José Americano da Costa

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa

José Americano da Costa (São José de Mipibu, 25 de janeiro de 18847 de outubro de 1937) foi um político brasileiro.[1]

Era filho do governador do Rio Grande do Norte, Álvaro Antônio da Costa. Mudou-se para a Bahia, que adotou como terra natal.

Formou-se em 26 de julho de 1913 (turma de 1908)) em Engenharia civil pela Escola Politécnica da Bahia.[1] Sendo um homem culto, demonstrou sempre grande preocupação com as obras céleres e com as obras completas.[1] Falava Esperanto e possuía, na época, biblioteca com aproximadamente seis mil volumes.

Foi prefeito das cidades de Jequié e Salvador, durante a década de 1930, além de ter sido presidente fundador do CREA da 3ª Região, engenheiro do Departamento Nacional de Obras Contra a Seca, professor catedrático da Escola Politécnica da Bahia e construtor de várias estradas de ferro e de rodagem.

Foi casado com Adelaide Fernandes da Costa, com qual teve 13 filhos.

Sua principal característica como prefeito foram as obras de construção de muitas ruas, avenidas e estradas de rodagem, expandindo as obras urbanas, que até então nunca tinha experimentado tal modelo de administração. Pode-se citar também a doação do terreno para a construção do Instituto de Cegos da Bahia, recuperação das praças do Campo Grande e da Piedade e embelezamento desses e de outros pontos da cidade, com a construção de diversos jardins e fontes d'água.

Referências

  1. a b c «José Americano da Costa». CONFEA. Consultado em 9 de abril de 2013 [ligação inativa]