuera de aquí! (Llocsi caimanta) (1977)
  • Las banderas del amanecer (1983)
  • La nación clandestina (1989)
  • Para recibir el canto de los pájaros (1995)
  • Los hijos del último jardín (2004)
  • Insurgentes (2012)
  • Juana Azurdy – La guerrillera de la Pátria Grande (2016)

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. «Jorge Sanjinés». IMDb. Consultado em 7 de dezembro de 2017 
  2. «Jorge Sanjinés | Aldea Cultural». www.aldeacultural.com (em espanhol). Consultado em 7 de dezembro de 2017 
  3. «Jorge Sanjinés - Director - Films as Director:, Publications». www.filmreference.com. Consultado em 7 de dezembro de 2017 
  4. «www.jorgesanjines.org». www.arte-bolivia.com. Consultado em 7 de dezembro de 2017